Folha (*) tem saudades da ditaDURA
20/fevereiro/2009 15:25
Saiu na Folha (*) de ontem:
Ditadura
“Golpe de Estado dado por militares derrubando um governo eleito democraticamente, cassação de representantes eleitos pelo povo, fechamento do Congresso, cancelamento de eleições, cassação e exílio de professores universitários, suspensão do instituto do habeas corpus, tortura e morte de dezenas, quiçá de centenas, de opositores que não se opunham ao regime pelas armas (Vladimir Herzog, Manuel Fiel Filho, por exemplo) e tantos outros muitos desmandos e violações do Estado de Direito.
Li no editorial da Folha de hoje que isso consta entre “as chamadas ditabrandas -caso do Brasil entre 1964 e 1985″ (sic). Termo este que jamais havia visto ser usado.
A partir de que ponto uma “ditabranda”, um neologismo detestável e inverídico, vira o que de fato é? Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma “ditabranda” ser chamada de ditadura? O que acontece com este jornal?
É a “novilíngua”?
Lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo.
É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário.”
SERGIO PINHEIRO LOPES (São Paulo, SP)
Nota da Redação – Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional.
Ditadura
“Lamentável o uso da palavra “ditabranda” no editorial “Limites a Chávez” (Opinião, 17/2) e vergonhosa a Nota da Redação à manifestação do leitor Sérgio Pinheiro Lopes (”Painel do Leitor”, ontem). Quer dizer que a violência política e institucional da ditadura brasileira foi em nível “comparativamente baixo’? Que palhaçada é essa? Quanto de violência é admissível? No grande “Julgamento em Nuremberg” (1961), o personagem de Spencer Tracy diz ao juiz nazista que alegava que não sabia que o horror havia atingido o nível que atingira: “Isso aconteceu quando você condenou à morte o primeiro homem que você sabia que era inocente”. A Folha deveria ter vergonha em relativizar a violência. Será que não é por isso que ela se manifesta de forma cada vez maior nos estádios, nas universidades e nas ruas?”
MAURICIO CIDADE BROGGIATO (Rio Grande, RS)
“Inacreditável. A Redação da Folha inventou um ditadômetro, que mede o grau de violência de um período de exceção. Funciona assim: se o redator foi ou teve vítimas envolvidas, será ditadura; se o contrário, será ditabranda. Nos dois casos, todos nós seremos burros.”
LUIZ SERENINI PRADO (Goiânia, GO)
“Com certeza o leitor Sérgio Pinheiro Lopes não entendeu o neologismo “ditabranda”, pois se referia ao regime militar que não colocou ninguém no “paredón” nem sacrificou com pena de morte intelectuais, artistas e políticos, como fazem as verdadeiras ditaduras. Quando muito, foram exilados e prosperaram no estrangeiro, socorridos por companheiros de esquerda ou por seus próprios méritos. Tivemos uma ditadura à brasileira, com troca de presidentes, que não vergaram uniforme e colocaram terno e gravata, alçando o país a ser a oitava economia do mundo, onde a violência não existia na rua, ameaçando a todos, indistintamente, como hoje. Só sofreu quem cometeu crimes contra o regime e contra a pessoa humana, por provocação, roubo, sequestro e justiçamentos. O senhor Pinheiro deveria agradecer aos militares e civis que salvaram a nação da outra ditadura, que não seria a “ditabranda”.”
PAULO MARCOS G. LUSTOZA , capitão-de-mar-e-guerra reformado (Rio de Janeiro, RJ)
“Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de “ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar “importâncias” e estatísticas. Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi “doce” se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala -que horror!”
MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES , professora da Faculdade de Educação da USP (São Paulo, SP)
“O leitor Sérgio Pinheiro Lopes tem carradas de razão. O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana.”
FÁBIO KONDER COMPARATO , professor universitário aposentado e advogado (São Paulo, SP)
Nota da Redação – A Folha respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publica algumas dessas manifestações acima. Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua “indignação” é obviamente cínica e mentirosa.
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A Folha (*) tem saudade da ditaDURA, com a qual manteve relações “carnais”, como diria o Carlos Menem.É bem provável que o editorial se tenha inspirado na obra do colonista (**) e historiador Elio Gaspari, que escreveu 89 volumes (mas falta um …) para provar que a ditaDURA foi uma ditaBRANDA, regida por George Washington (Ernesto Geisel) e Thomas Jefferson (Golbery do Couto e Silva).Por um breve período, e para efeitos de um marketing que a distinguisse do Estadão, a Folha (*) fingiu que era de “esquerda”.Para fazer os estudos de marketing (?), contratou o Cebrap (de Fernando Henrique e financiado pela Fundação Ford, ou seja, pela CIA), e José Serra, que se tornou seu eterno editorialista. Leia sobre como Zé Pedágio se prepara para demitir a repórter Laura Capriglione… Com a eleição do Presidente Lula, caiu a máscara da Folha (*). Ela entrou de cabeça no PiG (***) e trabalha incansavelmente para derrubar o presidente eleito duas vezes. As relações da Folha com a ditaDURA são notórias. Como demonstrou Beatriz Kushnir no livro “Cães de Guarda”, da Boitempo Editorial, a Folha (*) cedia as vans para o Doi-Codi fazer diligências, levar suspeitos para as sessões de tortura e fingir que se tratava de um carro de reportagem em atividade jornalística. Um outro episódio merece ser relembrado. E que, segundo um editor da Folha (*) na época, é o episódio que marca indelevelmente a relação submissa e sinistra da Folha (*) com os militares. Por pressão do general Hugo Abreu, a Folha (*), sem opor qualquer resistência, demitiu o diretor de redação Claudio Abramo. Coisa do “Seu” Frias, que por obra e graça de Zé Pedágio dá nome a uma ponte que desemboca na Avenida Jornalista (?) Roberto Marinho, que tem esse nome, por obra e graça da prefeita Martha Suplicy. (O que, caro navegante, demonstra o que é a Chuíça (****): a ponte ‘seu” Frias leva à Avenida Jornalista Roberto Marinho – é a materialização do PiG, (**) o PiG (**) em concreto, ferro e asfalto. Viva a Chuíça (****). Alexandre Gambirásio prontamente aceitou o lugar de Claudio Abramo. Não deu. Ele é italiano de nascença e “seu” Frias preferiu não correr o risco de os militares demitirem outro diretor de redação. Escolheu, então, Boris Casoy. Que se tornou preceptor de “Octavinho”, e a Folha (*) deu no que deu. Em tempo: como se sabe, Arthur vendeu o New York Times ao Carlos Slim. O Octavinho ainda vai vender a Folha (*) ao Daniel Dantas (se é que já não vendeu)… Paulo Henrique Amorim |
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(**)colonistas. Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (***) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
(***)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista
(****) Chuíça é o que o PiG (***) de São Paulo quer que o resto do Brasil pense que São Paulo é: uma combinação do dinamismo econômico da China com o IDH da Suíça.
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Matéria do estadão CLAY SHIRKY 15 DE MARÇO 2009
Há algumas semanas, um amigo me mandou um convite no Facebook para participar da causa “Don’t let newspapers die” (Não deixe os jornais morrerem). Eu não aceitei o convite, e expliquei para ele que achava que era melhor deixar morrer. O apego ao papel pode aprofundar ainda mais a crise enfrentada pelos jornais.
Clay Shirky (foto), autor do livro Here Comes Everybody, publicou em seu blog o texto “Newspapers and thinking the unthinkable” (Jornais e pensando o impensável). Ele explica que toda a lógica do negócio do jornal impresso era baseada na dificuldade de publicação e nos ganhos de escala que as empresas conseguiam ao atingir uma grande audiência. Com a internet, essas condições se foram. Shirky enumera as alternativas imaginadas pelos jornais para a internet – cobrança de assinaturas, micropagamentos e até a formação de um cartel – e conclui:
“E a discussão continua, com as pessoas comprometidas com a salvação dos jornais querendo saber: ‘Se o modelo antigo está quebrado, o que funcionará no seu lugar?’ A resposta é: Nada. Nada vai funcionar. Não existe um modelo geral para os jornais que substitua o que a internet quebrou. Com os fundamentos econômicos antigos destruídos, formas organizacionais criadas para a produção industrial precisam ser substituídas por estruturas otimizadas para os dados digitais. Faz cada vez menos sentido falar de uma indústria de publicação, porque o principal problema que a publicação resolve – a dificuldade, complexidade e custo incríveis para tornar alguma coisa disponível ao público – deixou de ser um problema.”
No ano passado, entrevistei Shirky, durante um evento em New Haven, nos Estados Unidos, em que ele já alertava que as empresas de jornalismo deveriam deixar de pensar em si mesma como fabricantes de papel pintado. No texto em seu blog, ele aponta para a questão essencial, que é como salvar o jornalismo, mesmo com o fim dos jornais. Ele acerta ao dizer que será uma atividade em que amadores irão ocupar um espaço crescente, mas é um pouco romântico ao afirmar que o jornalismo sempre foi uma atividade subsidiado, e ver esperança no jornalismo baseado em patrocínios, bolsas e doações, no lugar de faturamento
PHA, não sei se você já recebeu, mas veja uma carta do professor Comparato no Painel do Leitor, datada de 1 de junho de 2004. Acho que o filhinho do Frias vai ter mesmo de se desculpar em praça pública.
Folha de S. Paulo
PAINEL DO LEITOR
Ruptura
“O professor François Chesnais (”Ruptura radical” é a saída para o Brasil, defende professor francês”, Entrevista da 2ª, 31/5) tem dado uma excelente contribuição à causa do mundo subdesenvolvido ao mostrar, em seus vários livros, de que forma a globalização capitalista, comandada pelos EUA, aprofunda a divisão entre ricos e pobres até dentro dos países mais ricos do planeta. Mas, ao apontar em sua entrevista a experiência política cubana como exemplo a ser seguido pelos países subdesenvolvidos, especialmente o Brasil, o ilustre professor prestou um desserviço àquela nobre causa. A mundialização humanista, pela qual lutamos, funda-se no respeito integral à democracia e aos direitos humanos, caminho que, infelizmente, não tem sido seguido pelo governo cubano.”
Fábio Konder Comparato, professor titular da Faculdade de Direito da USP (São Paulo, SP)
A folha nao me engana há anos! Oportunista e faz o discurso adequado para quem estiver pagando mais.
PHA,
Esse artigo comprova que a Folha finalmente demonstra que em tempos de crise mundial nada melhor do que seguir ditames liberais ampliando seus ramos de exploração, e o ramo mais conveniente e lucrativo apresentado a FAMIGLIA FRIAS é o de AÇOUGUEIRO,ou seja todo e qualquer derramamento de sangue decorrente naquele “Frigorífico” justifica-se em nome do Estado e Mercado.
Esta semana o Jabor conclamou vários colegas da imprensa para uma cruzada contra a corrupção, baseado na entrevista de Jarbas Vasconcelos para a VEJA. Citou figuras como Clóvis Rossi, Diogo Mainardi, Elio Gaspari, etc…Não citou você, Luiz Nassif, Mino Carta…Há uma clara divisão na imprensa, o que é ótimo, pois hoje é fácil distinguir gente séria dos picaretas. A Folha não surpreendeu, na verdade prefiro assim, que escancare seus preconceitos, seu gosto pela ditadura. Fica mais honesto.
Pequena TV Cearense ameaçava GLOBO. Ameaçada por um canal nordestino, a toda poderosa, utilizando-se de ameaças, exigiu o corte dos sinais via PARABÒLICA da TV DIÀRIO…
Fortaleza – CE Jornalista Macário Batista em seu blog defende a TV Diário e diz que tem ´sujeira no coador´
(26/02/2009)
A Rede Globo de Televisão acaba de prestar mais um desserviço ao Nordeste brasileiro. Depois de muito pelejar, por quase dois anos ininterruptos, conseguiu ganhar na pressão e tirar do ar o sinal de satélite da nossa TV Diário, uma dor de cabeça que mostrou ser a Globo extremamente sensível a turbulências do mercado da televisão brasileira. Perdendo em muitos horários para a TV Diário, noutros tantos para a Record e até pro SBT, a TV Globo não resistiu ao assédio da competência de homens como Roberto Moreira, Nelson Faheina, Edilmar Noroes, Paulo Oliveira e João Inácio Junior, dentre outros, como Enio Carlos. Perdendo feio no próprio terreiro, a favela da Rocinha,por exemplo, a Globo entendeu que a melhor maneira de não perder mais clientes ou ouvintes era matar a TV Diário. Tira esse mostrengo do satélite agora, ou nõs tomamos o sinal da TV Globo da televisão Verdes Mares. Pronto, estava aberta a temporada de caça ao Canal 22, uma alegria diária do povo nordestino que passou a ver a sua cara na televisão. Passou a ver seus atores e cantores e artistas como um todo na televisão. Uma estação regional, de uma região pobre acabando com o prestigio da Globo não poderia ficar imune aos ataques globais. Tai. Desde a zero hora de hoje o satélite caiu, a TV Diário está fora do ar pra quem a via pelas parabólicas de toda a América do Sul. Junto com a queda do sinal no satélite caiu também a máscara da TV Globo que mostrou ser um açude pequeno que quando pega qualquer chuvinha besta, sangra.
No Boletim Carta Maior de hoje, dia 26/02/2009 consta a seguinte matéria com um link para assinar o manifesto nela tratado.
SÃO PAULO – Um grupo de intelectuais lançou sábado (21) um abaixo-assinado na internet em repúdio à Folha de S.Paulo. O manifesto protesta contra um editorial publicado quatro dias antes pelo jornal, que relativiza as atrocidades da ditadura militar (1964-1985) e classifica o período como “ditabranda”.
O texto condena “o estelionato semântico manifesto pelo neologismo ‘ditabranda’ e, a rigor, uma fraudulenta revisão histórica forjada por uma minoria que se beneficiou da suspensão das liberdades e direitos democráticos no pos-1964″. Segundo os signatários do manifesto, “a direção editorial do jornal insulta e avilta a memória dos muitos brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratização do pais”.
Outra motivação do abaixo-assinado foi prestar solidariedade aos professores acadêmicos Maria Victória de Mesquita Benevides e Fabio Konder Comparato, cuja legítima indignação ao editorial foi tachada de “cínica” e “mentirosa” pela Folha. “Pela luta pertinaz e consequente em defesa dos direitos humanos, Maria Victoria Benevides e Fábio Konder Comparato merecem o reconhecimento e o respeito de todo o povo brasileiro”, diz o texto.
A íntegra do manifesto é a seguinte:
REPÚDIO E SOLIDARIEDADE
“Ante a viva lembrança da dura e permanente violência desencadeada pelo regime militar de 1964, os abaixo-assinados manifestam seu mais firme e veemente repúdio à arbitrária e inverídica “revisão histórica” contida no editorial da Folha de S. Paulo do dia 17 de fevereiro último. Ao denominar “ditabranda” o regime político vigente no Brasil de 1964 a 1985, a direção editorial do jornal insulta e avilta a memória dos muitos brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratização do país.
Perseguições, prisões iníquas, torturas, assassinatos, suicídios forjados e execuções sumárias foram crimes corriqueiramente praticados pela ditadura militar no período mais longo e sombrio da história política brasileira. O estelionato semântico manifesto pelo neologismo “ditabranda” é, a rigor, uma fraudulenta revisão histórica forjada por uma minoria que se beneficiou da suspensão das liberdades e direitos democráticos no pós-1964.
Repudiamos, de forma igualmente firme e contundente, a “Nota de redação”, publicada pelo jornal em 20 de fevereiro (p. 3) em resposta às cartas enviadas à seção “Painel do Leitor” pelos professores Maria Victoria de Mesquita Benevides e Fábio Konder Comparato. Sem razões ou argumentos, a Folha de S. Paulo perpetrou ataques ignominiosos, arbitrários e irresponsáveis à atuação desses dois combativos acadêmicos e intelectuais brasileiros. Assim, vimos manifestar-lhes nosso irrestrito apoio e solidariedade ante às insólitas críticas pessoais e políticas contidas na infamante nota da direção editorial do jornal.
Pela luta pertinaz e consequente em defesa dos direitos humanos, Maria Victoria Benevides e Fábio Konder Comparato merecem o reconhecimento e o respeito de todo o povo brasileiro”.
Arlindo
Se a Revolução de 64 instalou uma “ditamole” no Brasil, não consigo imaginar o grau de combatividade desse pessoal, especialmente do Jornalismo, que até ontem reclamava do autoritarismo até de praças do Exército: quem é mais mole, quem manda ou quem obedece a um golpe de Estado assim?
O fato de nossa ditatura supostamente não ser tão violenta e assassina quanto outras, deve ser fruto de nossa formação histórica, herança do elemento lusitano em lugar do castelhano, é virtude brasileira.
Aliás, em Portugal houve uma revolução verdadeira, cujo símbolo foi um cravo na boca dos fuzis FAL, não?
Prezados, entendo que não podemos, em hipótese alguma, defender qualquer tipo de ditadura! Seja ela considerada de “esquerda” ou “direita”. Se apenas 1 (um) cidadão morrer em conseqüência dessa ditadura é um crime inaceitável. A ditadura de Pinochet e dos generais argentinos realmente mataram mais pessoas! Mas, e daí? Temos como medir o valor da morte de um ser humano? A ditadura brasileira assassinou cerca de 500 brasileiros, cidadãos e “seres humanos”. Os chamados “guerrilheiros” assassinaram outros tantos, em escala muito menor. Temos como medir qual foi o maior crime? Vamos lembrar que o mundo, a partir da 2ª guerra, dividiu-se entre capitalistas e comunistas. Era uma guerra não declarada. Era a “Guerra Fria”. Você, naquela época, tinha que se posicionar. A favor ou contra os Estados Unidos. A favor ou contra a União Soviética. Não havia uma terceira opção, infelizmente. Os chamados “guerrilheiros” – por convicção política, fanatismo, ingenuidade, burrice, ou outra coisa – queriam instalar, no nosso país, por meio da luta armada, o seu modo de viver e fazer política. É verdade ou mentira? Se estavam certos ou errados não me cabe discutir aqui neste fórum. No meu entendimento, estavam lutando por algo em que acreditavam… ou queriam acreditar…. Todavia, não tenho a menor dúvida que se a luta armada tivesse derrubado os militares não hesitaria em governar como os governos comunistas da época. Seria apenas trocar uma ditadura por outra. Basta ler George Orwell, em “Revolução dos Bichos” ou em inglês “Animal Farm” para entendermos isso. Infelizmente, esse tema é tratado como “tabu” pela esquerda. Mas seria interessante se fazer, agora, uma reflexão sobre essa questão, sem paixões ou revanchismo. Não podemos esquecer que outros brasileiros não optaram pela luta armada e, mesmo assim, foram covardemente perseguidos e assassinados também. Se fosse estudante na década de sessenta, provavelmente teria optado por esse caminho. Com relação à Cuba, gostaria de fazer apenas algumas observações… Eu a considero uma ditadura! Pronto! Portanto, não aceito qualquer argumento que venha a amenizar esse tipo de situação. Reconheço que houve muitos avanços na área dos esportes, saúde e educação a despeito do cruel embargo imposto pelos norte-americanos. Mas pergunto: a que preço? O próprio Che Guevara – personalidade que tenho muitas críticas e observações a fazer, mas tenho que reconhecer que se trata de um mito e, principalmente, de uma pessoa coerente no que fazia – decidiu sair de Cuba ao perceber que tinha se instalado em Cuba uma nova elite que desfrutava das mesmas benesses da anterior . Ele optou em ir atrás de seus sonhos e crenças. Afinal, morreu por conta dessa escolha! Finalmente, acredito que temos como melhorar o nosso país. A eleição de Lula trouxe-nos esperança e já podemos constatar que ocorreram muitos avanços. Estamos longe do ideal. Ainda não vivemos em um estado de direito pleno e ideal. Temo, entretanto, pela próxima eleição. Certamente, se houver o retorno de qualquer candidato do PSDB ou dos Demos o país sofrerá um retrocesso terrível. Mas, como diz o ditado: “a democracia é o pior dos regimes mas não foi inventado ainda nenhum melhor”. Observação: políticos como Carlos Lacerda, José Serra e difamadores travestidos de jornalistas como Reinaldo Azevedo começaram a sua militância política em partidos considerados de esquerda e/ou extrema esquerda e se transformaram no pior tipo de reacionário ou militante de extrema direita. Pensem nisso!
Corre um abaixo assinado organizado por Antônio Cândido para protestar contra a grosseria cometida pela Folha em relação aos intelectuais Fabio Konder Comparato e Maria Victoria de Mesquita Benevides. Também denuncia o cinismo da folha ao chamar a ditadura de 64 de ditabranda por ter matado menos pessoas que outras ditaduras na América do Sul. Cheguei até o abaixo-assinado através do blog O BISCOITO FINO E A MASSA do Idelber Avelar:
REPUDIO E SOLIDARIEDADE
Ante a viva lembranca da dura e permanente violencia desencadeada pelo regime militar de 1964, os abaixo-assinados manifestam seu mais firme e veemente repudio a arbitraria e inveridica revisao historica contida no editorial da Folha de S. Paulo do dia 17 de fevereiro de 2009. Ao denominar ditabranda o regime politico vigente no Brasil de 1964 a 1985, a direcao editorial do jornal insulta e avilta a memoria dos muitos brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratizacao do pais. Perseguicoes, prisoes iniquas, torturas, assassinatos, suicidios forjados e execucoes sumarias foram crimes corriqueiramente praticados pela ditadura militar no periodo mais longo e sombrio da historia polÃtica brasileira. O estelionato semantico manifesto pelo neologismo ditabranda e, a rigor, uma fraudulenta revisao historica forjada por uma minoria que se beneficiou da suspensao das liberdades e direitos democraticos no pos-1964.
Repudiamos, de forma igualmente firme e contundente, a Nota de redacao, publicada pelo jornal em 20 de fevereiro (p. 3) em resposta as cartas enviadas a Painel do Leitor pelos professores Maria Victoria de Mesquita Benevides e Fabio Konder Comparato. Sem razoes ou argumentos, a Folha de S. Paulo perpetrou ataques ignominiosos, arbitrarios e irresponsaveis a atuacao desses dois combativos academicos e intelectuais brasileiros. Assim, vimos manifestar-lhes nosso irrestrito apoio e solidariedade ante as insolitas criticas pessoais e politicas contidas na infamante nota da direcao editorial do jornal.
Pela luta pertinaz e consequente em defesa dos direitos humanos, Maria Victoria Benevides e Fabio Konder Comparato merecem o reconhecimento e o respeito de todo o povo brasileiro.
PHA, alguns blogueiros fizeram uma observação importante. Será que você poderia enviar umas perguntas ao FHC e ao Serra? O foco seria se na opinião deles, por aqui houve uma “ditabranda”… seria muito interessante saber a opinião deles, não?!
É visível a decadência na Folha, explicitada nos seus novos colunistas e nos erros encontrados nos textos. Há exceções, é claro. Citamos como da mais alta qualidade Carlos Heitor Cony, José Simão, Marcelo Coelho, Fernando Barros e Silva e Nogueira Jr.
Quem pode mentir em jornais, rádios e TVs, mente!
Quem é ignorante acredita em tais mentiras!
E quem é sábio, não gasta um centavo nem tempo vendo ou lendo esses mentirosos corruptos do PIG!
É contra a Folha de São Paulo, o jornal da DitaDura militar?… É só cancelar a assinatura do UOL… porque o jornal não vende nada, é um fiasco!!!
A Abril então, nem se fala… não aguento mais o desespero dessa gente mandando e-mails e malas diretas implorando que alguém faça assinatura das porcarias que eles publicam!!! … “Pague uma, leve duas”, precisamos desencalhar o estoque, nem nós aguentamos olhar para o lixo que publicamos…
observação:
“mas os governo militar continuou com a negligencia das periferias permitindo que ela alcançasse os níveis atuais”(3° parágrafo). “Ela”, se refere à violência, e não a periferia.
Não colocava no paredón… mas torturava e matava assim mesmo, ou jogava no mar, o que dá no mesmo. E olhe que a maior parte dos arquivos da ditadura nem foram abertos!!! Não é somente os grandes artistas, políticos e intelectuais que possuem direito à vida e à integridade física (imagine se um zé ninguém resolvesse criticar o regime e incomodasse o governo o que ele não faria…) Troca de presidentes não diminui em nada o caráter de ditadura se eles não são eleitos pelo povo, e ainda mais se os candidatáveis são somente generais quatro-estrelas, pelo que sei, raríssimos pois estão no topo na hierarquia militar do exército.
O argumento de os presidentes durante a ditadura não usarem fardas é risível, obviamente com efeitos tão só cosméticos, observe-se que ainda conservavam os títulos militares (general 4 estrelas obviamente, como visto acima), título que inclusive acompanhava o nome do presidente nos textos oficiais, portanto um general-presidente, tanto faz se usa a farda ou não.
Naquela época a criminalidade era menor, mas as causas da atual situação são inclusive anteriores à ditadura, segundo dizem os sociólogos, mas os governo militar continuou com a negligencia das periferias permitindo que ela alcançasse os níveis atuais, sendo inclusive responsável pela criação do comando vermelho, ao juntar criminosos políticos com comuns no presídio de ilha grande, que resultou no aprendizado por estes ultimos de crimes mais complexos.
Ainda, havia um problema com os “crimes contra o regime” porque entre eles figuravam direitos humanos básicos como a liberdade de manifestação do pensamento e, logo, não podiam ser crimes, salvo grave ameaça, e a verdade é que a guerrilhas não tinham qualquer chance de vencer as forças armadas. Nem sequer ameaçavam a ordem pública, não justificada a existencia de tais limitações, portanto.
Havia uma histeria anti-comunista criada pelos militares para aumentar seus poderes sobre os cidadãos.O fato de poderia ter havido um regime pior não justifica os crimes cometidos, até porque depois de jango, não houve outra real ameaça comunista ao Brasil. Se a desculpa era para proteger o Brasil do comunismo, pode se dizer que os atos cometidos foram altamente desproporcionais diante das exigências, se é que haviam.
Vale salientar que o principal fundamento do nazismo também era a proteção da alemanha contra o comunismo ( os judeus inclusive eram rotulados de comunistas, embora boa parte deles fossem de comerciantes), por isso os países ocidentais deixaram a alemanha invadir alguns países, justamente para que o regime nazista impedisse o comunismo de se espalhar pela a Europa, e só atacaram a alemanha quando ela começou a ferir seus interesses, como aquele sobre o importante porto de Dantzig.
Elio Gaspari e’ um dos 4 jornalistas citados por Armando Falcao, no livro “Tudo a declarar” como “amigos da revolucao”
Um pulha
Grato pela deferência.
Encaminho letra do samba-enredo.
Além de economista, sou acadêmico do samba com PHD na University of Tokyo.
Compusemos em homenagem aos apoiadores da “ditabranda”.
PS1. Revisor, não se esqueça de alterar – Composição: Zé Pedágio & FHC.
PS2. Não aceito insinuações de plágio.
Zé Pedágio
Desculpe O Auê
Rita Lee
Composição: Rita Lee & Roberto Carvalho
Xá! Xá! Uha! Uha!
Xá! Xalalá
Uha! Uha!…
Desculpe o Auê
Eu não queria magoar você
Foi ciúme sim
Fiz greve de fome
Guerrilhas, motins
Perdi a cabeça
Esqueça!
Ai! Ai! Ai! Ai!
Oh! No!…
Desculpe o Auê
Eu não queria magoar você
Foi ciúme sim
Fiz greve de fome
Guerrilhas, motins
Perdi a cabeça
Esqueça!
Ah! Aaaaah!…
Da próxima vez eu me mando
Que se dane meu jeito inseguro
Nosso amor vale tanto
Por você vou roubar
Os anéis de Saturno…
On! On!
Naná! Naná! Hiá
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!…(2x)
Xá! Xá! Uha! Uha!
Xá! Xalalá
Uha! Uha!…
A melhor visão sobre a soberania (da elite) brasileira
Após ver várias colônias terem suas independências proclamadas, a elite imperial colonial brasileira se antecipou a uma (pouco provável) rebelião e proclamou a “independência” da colônia sul-americana e se auto-proclamou como governante do Império. Desta forma as mesmas pessoas continuariam no poder, e assim se manteria o status quo. E assim permaneceu por 67 anos, até que a nova elite econômica passou a ter aspirações de poder culminando com a proclamação da República. Novamente não houve nenhum desejo popular, mas somente das elites dominantes. Em 508 anos de história, seja como colônia, império ou república, a passividade e a subserviência do povo brasileiro às elites governantes tem sido a tônica.
Quanto à abolição da escravidão, mais um golpe de mestre: ficaram mantidas as divisões de classe e do trabalho, e os ex-escravos passaram a ser controlados por outros tipos de feitores, contratados agora pelo Estado, a um custo menor para os industriais e fazendeiros. Mas o esquema de tortura que prevalecia no período escravagista persiste até os dias atuais nos porões das delegacias de polícia e através de convenientes grupos de extermínio. O único direito dos ex-escravos é poder ir e vir, desde que não cruzem os caminhos dos eternos senhores.
Já vi esse sorriso nos lábios de um grande ator. O filme fez um enorme sucesso ao final dos anos 80, mas não entrou para a história. Tropeçou em algumas questões bobas: não levava o herói muito a sério. Na verdade, aquele ator interpretava um vilão, que sorria constantemente. Olhando com maior rigor, diríamos que não se tratava de um vilão stricto sensu, mas de um louco. Talvez encontremos nesse sorriso algo parecido. Há uma certeza inexpugnável nesse esgar que se compraz em fechar todos os cercos. Primeiramente da democracia dentro do próprio jornal, na forma de apuração, nos indescritíveis manuais de redação ao gosto da indústria. Em seguida, eliminando passo a passo os cadernos, os textos mais críticos, as reflexões que fugiam a um outro senso, não mais estrito, porém comum. Depois, eliminando com maior entusiasmo as divergências, procurando contaminar a opinião pública num projeto típico das sociedades repressivas, em que os “detentores do poder” só percebem como “humano o que é sua própria imagem refletida, ao invés de refletirem o humano como o que é diferente”. O caminho para a redenção do vezo autocrático está aberto. A palo seco, ele jamais fora esquecido. Estava apenas adormecido enquanto sorria.
Paulo Henrique e Demais, Olá!
Esses Anos de Governo Lula, Em Que Tantos Afirmaram Estar a Imprensa Sendo Amordaçada, Foi Fundamental Para Que os Veículos de Comunicação Se Mostrassem De Fato.
É o Ambiente Propício à Demonstração, Por Parte Dos Poderosos Oligarcas e Fingidos a Intelectuais, Geralmente Controladores Dos Grandiosos Veículos – e Que Pretendem o Poder Pérpétuo Em Suas Mãos – Todo o Ódio Por Aqueles Que Tentam Um Estado Mais Justo.
Ademais, Paulo Henrique, Cuba Não É o Ambiente Própício Para que Se Instale Por Lá Coisas Como a Nossa “Folha”, a Nossa “Veja”, Etc.
Dar a Palavra a Imbecís – E outros adjetivos mais do gênero – Que Se Prestam a Minimizar os Efeitos de Uma Ditadura, é Típico de Um Jornaleco.
Abraços e
Revolução Já!
Mande o pessoal da Folha ler o livro “Brasil: nunca mais”, e verão o que foram os nossos anos de chumbo. Vergonha ter uma imprensa como a nossa (salvo raras exceções como o PHA e outros poucos)
Abaixo-assinado de repúdio à FSP e apoio a Maria Victoria Benevides e Fabio Comparato
http://www.ipetitions.com/petition/solidariedadeabenevidesecomparat/index.html
Amorim,
por mais que sejamos alertados por blogs e sites independentes, não deixa de surpreender que um jornal do porte da Folha escancare dessa maneira sua ideologia. Um dos maiores jornais da América passa por cima de todos os historiadores… nacionais, latinoamericanos e brazilianistas… e defende essa idéia sem fundamento algum da “ditabranda”! Um conceito nonsense, contraditório…admite a diatura, admite que houve tortura, exílio, fechamento do Congresso, que durou mais do que a do Pinochet, a do Uruguay e da Argentina, etc. Mas foi branda…porque a Argentina e a Chilena forma mais violentas.
Foram mais violentas, sim. Mas também enfrentaram grupos como os Tupamaros e Montoneros…E deram o golpe uma década depois da nossa…na visão militar, esperaram demais. Além disso…cresci em Montevideo, no meio da comunidade brasileira da cidade, na década de 70. Todos sabíamos do knowhow brasileiro em tortura e como essa experiência foi levada para o Uruguai! Estavam lá os adidos militares…lembrem também da Operação Condor…
É triste, por mais que saibamos qual é a função do PIG, que JORNALISTAS
É preciso lembrar que a Folha apoiou o general Frota. Na década de 60 praticava o jornalismo rodoviário, ou seja, explorava a Estação Rodoviária (em frente à estação Júlio Prestes) em detrimento da população, para isso contando também com a participação de Carlos Caldeira.
Newton em 21/fevereiro/2009 as 12:19 Gente…. não é nada disso…!!!
O PIG não bate prego sem estopa.
A Folha joga essa de “ditabranda”, não só porque no fundo é e sempre foi simpática à ditadura. Mas também – objetivo principal e pragmático HOJE – porque interessa minimizar aquele período e com isso “minimizar” o currículo político da Dilma…!!!
Outro dia uma notinha no Globo já “informava” que a Dilma não teria sido uma militante importante na organização da qual fez parte.
Tá tudo combinado no PIG para “desconstruir” a Dilma…
Politicagem eleitoral pura.
Faz sentido isso que você disse. De fato, depois daquele pau que os demo tomaram da Dilma na CPI, ficou claro que não vai dar para remexer nesse tempo vergonhoso do Brasil para fins eleitorais, em 2010. A outra opção que resta ao pig é atenuar as desgraças da ditadura no Brasil. Dizer que não foi tão ruim assim. Que foi um mal menor. Assim, o pig também tenta reduzir a importância de Dilma na luta contra a ditadura.
Gostaria de saber a opinião do OMBUDSMAN da Folha. E sugiro: Caso ele não se manifeste espontaneamente que PHA tente ao menos coletar sua opinião e caso não tenha sucesso, consigne o fato como é costume na Folha – TENTAMOS FALAR COM OMBUDSMAN MAS ELE SE RECUSOU RESPONDER.
PHA, abaixo envio sugestão de enquete para você:
Questão
Agora, que a ‘Folha’ disse que a Ditadura Militar brasileira foi uma ‘Ditabranda’, qual o melhor uso que se pode dar aos exemplares do ‘jornal’?
A) embrulhar peixe podre
B) substituir o papel higiênico, que está muito caro
C) limpar as vans da ‘Folha’ que transportavam prisioneiros políticos para os órgãos de repressão da ‘Ditabranda’
D) colocar na gaiola, para os passarinhos cag… em cima
A ‘FSP’ (ou seja, ‘Faremos Serra Presidente’) já deixou de ser um jornal há muito tempo.
Hoje, a ‘FSP’ (’Faremos Serra Presidente’) é apenas mais um panfleto neo-fascista de quinta categoria e que não serve nem para embrulhar peixe podre.
Não percam mais o seu tempo lendo esse lixo… Eu parei de fazer isso e há muitos anos, já.
Srs. A Folha já já vai entregar novamente a chefia de redação para o Boris, com o fez no regime militar. Folha sempre jogando em favor do poder.
Gente…. não é nada disso…!!!
O PIG não bate prego sem estopa.
A Folha joga essa de “ditabranda”, não só porque no fundo é e sempre foi simpática à ditadura. Mas também – objetivo principal e pragmático HOJE – porque interessa minimizar aquele período e com isso “minimizar” o currículo político da Dilma…!!!
Outro dia uma notinha no Globo já “informava” que a Dilma não teria sido uma militante importante na organização da qual fez parte.
Tá tudo combinado no PIG para “desconstruir” a Dilma…
Politicagem eleitoral pura.
É um atentado a nação Brasileira. Merecedora de uma ação penal contra a direçãoda FSP. Deve ser combatida duramente pela população. Primeiro não mais comprando tal jorna,l depois em manifestações nas ruas…
Em TODOS os lugares do PIG está sendo escrito – de Forma SUB-REPTICIA – algo que lembre – INUTILIDADE DO CONGRESSO – CRISE ENTRE PODERES – para que?
Caso o Presidente Eleito(?) seja realmente eleito o que ele terá?
1) NÃO terá apoio por grande parte dos sindicatos!
2) NÃO terá suporte dentro dos movimentos mais progressistas da sociedade!
3) NÃO terá maioria no congresso sem troca de favores (Pois não há idealismo dentro da oposição! Ou alguem acredita que politicos do DEM e PSDB não ligam para dinheiro! e o que digo são meros CASTELOS de areia!)
O que ele terá!
1) O PIG(óbvio).
2) Toda estrutura que o Gilmar Dantas puder deixar no SUPREMO
3) Carisma de plástico! (Fabricado via PIG).
Esta demissões da EMBRAER poderá ajudar o Serra junto aos trabalhadores e quebrar resistencias dentro dos sindicatos! Veio tanto a calhar que
Parece até que foi armada!
É de grande repercussão!
É quase certo que com mais de um e menos de dois anos de governo, depois que todos os lobos que virão junto com Serra (Dantas e outros) , já tenham se saciado e o povo comece a sentir falhas ou desgoverno. Ai CPI’s não serão bem vindas! Obstrução serão violentamente atacadas pelo PIG. Não sobreviverão publicamente os politicos de oposição.
Essa é a DEVASSA que o PIG prepara para os politicos de oposição a partir de já com este saudosismo ditatorial.
Quem viver verá!
(Isto se o serra ganhar!)
Toda e qualquer ditadura,seja de esquerda,seja de centro ou de direita,é condenavel,pois viola os direitos constitucionais do cidadão comum,comete injustiças,onde,muitos inocentes pagam pelo que jamais fizeram.A nossa Ditadura mais recente,a chamada Militar, não foi diferente,mas,poderia ser chamada de Ditadura Mista,pois se mesclava com civis,cito Delfn Neto,Armando Falcão,etc,etc;e era tambem, uma ditadura sui-generis,pois tinha prazo para terminar,como terminou,ao contrario das ditaduras de esquerda, sobejamente conhecidas que se perpetuam no poder,um exemplo,temos em Cuba.Se o Regime Militar cometeu erros,inaceitaveis,por outro lado,teve seus méritos,pois na epoca tinhamos mais segurança e o civil que cumpria com seu dever,cumprindo suas obrigações de cidadão,era respeitado,como eu mesmo sempre fui;jamais fui perturbado sob qualquer forma ou pretexto.Sobre os impostos não se repassavam valores maiores do que a inflação,não importa se era,como é hoje,manipulada;ao contrario o que ocorre hoje,veja o aumento nas passagens do Metrô em São Paulo.Foi logo os Civis voltarem ao poder,iniciou-se neste país,a titulo de se corrigir defasagens,uma derrama fiscal sem precedentes,graças a isto,eu,que sempre fui pontual no meu pagamento de impostos,me tornei um inadimplente fiscal crônico,irrecuperavel e como aposentado que sou,sob o Governo de Lula,dito dos trabalhadores,estou ainda mais ferrado,como tantos outros que se aposentaram com mais de um salario.Estamos sendo violentados em nossos direitos,direitos que adquirimos pagando por eles,estamos,literalmente, sendo roubados em nossas ja minguadas aposentadorias.Nunca,na historia deste país,o aposentado foi tão desrespeitado quanto esta sendo no governo de Lula,que é aposentado sem nunca ter trabalhado para merece-lo.Ainda não entendi,como alguem,Torneiro Mecânico,pode perder um dedinho numa Prensa,estranho né ?Veja o que aprontaram aqueles que,expulsos do pais no Regime Militar,retornaram e vieram ocupar cargos no governo atual,sera que os militares não tinham razão ?Bem ou mal,o Regime Militar impediu que o Brasil se transformasse numa Cuba e pior,num Satelite Russo na America do Sul,com direito a “Hospitais Psiquiatricos ” para presos politicos,Paredão para eliminar quem não rezassa a mesma cartilha do poder reinante,ou a um Arquipelago Gulak para todos.Sera que na Russia,China,Coreia do Norte,Cuba,Albania,Hungria,Tchecoeslovaquia,Rumenia Vietna,Laos.Kemer,etc,etc,etc. existiam as mesmas liberdades reinantes ,usufluidas pelo povo brasileiro,quando ,na època do regime Militar ?Para sabermos,que tal perguntarmos aos cidadãos que viveram nestes paises,na epoca do Regime Militar brasileiro ?Sera que teriam plena e abusoluta liberdade,mais a coragem para revelarem a verdade ?Que o digam,as boas Mulheres da China.Não se pode afirmar,que o Regime Militar foi Santo,mas,não ha duvidas,ele nos livrou do inferno que seria,se o outro lado,atravez da Luta armada,tivesse tomado o poder nas mãos.Nossa Bandeira,tão imponente e bela,seria tingida de vermelho,o sangue derramado, não por algumas dezenas de brasileiros,mas,por milhares,ou por milhões,para ser mais exato.Nossa Bandeira,não seria mais verde e amarela,mas,vermelha e negra. ou,so vermelha,como a bandeira do PT.Pensem nisto !
Joaquim F Mendes
Boicote á folha
Esse distinto, possuidor do garboso título “capitão de mar-e-guerra” fez-me do lembrar episódio “A guera das Malvadas” da série “O Bem Amado”! E ainda, quem sabe, a “personificação” do personagem do romance do Lima Barreto que “aconselha” o Marechal-presidente Hermes a ser duro com oposição! Para o bem-estar da democracia, ele está de “pijama”. Agora duvido que esses garbosos títulos possuem/possuissem tíno e coragem bélica para defender o Brasil dos inímigos externos, de verdade. O certo é que foram tão covardes e pulsilânimes para MASSACRAREM os “subvervisos internos”;submetendo-se a treinamentos e comandos dos agentes da CIA para MASSACRAREM os “subvervisos”. Ademais o corrpção campeou feio durante o período da tal “revolução de Março”, na verdade de Primeiro de Abril. É por esses e outros que fico com o Millor quando ironizava: “sou civil de nascença…”
Quando o zé serra cair de vez pelas tabelas o PIG vai pedir abertamente por uma nova ditadura de extrema-direita?
Assim como pediu em 64?
Sem dúvida.
Estes crápulas desprezam a democracia. E vão fazer de tudo para impedir as reformas sociais. A ruptura.
a máscara caiu.
caiu a máscara.
caem caíram cairão.
todas as máscaras.
“Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua “indignação” é obviamente cínica e mentirosa.”
Aqui vemos a FSP assumir que se tiver que ser ditadura, que seja de direita.
Conservadora para sempre. Como é que é mesmo? Ditabranda? Pois sim …
PHA… demorou para a ficha cair! Quer dizer que o Casoy foi o “preceptor” (no melhor estilo grego) desse … ai… deu no que deu e continuará dando… Eles e a dita DURA se merecem
Prezado Paulo Henrique Amorim. Enviei este e-mail hoje para o Painel do Leitor da FSP.
Senhor Editor:
Chamar Fábio Konder Comparato e Maria Vitória Benevides de “cínicos e mentirosos” é a pá de cal sobre o respeito que tinha por este jornal. É grotesco, primitivo e esclarece muito bem os rumos que o jornal tomou. Podemos achar um exagero de que existe uma conspiração para destruir a ordem democrática na qual vivemos. Entretanto afirmações como esta são auto-suficientes em demonstrar que ela realmente está sendo implementada, assim como a espantosa afirmação de que existem “ditabrandas”.
Além de causarem indignação, estas afirmações causam melancolia por constatarmos que alguns órgãos da imprensa, o setor mais interessado em defender a democracia, são os que mais a atacam.
Nylson Gomes da Silveira Filho
ainda por cima desqualifica os professores.
rasteiro.
a folha acabou.
só falta o gato cobrir.
Caro PHA, se há alguém e alguma coisa que ainda pode dar jeito neste país, este alguém é o HoMeM (Homem do Mapa da Mina), e alguma coisa é o PNBC (Projeto Novo Brasil Confederativo), porque o resto é só mais perda de tempo.
PHA & Cols,
E a Gloebels está com a ditamole.
O PiG está em crise: O famoso PNB (pé-na-bunda) chegou na Infoglobo. Pois é, de tanto falar em crise e desejar o mal para a economia do seu país, a crise bate-lhe às portas. É o velho ditado: quem a crise ferra, com a crise ferrado. Que crise, mora!
Saiba mais: http://tatodemacedo.blogspot.com/2009/02/pig-em-crise-pnb-da-gloebels.html
Sem crise!
Essa petezada é barulhenta mesmo. Errados são os outros. É o mecanismo de defesa do ego, chamado projeção, como ensina a psicologia.
Olá PHA, já não me admira o que o PIG diz ou escreve. Hoje na globo no jornal hoje a jornalista – ou será apresentadora – quando foi falar do índice de desmprego a primeira palavra foi “BOM o desemprego teve a maior alta…” ,isto é que é torcida pelo seu país ou será ela ianque, depois lendo o jornal daqui de Fortaleza a urubóloga Mírian Leitosa só ver campanha política antecipada do Lula com dona Dilma e diz até qual é o limite de trabalho de uma gerente. Nisso tudo só posso ver o desespero dessa midia golpista que terão de esperar mais quatro anos. Abraços.
DitaBRANDA ou jonalECO?
Além do mais, a folha de s. paulo gosta da ditaDURA porque a ditaMOLE não serve pra nada (…). hehehehe
Francamente, não sei por que damos tanta importância à folha de s. paulo. Eu particularmente prefiro ignorá-la, o que faço, aliás, desde o primeiro ano da faculdade. Além disso, jornal hoje no Brasil é irrelevante, não faz a menor diferença. Ninguém mais os lê, exceto uma minoria da população brasileira. Digamos 1% da população, se é que chega a isso. A folha de s. paulo, parafraseando nosso grande Gilmar Mendes, não enche uma kombi. Então por que nos perocuparmos com ela? Acho que o que ela quer é isso mesmo, é criar polêmica, para ver se vende mais alguns exemplares. Acredito também que ela está desesperada por um proer da mídia, como Sarkozy fez na França. Só que o Lula não vai fazer aqui, então ela está investindo tudo em Pedágio. É isso. Ela espera contar com a ajuda de Pedágio para não quebrar de vez. Esqueçam a folha de s. paulo.
Ué! Pensei que a Folha tinha descansado. Que nada, acho que já desconfiam que se trata de um cansaço que vai continuar depois de 2010. Então, num ato suicida, do tipo: “tanto faz, já perdi a dignidade, mesmo”, resolveram, como se ninguém soubesse, dizer em que time jogam. Não perceberam que o país deixou de ser terra de cego. Como são reacionários!
Esse camarada aí da foto é o famoso babaca assumido: “Sou babaca, e dai?”
A Folha e outros integrantes do PIG precisam entender que o Brasil de hoje não é o mesmo daquele país de 1964.
Em tempo – PHA, o Sérgio Naya foi encontrado morto num hotel da Bahia. Esta é manchete de um site nesta sexta-feira,pré carnaval.
O prezado jornalista não acha uma coincidência a morte do ex-deputado/construtor acontecer, exatamente. no estado de outro politico construtor?
A Folha está sendo fiel aos seus patrocinadores. É só isso.
Paulo Henrique.
Proponho o imposto ditabrando para a Folha e assemelhados.
Carta aberta para os Frias.
Editorial da folha de São Paulo, sucessora da Folha da Tarde, classificou a ditadura brasileira como ditabranda. Leio no Conversa Afiada a resposta da FSP aos protestos que despertou:
“Nota da Redação – Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional.”
Eu sei que não foram níveis baixos. Vocês mentem e eu acho que sei porque.
Até hoje não me senti de todo confortável para pedir a indenização pelo que a ditadura fez comigo. Vocês me despertaram.
Não critico quem pediu a indenização da lei da anistia (exceto por um que trabalha para vocês).
Mas a conta está errada.
Os que financiaram a repressão, a ditadura, os assassinatos, é que deveriam pagar.
Os que obtiveram favores, cresceram e lucraram pelo apoio à ditadura é que deveriam pagar. E não todo o povo.
Proponho um imposto ditabrando. Apenas 10% do patrimônio amealhado durante a ditadura por aquelas empresas e políticos que participaram da violência.
A história está em:
http://tivibrasil.wordpress.com/2009/02/20/imposto-ditabrando-para-a-folha/
A Folha está ensaiando uma jogada para 2010
A ditabranda fez de tudo para evitar violência mas teve que ser energica porque a terrorista assassina Dilma queria transformar o Brasil numa ditadura como Cuba..
Querem descontruir a guerrilheira e recuperar um discurso pro Agripino Maia.
Não acho que vá dar certo
PHA, a folha, assim como outros jornalões e grupos de midia, jogam para a torcida quando parecem não gostar do Lula, na verdade é o contrario. O que eles fazem é estrategico, valorizam suas midias, se colocam com virgens para ficarem mais valorizadas, fazem com que o governo busque consquista-las, como podemos perceber, investindo muito, comprando espaços nestes jornais e nos veiculos destes grupos, essa é uma forma inteligente de faze-lo cativo.
Houve até um dito antigo no meio politico que dizia: para que investir onde se conquistou, tem-se que cooptar quem está arredio. Nisso esses grupos esào demonstrando competência. Pode-se dizer que estou errado? O Governo Lula toma-lhe pau desta midia, e sempre que pode está lá bajulando-os, e capitalizando-os.
Infelizmente o Governo Lula, amestrou o PT, antes uma partido que propunha ações. Respeitado por uma parte do eleitorado orfã da politica com ética.
Hoje lembra um PSDB generico, um partido que traz para seu colo elementos de todos os governos, que conduzem suas agremiações partidarias baseados nos anti-principios, na anti-etica, e que compra e vende para poder governar.
A midia e os jornalões dirigidos por executivos expertos sabem e estão lá tambem, através de suas afiliadas cujos proprietários são do governo hoje.
O PT não melhorará o Brasil, seus nomes partidarios estão carcomidos e não trarão avanços apenas a manutenção. O PSDB, é destrutivo, representa um país que não é o nosso, ele quer um Brasil com outra bandeira, com outro Hino, quer outra história, quer ser o anglo na visão mais reacionaria, não latino, como voce fala. o brasil colono, com satisfação.
O PT, que hoje existe aderiu a velha politica, cooptou os elementos que conduziam seu principal adversário, absorveu muitas de suas diretrizes. Estremeço só de pensar se é que realmente são diferentes ou apenas jogo de cena, combinação de bastidores, que pareçam diferentes por ilusão de ótica.
Meu temor cada vez maior e que possamos ver em breve um Brasil, cuja unica contriubição positiva para o contexto das nações sejam as más ações que se apontam como exemplos para não seguir.
Realmente, desde que Lula foi eleito em 2002, a FSP não tem dado tréguas em sua posição nitidamente golpista. Agora, finalmente, a FSP “endireitou” publicamente. O que mais chocou não foi o tal editorial, e sim a maneira como foram tratados os dois professores universitários que se pronunciaram. A Folha parecia um cachorro babando, de tanta ferocidade…
Caro PHA, exatamente sobre esse assunto, pesquisando na internet encontrei uma entrevista muito interessante do historiador da UFRJ Carlos Fico no site na revista do IHU Online (Revista do Instituto Humanitas da Universidade do Vale do Rio Sinos – Unisinos – RS). A certa altura da entrevista achei interessante destacar o seguinte trecho:
IHU On-Line- Há quem afirme que a ditadura no Brasil foi mais “branda” que em outros países de América Latina. O senhor que estudou esses porões da ditadura, concorda com essa afirmação?
Carlos Fico- Eu acho que é uma contabilidade um pouco mórbida, quantos morreram, onde morreu mais gente… O fato de a Argentina e o Chile terem ditaduras mais violentas, não desculpa em nada a ditadura militar brasileira, que foi igualmente violenta, quando foi necessário, embora tenha causado um número menor de vítimas. Na verdade, a repressão brasileira foi bem mais dirigida e, nesse sentido, mais eficaz entre aspas do que as demais ditaduras da América Latina, que fizeram a repressão de maneira muito mais aleatória, talvez por conta do sistema de espionagem brasileiro que atuava já desde antes de 1964 – o SNI, foi criado em 64, mas antes já havia atividades de espionagem- de modo que a repressão sabia exatamente a quem buscar. Acho que essa comparação é equivocada, porque, se houvesse a necessidade de uma violência, descontrolada, abrangente, os militares brasileiros também a teriam feito.
Enfim, acho que essa resposta, vinda de um pesquisador na área pode resumir bem a indignação causada por essa pérola raivosa da FSP (Força Serra Presidente) em processo (?) de direitização nos moldes do padrão “Veja” de “qualidade” (?) – que por sinal, se fosse fosse uma revista séria não seria “Veja”, e sim “Leia”.
O link pra entrevista em formato PDF é esse: http://www.unisinos.br/ihuonline/uploads/edicoes/1158260072.35pdf.pdf
É isso, abraços
Neylor Ferreira, estudante de graduação em História – UFF
É um nojo, isto tudo. Esta forma canalha com a qual a Folha de S.Paulo trata os leitores. Pergunto: cadê o Jânio de Freitas, cadê o Carlos Heitor Cony, cadê o Clóvis Rossi, cadê o cartunista Angeli, cadê o Gilberto Dimmenstein ? Não escreverão nada sobre esta brincadeira editorial – um neologismo para classificar um atentado à democracia ? Me lembro das Diretas Já!, das capas da Folha … Quanta mentira! Por outro lado, há um aspecto bom neste editorial da FSP. É preciso que mostre de que lado está. Pronto. Não precisava nem tentar amainar o período chamando-a de “ditabranda”. Que o corpo todo da FSP assuma que é anti-democrático e pronto. Saberemos com quem estamos tratando. O duro é este “charme” democrata, pacífico, defensor das mais nobres causas libertárias que o jornal lança para os leitores, este jeitinho de popular que oferece em suas páginas, quando na verdade escondem um coturno bico-de-ferro, uma mordaça e um colarinho branco pronto a fincar a faca nas costas do cidadão. Mas, vejam só, a economia anda, pobres alcançam universidades (é um começo), a classe C cresce cada vez mais, enfim. Uma banana pra você, FSP, falsa, cínica. Sobretudo cínica.
PH, há muito tempo eu não perco meu tempo lendo/assistindo ao PIG. Pelo visto não estou perdendo nada, a cada dia que passa o desesperos desses senhores aumenta, levando-os a cometer sandices mil.
[s]
PHA, – Orlando f.filho 16:20 obrigado por nos passar o exemplo do seu pai;
continue sendo este bom filho, porque Deus deu a ele a possibilidade de vencer
aos maus, e viver para ensinar-lhe o respeito que hoje voce tem por ele e por seu filho; não podemos esquecer !! Erasmo Dias, Fleury,Doi-Codi, como
também orientar aquelas pessoas que nada sabem,se deixando enganar
pela mídia e políticos golpistas, Grande Abraço
Tudo bem! Concordo com todos aí acima! A Folha é um jornaleco que deve ser execrado em praça pública. Concordo inclusive, com um boicote geral, até fecha-lo. Dourar a pílula daquela ditadura, nefanda, famigerada e desalmada é imperdoável. Próprio mesmo de apátridas energúmenos. Feche-se a Folha! Mas por favor, conservem as crônicas esportivas do Eduardo Vieira na Coluna “Regra Dez”. Gosto demais da maneira que êle fala sôbre futebol!
PH, não sei como enviar derito para você esse comentrio.
Acabei de ler no site do carta maior sobre a Yeda do RS.
Gravações provam corrupção no governo Yeda Crusius, diz PSOL
Deputada federal Luciana Genro, vereador Pedro Ruas (de Porto Alegre) e presidente estadual do partido, Roberto Robaina, dizem, em entrevista coletiva, que existem áudios e vídeos que comprovariam práticas de corrupção e crimes eleitorais cometidos por Yeda Crusius. Sem apresentar tais áudios e vídeos, representantes do PSOL afirmam que decidiram fazer a denúncia após morte de ex-assessor de Yeda, Marcelo Cavalcante.
Para ler todo o materail o lik está abaixo
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15702
Isso o PIG passa longe.
A acusação é muito séria até assassinato tem na parada.
Se tal coisa existe, a DITABRANDA cabe indagar a fórmula de como prudizi-la.
Alguem que defenda uma ditadura o faz porque cre que se beneficiaria dela. Num regime autoritário esmaga-se opositores o problema é estar sempre em comunhão com o grupo de indivíduos que tem o poder. É um jogo sem garantias. Quando um punhados de pessoas toma o poder e o exercem sem questionamento ninguem está seguro nem quem lhes dá apoio.
Não faz sentido comparar ditaduras e medir em estatisticas o sangue q foi derramado, esta-se desse modo considerando q a morte de alguns seja desejavel e aceitavel. É tão fácil assim sacrificar o filho dos outros? Os donos da FSP estão prontos a fazer essa escolha, contabilizar alguns mortos pra concretizar um regime político da sua conveniência?
Que miseráveis esses Frias, prontamente se lançam como parceiros da iniqüidade e beneficiários da rapina.
Recebi uma ligação estes dias para fazer uma assinatura (?) deste jornal,
não que a vendedora tenha culpa! mas não aguentei, soltei os cachorros.
Gente!!!!!!!!!!
É SIMPLES
BOICOTE A FOLHA.
Tenho um neologismo à altura: a Folha gosta é de uma DITABURRA!…rs. A Folha pensa que somos todos analfabetos políticos! Só leitores porcamente alfabetizados ou ignorantes concordariam com um editorial como esse!
O que vou escrever aqui pode parecer cruel, ma não é. Meu pai assina esse arremedo de jornal há anos. Recentemente, ele está com suspeita de Alzimer, o que significa que ele, todas as manhãs, le o jornal e depois de alguns minutos já esqueceu tudo.
De certo modo ele é mais feliz pois não consegue lembrar aquele monte de mentiras(eu ia escrever outra coisa. A educação me impede).
Devo acrescentar que meu pai é um militar reformado(pertenceu a Guarda Civil de SP e, quando do golpe, teve que ir para a PM). Em 1975, o facista Erasmo Dias, então Secretário da Segurança, comunicou aos militares que havia uma célula comunista dentro da PM.
Meu pai era diretor da ADPM, um clube localizado na Marginal Tiete onde ele era responsável pelo restaurante. Antes, foi diretor do Centro Social dos Guardas Civis de São Paulo, entidade que intermediava as negociações salariais com o governo do estado.
Meu pai foi preso trabalhando no clube, foi levado para a Cavalaria localizada o bairro da Luz e depois foi levado ao DOI-CODI e torturado como muitos outros cidadãos brasileiros.
Na tortura morreram José Ferreira de Almeida, oficial na mesma época do assassinato de Wladimir Herzog.
Conto tudo isso para dizer que tenho orgulho do meu pai, um profissional correto que nunca torturou, espancou ou matou alguém no período em que exerceu a profissão de policial.
E também para mostrar aos caros amigos desse espaço que existem militares que não são canalhas como o tal capitão de mar e guerra PAULO LUSTOSA, um gorila que hoje veste pijama.
Mesmo tendo apenas o 4º ano primário, meu pai conseguiu tornar um animal político e me ensinou a lutar contra as injustiças, o preconceito e a violação dos direitos humanos.
Passo a mesma filosofia para meu filho de 12 anos, um garoto comum que gosta de jogos de computador, mas também leu a biografia de Adriano, se interessa por filosofia e tem um ótimo humor.
Recomendo aos amigos que assistam o filme “As invasões bárbaras” pois ele nos ajuda a entender um pouco o drama e as dúvidas de todos nós.
Um grande abraço a todos que jamais depõe as armas(aqui no sentido figurado, claro).
Vou convencer meu pai a cancelar a assinatura dese jornalzinho de m… (pronto!! falei)
Eu só não digo que a folha é um jornal de débil mental em respeito aos portadores de deficiência cerebral.
Quem diz que é branda nao leu TORTURA NUNCA MAIS!
Só mesmos os imbecis para assinarem um panfleto que tem opinião que vai a verdade dos fatos. Idem à revista veja ou outros jornalões que ainda não se expuseram, preferindo guardar ainda o segredo dos tempos sórdidos.
A folha de são paulo desceu, junto com seus jornaLISTAS amestrados, com esse editorial – embora já tenha iniciado a descida ao participar do governo militar, de forma velada – às profundezas do inferno.
O que mais incomoda é ver pessoas ainda comprando ou assinando um lixo impresso que mente e comete erros históricos graves, cujo único objetivo é eleger o auto-exilado Serra a presidente de um Brasil riquíssimo.
O que faz um jornalista se submenter a trabalhar numa empresa safada como a folha de são paulo? Será que pensa (ou age por instinto de sobrevivência?) em igualdade com o patético e pateta Frias?
Paulo Henrique, se possível conte com mais detalhes a relação de Bóris Casoy e Otávio Frias. Fiquei curioso sobre como se deu essa relação. É que o espírito do bolorento Casoy, que a decadente Band ressuscitou, parece pairar sobre a Folha. Afinal, por mais que ele fale grosso com os pobres e fino com a elite corrupta, por mais que ele berre que isso ou aquilo é uma vergonha, vergonhoso mesmo é o seu passado de interventor.
Essa “reportagem” deve ser pra desviar a nossa atenção de algo muito mais grave, pessoal…
É nisso que dá, o Brasil não faz sua lição-de-casa de enquadrar os torturadores (único na América Latina, acho) e os reacionários vão pondo as manguinhas de fora, até ex-militar se acha no direito.
Paulo Henrique,
Quero Propor uma enquete com apenas duas alternativas:
Na hipótese remota do Brasil ser invadido por uma potência estrangeira, o que faria nosso governador José Serra:
a) Chefiaria um grupo de políticos paulistas para criar um governo favorável ao invasor e com o beneplácito e proteção deste, como fez na França o Marechal Pétáin?
b) Correria a refugiar-se em um país amigo, de onde organizaria o remanecente das forças armadas e criaria e comandaria de lá uma resistência ao invasor, como fez De Gaule?
Pode escolher quando quer publicar a enquete. Durante o carnaval ou após o carnaval quando o PIG noticiará que o número de morte caiu nas estradas estaduais em São Paulo e cresceu horrivelmente nas Federais.
Também sei que este espaço não é da Globo, mas insisto em não cobrar direitos intelectuais dessa enquete nem ontem, hoje e sempre!
Abraço,
JBVallim
PHA, leio do Portal Comunique-se:
Nova falácia da Folha de S. Paulo: ditadura é a PQP!, por Celso Lungaretti
Celso Lungaretti (*)
Mea maxima culpa: de tanto constatar que a Folha de S. Paulo não segue as boas práticas jornalísticas nem respeita meu direito de resposta, acabei preguiçosamente deixando passar em branco mais um editorial escabroso desse jornal em processo de direitização, que acerta cada vez mais marteladas na ferradura e menos no cravo.
No último dia 17, em resposta ao que avaliou como sendo uma “vitória eleitoral do caudilho venezuelano” , a Folha lançou o editorial Limites a Chávez, no qual, lá pelas tantas, colocou no mesmo saco Hugo Chávez, Alberto Fujimori e os ditadores militares sul-americanos das décadas de 1960 e 1970, da forma mais descabida e estapafúrdia:
Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D50906%26Editoria%3D237%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D122333456644%26fnt%3Dfntnl
abraços
A Folha não faz nada sem ser de caso pensado. E antes de ser um jornal, é uma máquina de golpes trabalhando febrilmente noite e dia. Esta jogada da Folha tem como alvo os militares brasileiros. Foi endereçada exclusivamente aos militares. Os objetivos da Folha e de sua máquina de golpes podem ser dois: 1-) Reacender o debate sobre essa questão dentro das Forças Armadas, as quais já têm o assunto como uma página virada da história. 2-) Dividir as Forças Armadas, que no momento estão coesas em torno do governo e dos altos objetivos de defesa da Nação. Ninguém duvide. Se o grupo político da Folha não tiver chance de vencer democraticamente as eleições de 2010, ele vai tentar o golpe, possivelmente baseado na fabricação de algum escândalo. Mas os militares já devem ter conhecimento de suas ações antipatrióticas.
Pessoal, o que alguns comentaristas precisam fazer é desistirem da assinatura desse jornal! Com que objetivo continuam dando dinheiro para uma empresa que manipula dados históricos? A internet está aí para suprir nossas necessidades de informação! Já fui assinante da Folha e logo que pude ter acesso à internet desliguei-me do jornal. Na época aleguei que não concordava com a linha da empresa, deixando clara a minha insatisfação com o tipo de jornalismo desenvolvido ali.
Acredito que só assim ocorrerão mudanças efetivas!
Como eu pude ter a mente tão obtusa! De 1975 a 2003 eu achava que este folhetin era um JORNAL, só comecei a percerber em janeiro de 2003, com quem estava lidando.
Lia Elio gaspari e achava que estava sendo informado, ledo engano, estava lendo opniões como se fossse informações!
Hoje eu passo na banca leio a machete da folha de longe, evito tocar em coisa tão abjeta. Sei o que escondem, o que manipulam e a mando de quem.
A FSP, Força Serra Presidente, tá manjada, vai pro buraco, prefiro tomar um chopp com a grana e garimpar notícias na net.
Ruy Barbosa Maciel- Governador Valadares MG
A Folha tenta re-escrever a história para melhorar a sua imagem. Atitude de quem não tem caráter. Não é a primeira a tentar e não será a última.
Não leio a Folha. Hoje, começo o processo de encerramento de minha conta no uol e de mudança de meu endereço eletrônico. Convido a todos os que sentiram asco pelo editorial e pelas respostas às cartas enviadas pelos leitores que façam o mesmo. Vamos contribuir para acelerar o fim deste jornaleco.
Quando não existiam as cintas tudo bem usar suspensórios, mas hoje, no mundo em que vivemos, fica dificil acreditar em homens que usam suspensórios para segurar as calças(olhem bem a foto).
Boris Casoy, o mackenzista membro do CCC?
COMANDO DE CAÇA AOS COMUNISTAS?
Caro PHA,
Gostaria de uma análise sua sobre as demissões da Embraer. Exagero / oportunismo dos empresários, ou a marolinha está nos dando um caldo?
O afundamento destes jornais do PIG agora me fazem entender o porque de tanta insistência para aceitarmos 15 de assinatura gratuita. Só este ano já recebi mais de 20 tentativas…
Como não leio PIG, não vendo sabão em pedra……… não me serve em nada
É PHA! Lendo isso creio que o Ombudsman da Folha em breve vai perder o emprego. Veja sua coluna do dia 15.02.09
CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA
ombudsman@uol.com.br
A Folha e os problemas de São Paulo
O jornal deixa muito a desejar em relação ao que se espera do maior diário paulista na cobertura de temas como exame de professores e merenda
A CIDADE e o Estado de São Paulo, onde este jornal tem a maioria absoluta de seus assinantes e leitores, começam 2009 com problemas sérios.
A maneira com que a Folha os vem tratando deixa muito a desejar em relação ao que se pode esperar do maior diário paulista.
Um deles é o exame a que foram submetidos professores temporários da rede estadual de ensino público, no qual número expressivo tirou nota zero e metade não chegou a cinco.
Como na greve da categoria em 2008, o jornal trata do caso superficialmente. Reproduz declarações das autoridades e, em contraponto, ouve mecanicamente o sindicato dos trabalhadores.
O “outro lado” não é o sindicato, mas os professores, cujas histórias não chegam ao público. O jornal não vai fundo nem nas causas de haver tantos professores provisórios no sistema nem nas razões por que muitos se deram mal na prova.
As condições em que o teste foi concebido, formulado e aplicado (há indícios de que estiveram longe do ideal) não foram detalhadas.
O noticiário e opiniões do jornal acabaram passando a ideia de que a “culpa” do mau desempenho é apenas dos professores, mostrados como em geral despreparados. É claro que a explicação é muito mais complexa.
Outra situação é a da merenda escolar no município de São Paulo. Embora em 2007 a Folha tenha levantado o tema que agora está sendo retomado pelo Ministério Público, seu acompanhamento neste ano tem sido pouco arrojado.
O jornal precisa ser mais ativo. Em vez de quase se limitar ao pingue-pongue entre prefeitura e seus acusadores deve tomar a iniciativa de, por exemplo, verificar autonomamente a qualidade da merenda, pesquisar se pais, professores e alunos estão satisfeitos com ela em comparação com a que tinham antes.
O tema merece mais espaço, destaque e investimento do que tem recebido. Houve dia em que o noticiário sobre ele teve o mesmo tamanho de uma foto que mostrava as calças de um calouro estragadas em trote universitário.
Os paulistas, principalmente os paulistanos, estão sofrendo bastante com enchentes. Mas o jornal tem cuidado delas de forma acanhada. Relata os alagamentos que ocorrem, publica fotos de carros boiando nas ruas, conta os quilômetros de congestionamento. É muito pouco
No dia 10, por exemplo, reportagem registrou que a prefeitura “espera o pior fevereiro desde 2004″ e fará novo estudo de riscos só depois do período de chuvas.
A placidez com que acata tal declaração só se compara com a aceitação passiva do argumento de que a prefeitura tapa os buracos “sempre que é informada”. Ambas são constrangedoras.
Nada de jornalismo preventivo. Nada de acompanhamento sistemático das providências que as autoridades dizem tomar.
Finalmente, a erupção de violência na favela de Paraisópolis, cujo acompanhamento anódino por este jornal já comentei, não o motiva a se aprofundar no exame desta e de outras comunidades em que a expressão “barril de pólvora” se aplica bem, apesar do lugar-comum. Até acontecer a próxima explosão.
Cobertura enviesada é um desserviço a leitor e jornal
A cobertura que a Folha fez do encontro de prefeitos em Brasília esta semana foi um desserviço ao leitor e ao jornal.
Textos, fotos e edição tinham todas as características de um trabalho enviesado, distante da imparcialidade que deve nortear o noticiário.
Imagens da ministra Dilma Rousseff com expressão sonolenta e de membro da audiência que cochilava ressaltaram sem motivo jornalístico aceitável situação banal em qualquer reunião desse tipo com o aparente objetivo de desqualificar o evento por razão irrelevante.
Reportagem disse que “pacote de bondades” anunciado pelo presidente Lula frustrou “parte da plateia”, seguramente verdade, mas não mencionou se satisfez alguma outra “parte”, o que provavelmente também deve ter ocorrido.
Cheios de expressões impróprias em texto informativo, os relatos denotavam inegável predisposição contrária ao discurso do presidente.
Mais grave foi dar inusitado destaque por dois dias seguidos a um lapso corriqueiro de Lula sobre o número de analfabetos em São Paulo como se ele pudesse criar uma crise política, o que nem o possível alvo do suposto ataque, o governador Serra, achou certo valorizar.
Esse jornal, nem em emergência eu uso para me limpar. Tá cheio de vermes.
a folha devia abrir uma empresa na coreia ou outro paisinho ditatorial qem sabe assim teria mais elementos para sua estatísticas imbeciloides…
Eu tenho um tio vivo e com saúde que escapou das garras da ditadura. Ele escapou da Ilha das Cobras no litoral carioca (nossa Papillon brasileira). Passou 30 anos dado como morto pela Marinha, a pouco tempo conseguiu provar que ele era ele mesmo e receber pela justiça o que o Estado Brasileiro devia a ele. Olha, a ditadura foi pau, cacete, bala. Tortura é fichinha o que se passou nos porões das delegacias e quarteis nas mãos dos torturadores brasileiros e americanos que vieram “trabalhar” aqui. Muito se fala de Abhugraib, Iraque, Guantanamo, blablabla. O Brasil nunca terá paz enquanto esconderem a verdade sobre a idade das trevas. Um presidente do senado que disse que nunca ouviu falar que houve tortura naquela época, um ex presidente do Supremo que se caga todo ao se tocar no assunto, um presidente da republica omisso. Somos uma bosta mesmo. E com a ajuda do PIG é que lascou tudo mesmo.A verdade é essa nua e crua: o PIG colaborou com a morte e desaparecimento de dissidentes, são criminosos tanto quanto os torturadores, atentaram contra a humanidade e esse tipo de crime não prescreve, e é disso que tem medo.
-A Folha teve a audácia de chamar a Maria Victória Benevides de cínica e mentirosa! Meu Deus, meu Deus, agora eu sei que eles não têm mesmo limites!
A FSP ou seria TFP??? Tanto faz. O certo é que as ofensas lançadas pela folha, é a arma dos que não tem argumento. A ética da folha é a ética nanica dos sem caráter e o jornalismo da folha está cada vez cavando a sua própria sepultura. Não demora muito e veremos esse e outros ’senhores de engenho’ com o pires na mão. Só precisamos impedir o Zé Pedágio de assumir em 2010. Porque se isso acontecer o PIG vai ressurgir das cinzas a toque de caixa promovida pelo Zé Homer Pedágio Burns.
Uma das características das ditadura cubana e brasileira foi o alto investimento em educação. Eu pude usufruir de uma escola pública de boa qualidade,ganhava material esportivo para as aulas de educação física(Conga, e camiseta) calção tinah que comprar. Meus filhos hoje nem sequer tem aulas de educação física. A democracia tem por característica investir somente na elite. Tanto FHC como Lula Viva a democracia!!
Exagerei na cifra: são aproximadamente 300.000 as vítimas diárias da fome e da miséria pelo mundo!
FOLHA DE SÃO PAULO: um jornal a serviço da ignorância, violência e ditadura. Já vai tarde(2)!!
Caro Adão,
por favor não ofenda o Periscópio de Itu, o vereador Juca Pau-d’água, de BragaNey. e o Paulinho do açougue, todos gente do maior gabarito…..
E a manchete da Folha hoje, defendedo a Ieda Cruzius, que é do PSDB:
Sem provas, PSOL acusa Ieda….. è patética. Jornal de 5a. categoria. Acha que estamos lá no tempo da ditadura, quando Não tinhamos mesmo acesso a muitas informações. Agora temos, Sr. Otavio.
Editorial VADIO de um jornal VAGABUNDO
Muito barulho por nada, PH! Há séculos não leio uma única, escassa linha, diria Mino Carta, desse diário dos tolos! Ditadura cubana? Por certo a Folha gosta é da ditadura do mercado, essa que mata 3 milhões de pessoas diariamente de fome e doenças ao redor do mundo!!! Exagero? Essa informação é das Nações Unidas…
Estimado PHA,
Como diria uma certa bravata de jornalista que não recordo o nome no momento. São apenas:
http://tatodemacedo.blogspot.com/2009/02/noticias-vadias-de-um-pig-que-abunda.html
Nada mais,
abraços a todos
Ops,
após 64 nunca houve paz pelas ruas das cidades. Muito jovem fui intimidado pela polícia n vezes, só por que era bonito, livre e tinha cabelos longos. Enquanto isso Miles Davis quebrava tudo, é véio. Reaças travados, funiquem-se.
Como falsas vestais, as máscaras caem. Com maior ou menor atraso, mas caem. Porém, o tal pasquim (não confundir com o Pasquim) tem lá sua razão. Notem bem. Diversos dissidentes, ao serem encaminhados para o DOI-CODI, onde receberiam atenção de Fleury, Ulstra e outros tantos, o faziam confortavelmente em “viaturas” cedidas gentilmente pela FSP. Não eram obrigados a andar nas desconfortáveis e antiquadas viaturas militares. Portanto, nossa ditadura foi mais “humana” que as dos hermanos!
Com certeza é bom pra Folha e os amigos da Folha. Depois de passado e regime, a grande maioria que não tomou um tapa na cara da ditadura, ira ao STF, do Vagabundo Mendes e conseguirá polpudas indenizações.
Raça canalha, raça covarde, raça maldita!!!!
PHA,
Sugestão de enquete:
Em que instituto a Folha se baseou para medir o grau de crueldade da ditadura?
1. DataPiG
2. Secretaria de Educação da Chuíça
3. CEBRAP
4. Fundação Ford
5. I-BOPE
6. Comissão Eleitoral do Zimbábue, que sempre deu ao ditador Robert Mugabe mais de 90% dos votos sem conferir a legalidade deles
7. Datanálisis, da Venezuela, que não hesita em prever “derrotas” (???) de Hugo Chávez
LÁ PELA DECADA DE 80 EU COSTUMAVA LER O JB DIARIAMENTE E A FOLHA AOS DOMINGOS. ERA UM BOM JORNAL, MAS NADA DE MAIS…
QUANDO VEIO A ELEIÇÃO DE 89 A FICHA (PRA MIM ) CAIU.
A FOLHA PASSOU O PRIMEIRO TURNO “QUEIMANDO” O BRIZOLA DIARIAMENTE,
ENQUANTO POUPAVA O LULA, PARA ESTE LHE TIRAR O LUGAR NO SEGUNDO TURNO COMO ACABOU ACONTECENDO. NO CONFRONTO FINAL COM O COLLOR, O JORNAL “VIROU” O FIO E DESANCOU A DERRUBAR O LULA.
PRA MIM FOI O SUFICIENTE PARA, NUNCA MAIS (NUNCA MAIS MESMO), LER ESTE JORNALECO ELITÓIDE.
ME ADMIRO VOCES AINDA FICAREM PERDENDO TEMPO COM ESSES MORIBUNDOS!
Pela lógica da Folha, podemos considerar o Holocausto um quase-refresco, se comparado com a morte de 30 milhões de russos na 2ª Guerra. Afinal, tudo é relativo. A própria Folha é um grande jornal …, se comparado ao Periscópio de Itu, claro! FHC é um estadista, obviamente em comparação com o vereador Juca Pau-d’água, de BragaNey. Zé Serra é um exímio administrador, comparativamente ao Paulinho do açougue, obviamente. E assim vai …
Na madrugada de sexta (20/02), em um canal denominado Rede Brasil, foi transmitido o filme “Estado de Sítio”, de Costa Gavras.
O pano de fundo é a ditadura existente no nosso Cone Sul. Mostrava informações a respeito dos serviços de inteligência da ditadura dos países.
Para o pessoal da Folha custa pouco alugar o filme lá na 2001 Video e esquecer um pouco daquela “Revista de Frivolidades” que editam no domingão.
Segundo a Nota da Redação a Folha ” respeita a opinião de seus leitores” menos a dos “professores Comparato e Benevides” e dos que pensam como eles, ou seja, as vitimas da ditadura.
A Voltagem dos choque devia ser baixa devem pensar esses canalhas.Ditadura só com 220 W pra cima
A Redação da Folha pensa exatemente como a ditadura, por isso quer que os chamem de “ditabrandos” . Eles ,o Fleury e o Ustra(Major Tibiriça), todos brandos agentes da dita. Eles só queriam evitar que o Brasil se transformasse numa imensa Cuba.Todos heróis não é Otavinho ?
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………………………….Paulo Henrique…?!……………………
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………………………………………A..,…………………………………
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………………………..” Frias de São Paulo..”..
…………………………………sempre foi
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…………………………………….uma,……………………………….
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………………………………….. Farsa…!…………………………..
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………Éra só você ver o que eles faziam com os
…………………………….”.funcionários”,……………………….
…………………….vários amigos meus que
……………………………..trabalhavam,.
……………………………………..lá,.
………………………tinham que descer no
………………………………… “cartão”
…………………………………de ponto,..
………………………………bater a saída
………………………………………e
………………………….voltar prá trabalhar…!…………………
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………………………..Fóra os entregadores,..
……………………………….os donos das
……………………………………Kombis,…
…………………………..eram tratados como,
……………………………………BICHOS..!
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….Aquilo lá éra um mini-campo de concentração..
…………………e sê você abrisse a boca,..
……………………………………éra,……………………………….
…………………………………..RUA…..!…………………………
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……………………………………A, …………………………………
…………………”liberdade de expressão”………………
…………………………….LÁ dentro,…………………………..
……………………………….é que……………………………….
………………………………..éra,………………………………….
……………………………….uma,………………………………..
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……………………………….Fria.!………………………………..
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Jornalzinho hipócrita. E pensar que um dia este jornal fosse elogiado por mim. Como fui enganado. Como diria Jeremy Irons no filme “A Casa dos Espiritos” da Isabelle Aliende. Ele disse “Como pude me equivocar tanto?”
A Folha já não era flor que se cheire na época do Frias pai. O Frias filho apenas completou a obra tornando-a um veículo mais do que suspeito onde tudo cheira mal. Felizmente sua influência é mínima, como ficou claro nas últimas eleições.
Pela lógica da Folha, podemos considerar o Holocausto um quase-refresco, se comparado com a morte de 30 milhões de russos na 2ª Guerra. Afinal, tudo é relativo. A própria Folha é um grande jornal …, se comparado ao Periscópio de Itu, claro!
Os intestinos da ditadura Brasileira e as suas irmãs latinas jamais serão conhecidos. Pode prender meia dúzia, encontrar mais meia dúzia de ossadas, mas o que de verdade aconteceu e a real dimensão do fato está cerrado para sempre.
Não existe, ao meu modesto ver, ditabrandas ou ditamoles. É tudo igual, seja no Brasil, Argentina, Chile, Uruguai ou onde for. É perseguição, repressão, censura, cerceamento de direitos e o escambau.
O Brasil poderia ter escolhido outro caminho ? Não sei. O manto que cobre essa época é espesso e acredito que nunca será removido.
Vir hoje, e dizer que foi uma ditabranda, sem que a maioria dos que hoje aqui estão não participaram de nada, não levaram porrada e tiros em passeata, não foram presos nem torturados nem exilados é fácil.
Difícil é ter participado, mantido a convicção e ter morrido pelo ideal.
Não concordo com alguns atos praticados, nem com determinadas formas de ação. E acredito que muitos pensem assim, afinal a unanimidade é burra.
Devemos sim, dar os nomes certos aos acontecimentos pois como já foi dito o povo que esquece seu passado está fadado a repeti-lo.
Curiosa a arrogância com que a redação da “Folha” responde aos Prof’s Comparato e Benevides, quer dizer que para ter o direito de criticar a DITADURA de DIREITA no Brasil, o cidadão precisa de atestado ideológico, precisa antes criticar as “ditaduras de esquerda”? DITADURA é DITADURA, e todas merecer ser criticadas em seus abusos! E cínica e mentirosa é a Folha, que tenta tolher o direito de crítica dos leitores!
O Otavinho tá querendo uma vaga como editorialista do blogue do Professor Hariovaldo. Vai ter que ralar muito ainda, porque lá não tem QI!
http://hariprado.wordpress.com/
Definitivamente, um jornal a desserviço do Brasil. Pelo menos caiu a máscara do jornal, que se maquiou de esquerda e enganou e continua enganando vários incautos, que o assinam e acreditam que esse folhetim pratica um jornalismo honesto. Por certo, nenhum frias foi torturado, por isso que o imbecil (segundo Mino Carta) do otavio frias filho publica um editorial com esse teor de horror. É que a folha estava do lado dos torturadores e agora tenta reescrever a história. Pelo apoio que deram á ditadura militar, a folha, globo e estadão são diretamente responsáveis pela prisão, tortura e morte de muitos brasileiros que, de forma legítima se opuseram ao golpe de estado feito pela predadora elite brasileira. Segundo Mino Cartas, são duas as maiores tragédias brasileiras, uma foi a escravidão (talvez o ali kamel tente futuramente relativizá-la) e a outra foi o golpe de estado, que derrubou um presidente democraticamente eleito, João goulart e implantou uma ditadura selvagem no país. O otavio frias filho deveria ler o livro publicado recentemente que conta os bastidores dos porões da ditadura, para ver o quanto aquilo era hediondo. bush mostrou ao mundo a verdadeira cara dos Estados Unidos, que de democracia não tem nada. otavio frias filho mostrou o caráter fascista que hoje impregna na folha. Dessa forma a folha se junta à revista veja como publicações fascistas brasileiras. É ISSO.
Caro Paulo Henrique: o que esperar da Folha? Esse jornal apoiou o golpe militar de 64 e foram subservientes ao regime militar durante toda a sua existência. Hoje combatem Lula ferozmente. São incapazes de fazer jornalismo decente. Essa gente não tem moral e tampouco decência para cobrar coisa alguma de Maria Vitória e Fábio Comparato. Realmente “ditabranda” é demais! Só mesmo uma direita troglodita seria capaz de empregar um termo como esse. Para a Folha realmente deve ter sido “branda”, uma ditadura “branda”. Afinal, eles usufruíam das benesses do poder. Pouco importa para essa direita se muitos foram torturados, mortos e obrigados a fugir do país. A Folha não merece ser lida, pois é um lixo como jornalismo. Luiz Antonio.
É um editorial absurdo de um jornal que deveria prezar pelo mínimo de compostura perante seus leitores. Não é à toa que abriga um preconceituoso e imbecil como o Josias (aquele que chamou a Marta e a Dilma de vadias e cachorras), que possui coluna política diária. A Folha é um símbolo do atraso político brasileiro, travestido de “baluarte democrático”, quando na verdade serviu à ditadura, vergonhosamente, e defende descaradamente os interesses do José Serra para a presidência. De democrática não tem nada. Seu ranço quanto à colocação do Profº Fábio Comparato, por conta deste não chamar Chávez de ditador, é incontido, pois vale lembrar que o Chávez se submeteu a 15 referendos em 10 anos de goveno e a oposição esperneia todo dia na imprensa local.O referendo é democracia direta, participativa, significando outro exercício democrático para além da eleição de representantes.E mais: Chávez diminuiu sensivelmente a pobreza em seu país, tendo erradicado o analfabetismo com o eficiente método cubano. Se isso é ditadura, eu não sei mais o que é democracia. O que existe, a meu juízo, é uma ditadura do poder econômico, apoiada na mídia (e fortemente na Folha), que independe de um regime político democrático ou ditatorial para satisfazer seus interesses.
Eu achei intrigante o termo “ditabranda”, mas o que mais me chamou atenção foi a também estúpida caracterização do patrocínio de um golpe de estado como uma atitude pura e simples de “inabilidade” da oposição:
“A inabilidade inicial da oposição, que em 2002 patrocinou um golpe de Estado fracassado contra Chávez e depois boicotou eleições, abriu caminho para a marcha autoritária…” (Limites à Chavez, 17/02/09)
Mas como é cínica e mentirosa a Nota da Redação da Folha(*); como não consegue atacar os corretos argumentos dos professores Comparato e Benevides, tenta desmerecer suas reputações — que papel ridículo! E fica claro que sempre há viúvas da ditadura, tais como o capitão-de-mar-e-guerra reformado, dispostas a falar bobagem — puxa, como são bonzinhos!
E ainda tem gente que lê a FALHA DE SP ? Eu só consigo ler 1 única página deste jornal: aquela que tem a coluna do Simão e os quadrinhos.
De resto não serve nem para papel de embrulho. Para isso o ESTRAGO DE SP (concorrente da FALHA) é melhor. E apenas como papel de embrulho estes jornais são concorrentes.
As mascáras caem de forma absoluta meu caro PHA, e o forte esquema de blidagem do PIG e as agências não tem força mais de se manter sustentadas pelas próprias pernas rsrsrsrs.
Mas fato é que a Folha dentre outros não só tem uma posição definida, como empregam diariamente seus esforços em desqualificar o governo Lula, mas por outro lado, temos uma mobilização de pessoas dispostas ao enfrentamento estou nesse corpo.
17 de fevereiro de 2009. Pouco antes do Carnaval, a Folha tirou a máscara que há muito tempo não escondia sua verdadeira face. Isso é bom para o jornalismo verdadeiro, aquele praticado por profissionais como Paulo Henrique Amorim, Mino Carta e Luis Nassif. E péssimo para o PIG. Milhares de leitores vão abandonar o jornal, somando-se a muitos outros que já o fizeram. Folha de S. Paulo: já vai tarde!
POUCAS VEZES EU VI UMA PUBLICAÇÃO DESCER A UM NÍVEL TÃO BAIXO, CHAMANDO OS LEITORES DE CÍNICOS E MENTIROSOS.
O JORNALISMO BRASILEIRO ESTÁ EM COMA. VIRAMOS JACOBINOS E MONTANHESES.
LAMENTÁVEL.