A Humanidade mudou? Ou é apenas uma forma de editar imagens que se parecem?

29/janeiro/2009 9:12

Holocausto, Gaza

Holocausto, Gaza

O Conversa Afiada recebeu de um navegante amigo essa seleção de fotos, com a pergunta:
Será que a desumanidade é tão diferente??? Ou é a mesma coisa em lados trocados???
Dê a sua opinião!

View more presentations or upload your own.

 

 

 

70 Comentários para “A Humanidade mudou? Ou é apenas uma forma de editar imagens que se parecem?”

  1. alex em 14/maio/2009 as 22:08

    Humanidade, progresso cientifico……
    …. fracasso moral….interior…… hoje em dia séria péssimo para todos nós, se os cientistas descobrissem novas fontes de enegias ,mais poderosas,mais potentes etc…..Creio que todos sabem para que seria usado.
    Por mais que pudesse ser tilizada para algum objetivo nobre ou edificante,concerteza o “efeito colateral” seria incomparavelmente pior…
    É triste assumir isto mais os fatos tem falado por si……

    Descendentes de alemães que nascem no Brasil são “Brasileiros.”
    Descendentes de Palestinos que nascem no Brasil são “Brasileiros.”
    Descendentes de Judeus que nascem no Brasil são “Brasileiros.”

    As veses tenho a impressão que os “velhos” querem que os mais jovens assumam suas rixas e guerras e acabam perpetuando a desgraça.

  2. Fique por dentro Judeu » Blog Archive » A Humanidade mudou? Ou é apenas uma forma de editar imagens que se … em 30/janeiro/2009 as 22:46

    [...] população (ou não?). Foi eleito duas vezes (não entro no mérito das … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]

  3. Neno Fogaça em 30/janeiro/2009 as 20:04

    Vou mudar meu texto para não ser censurado novamente.
    Como podemos crer em Deus se permite essas atrocidades contra inocentes, judeus, palestinos, africanos, brasileiros ,,,,

  4. Sergio Santos em 30/janeiro/2009 as 19:14

    LÓGICO que é a mesma coisa. De um lado um Estado Terrorista com exército, do outro um povo desarmado e sem pátria. Isso chama-se GENOCÍDIO.

  5. antonio carlos coelho em 30/janeiro/2009 as 16:17

    O mundo sempre foi assim. A vida do ser humano é um quadro de mosaico.A guerra é uma peça que compõe este quadro. Sempre.

  6. André em 30/janeiro/2009 as 15:09

    Se alguém estiver realmente interessado em acompanhar uma discussão de bom nível sobre o assunto, sugiro o seguinte link: http://pedrodoria.com.br/2009/01/30/a-historia-da-fundacao-de-israel/

    Um pouco mais de razão e menos de paixão…

  7. Gabriel K. em 30/janeiro/2009 as 14:49

    Finalmente, hem, PHA!!!!
    Fico aliviado de saber que você não tem medo de entrar nesse assunto.
    Tem gente ai dizendo “não se pode comparar”… Ah, é? Por que não?
    Tem gente também dizendo “guerra é tudo igual”, logo essa pode?

  8. MARCIO em 30/janeiro/2009 as 14:42

    SÓ HAVERÁ PAZ QUANDO OS HOMENS ATINGIREM A LIBERDADE ESPIRITUAL! OU SEJA, ACREDITAR QUE NÃO EXISTE VIDA APÓS A MORTE! E QUE A ÚNICA LEI A SER SEGUIDA É DA COMPENSAÇÃO….O BEM QUE TE PROPORCIONO, SERÁ O BEM QUE ME RETORNARÁS! Marcio Wilkomm

  9. Fique por dentro Humanidade » Blog Archive » A Humanidade mudou? Ou é apenas uma forma de editar imagens que se … em 30/janeiro/2009 as 13:13

    [...] Gaza][/caption] O Conversa Afiada recebeu de um navegante amigo essa. fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]

  10. Rafael A. Silva em 30/janeiro/2009 as 11:46

    Pior, porque agora os p*tos fazem isso com apoio mundial.

  11. Gabriel em 30/janeiro/2009 as 11:23

    Comparação boba, qualquer guerra tem cenas parecidas umas com as outras.
    É inevitavel semelhanças como essas, e isso não só em Gaza. Mais em qualquer guerra ou conflito no mundo.

  12. Eduardo Fróes em 30/janeiro/2009 as 8:44

    Naquela época era Adolf Hitler o carrasco, e agora, quem é o carrasco?

  13. braz rossi neto em 30/janeiro/2009 as 8:30

    essas fotos são uma sapatada na midia manipuladora e a verdade vem a tona

  14. Marilda Conceição de Oliveira em 30/janeiro/2009 as 8:26

    PHA, és o sábio da comunicação! tens a capacidade de levar ao povo com toda
    sutileza, o sentido verdadeiro da desgraça. Que Deus,traga paz para a humanidade; e que o povo, principalmente o brasileiro, tenha capacidade de
    avaliar o puro e verdadeiro sentido da mensagem, preparando o presente, para colher no futuro.
    O semblante de impotência, e desespero estampado no rosto da criança conforme foto acima, comove o coração.

  15. Moacir Moreira em 30/janeiro/2009 as 3:07

    O que pensariam os judeus caso os cristãos do Vaticano resolvessem invadir Roma e declarar a Itália um país católico?

    Se os judeus não querem ser odiados deveriam descer de seus pedestais e integrar-se definitivamente à espécie humana.

    O Deus dos Judeus não é melhor nem pior que nenhum outro Deus.

    Alguma dúvida quanto a isso?

  16. eEUcomISSO [Tassio Bruno] em 30/janeiro/2009 as 1:46

    isso me lembra oq eu disse há algum tempo.
    outrora a humanidade num ligava nada para o holocausto.
    hoje choramos por sofrimentos como o de Gaza.
    é o sinal da nossa evolução bons amigos.
    logo casos assim deixarao de existir.
    tenhamos fé em Deus.

    Paz.

  17. Fabio Passos em 30/janeiro/2009 as 0:42

    Leiam no excelente blog de Georges Bourdoukan a Carta do professor André Nouschi ao embaixador de Israel na França…

    palhinha…


    Como os judeus que tanto sofreram podem imitar os seus carrascos hitlerianos? Para mim, desde 1975, a colonização recorda-me velhas lembranças, aquelas do hitlerismo. Não vejo diferença entre vossos dirigentes e os da Alemanha nazi.

    Pessoalmente, vou combater-vos com todas as minhas forças como o fiz entre 1938 e 1945 até que a Justiça dos homens destruísse o hitlerismo que está no coração do vosso país.

    Vergonha a Israel!!

    André Nouschi, 86 anos, é historiador, francês de religião judaica, ex-combatente antinazista da France Libre, ex-professor da Universidade de Tunis e professor honorário da Universidade
    de Nice.

    http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2009/01/que-o-vosso-deus-vos-maldiga-ate-o-fim.html

  18. Fabio Passos em 30/janeiro/2009 as 0:37
  19. Gersier em 30/janeiro/2009 as 0:36

    Caim matou Abel,por ciume segundo a Bíblia.Os irmãos de José o venderam,também por ciume.O Homem “evoluiu” e a Bíblia nos trás narrativas de guerra. Quem assistiu o filme documentário de Steven Spielberg ” A Lista de Schindler”,pode perceber as atrocidades e o sofrimento que elas trazem.Pode perceber quão irracional alguns seres racionais se tornam.Na segunda guerra,a megalomania de um,Hitler,aproveitou a fraqueza e a indiferença de muitos,para matar milhões de inocentes.Nos dias atuais os insufladores continuam aquartelados ou escondidos em montanhas inóspitas cercados de seguranças e enviando para morte milhares de jovens e pais de família e para que?Satisfazer seus egos,suas megalomanias.É PHA,o que se via em preto e branco hoje se ve a cores.O que se ouvia pelo rádio,hoje se assiste pela TV.O mundo modernizou mas, e a humanidade?Como se ve,continua a mesma de eras muito antigas.Mas nos relatos da Bíblia e como foi mostrado no filme,existem os bons e são eles que fizeram a ainda fazem a diferença.A esperança é que os bons lideres mundiais faça palestinos e israelitas entenderem que é possível, basta respeitarem uns aos outros e se duvidarem,mirem no que acontece no Brasil e em muitos países do mundo onde convivem,lado a lado,em paz e em harmonia.

  20. Vinicius em 30/janeiro/2009 as 0:21

    A cobertura da imprensa na guerra do Vietnã fez com que o povo dos Estados Unidos exigisse o fim da mesma. Era uma cobertura imparcial, que mostrava ao povo daquele país todas as atrocidades da guerra, como por exemplo a conhecida imagem de uma garotinha desesperada correndo e toda queimada pelo Napalm. As coberturas das guerras atuais, acho que desde a guerra do Golfo, mostra a guerra por cima, como um jogo de Playstation ou com somente dados estatísticos, frios. Todo o horror de uma guerra é desconhecido graças a cobertura dessa mídia vendida que é refém do capitalismo e do imperialismo.

  21. Augusto José Hoffmann em 29/janeiro/2009 as 23:09

    A incoerência é um dos piores defeitos na criatura humana. O que o estado de Israel vem fazendo para obter seus objetivos estratégicos, sem medir as consequências é uma monstruosidade. Com a omissão de quase todos. Ódio gera mais ódio. Não há mais o que dizer.

  22. Luiz Carlos de Moraes e Silva em 29/janeiro/2009 as 22:51

    Não há nada de novo no front…
    palestinos, judeus, eslavos, indígenas, tutsis, bósnios, birmaneses…
    Hannah Arendt, o mal sempre foi banal.

  23. Luciano em 29/janeiro/2009 as 22:50

    IMPRESSIONANTE…IMPRESSIONANTE…
    me desculpem, consigo dizer apenas e tão somente, IMPRESSIONANTE…

  24. Otácio Ruy em 29/janeiro/2009 as 22:27

    É por isso que carrego comigo o orgulho de sentir-me ideologicamente da esquerda, de sentir-me incomodado com as atrocidades que se consolidam no mundo como prática habitual. Outro dia ví o Boris Casoy se referir de forma pejorativa ao Forum Social Mundial como “Woodstok da Esquerda Mundial”. Será que ele apelidaria o forum econômico de “reunião dos coveiros do neoliberalismo”, ou “reunião dos agentes funerários do capitalismo que teima em sobreviver sugando pobres e miseráveis no mundoi”? Há milhões de pessoas no mundo vacinadas contra o veneno fétido e repulsivo dessas serpentes que reproduzem o discurso da direita reacionária e conservadora , que por ser tão covarde nem mesmo se assume como direita, e traveste-se de liberal. Jamais essa corja sepultará os nossos sonhos, que se materializam na luta para que todos tenham Pátria, terra para produzir, casa para morar, trabalho digno para viver. Que todas as pessoas consigam não apenas decifrar códigos, mas ler de forma crítica as informações que recebam e saibam dicernir, seus opressores e àqueles que lhes são solidários, que saibam identificar os que colocam o bem público em benefício do privado, àqueles que enriquecem à custa do empobrecimento extremo e arrotam poder e escárnio contra os trabalhadores, que verdadeiramente geram as riquezas que a classe dominante ostenta. É preciso entender o papel de Israel na defesa dos interesses da civilização(?) Judaico-cristã no Oriente Médio, dizer a todos que o povo palestino tem direito à uma pátria e a viver em paz, e assegurar que a paz não se resume apenas a ausência de combates militares, mas principalmente a tudo que é necessário para o homem viver com dignidade e exercer sua cidadania plena.

  25. Israel-Palestina: Como entender as f@tos? « Olhos do Norte em 29/janeiro/2009 as 22:12

    [...] Como entender as f@tos? Estas imagens foram colocar no blog de Paulo Henrique. Chamaram-me muito a atenção. É notória e assustadora a similaridade das situações mostradas [...]

  26. João em 29/janeiro/2009 as 21:56

    Eu gostei do comentário do André.

    Isso aqui não se trata de uma discussão contra ou a favor dos judeus. Estamos falando apenas em HUMANIDADE!

    NADA justifica um massacre, um assassinato em massa, nem o de Gaza, nem o do Holocausto, nem os que ocorreram na Africa ou na Boznia.

    Se um terrorista estiver “escondido” atrás de uma criança, mate o bandido mas não mate a criança. Se não for possível isso, é melhor deixar os dois vivos, mas NUNCA MATAR UMA CRIANÇA.

    E Israel, neste momento, está MATANDO CRIANÇAS, MATANDO INOCENTES, em massa, na mesma linha da barbaridade cometida contra os judeus inocentes, durante a Segunda Guerra Mundial.

  27. maximillan em 29/janeiro/2009 as 21:45

    Uma vergonha

  28. paulo ramos em 29/janeiro/2009 as 21:40

    o ontem eo hoje .parecem ser os mesmos personagens .não aconteceu a tão esperada evolução de especie.

  29. gustavo em 29/janeiro/2009 as 21:40

    PHA, você é formado em ciências sociais, deve ter lido Hanna Arendt, em especial ‘origens do totalitarismo” comparaçoes assim apenas aumentam o odio contra o povo judeu, é preciso lembrar que grandes pensadores libertários eram judeus e, infelizmente, tem sua influencia diminuida ao passar dos anos em Israel, que, deixou de lado idéias seculares do lado intelectual e se deixou tomar por ideais revanchistas e ultra-direitistas de uma parcela da populaçao q migrou da siria e outras regioes, as quais tinham o judeu como praga (lembrando q na europa viraram ‘praga’ pouco antes da 2 guerra – após pequeno periodo de tolerancia-, só lembrar q quem criou o gás mostarda na primeira guerra para o império alemão foi um judeu alemão…)
    abraço

  30. Paulo Dias em 29/janeiro/2009 as 21:36

    PHA,

    quem fez estas montagens merece seus créditos. As imagens dispensam palavras e se melhor editadas e produzidas, serão obras para mostra.
    Parabéns ao criador e pela divulgação.
    Paulo (MG)

  31. Guillermo em 29/janeiro/2009 as 21:36

    Sec XXI e ainda não terminaram os genocídios, os massacres, hoje é Gaza, ontem foi o Líbano e outros… mil hoje, milhares ontem, campos de refugiados bombardeados, … é uma vergonha para nossa civilização humana.

  32. francisco.latorre em 29/janeiro/2009 as 21:26

    perderam a batalha da mídia.

    pela primeira vez em milênios.

    aleluia.

  33. André em 29/janeiro/2009 as 21:24

    Caro Jorge,

    Você continua a tratar “os judeus” como uma entidade única. Isso é tão absurdo quanto dizer que “os muçulmanos” atacaram as Torres Gêmeas, como se aquilo fosse um ato coletivo de todo um povo.
    Vou tentar deixar as coisas mais claras. Sou judeu, brasileiro. Não sou israelense, não voto em Israel e nem nunca morei lá. Condeno totalmente esta ação sangrenta em Gaza, bem como outras ações violentas de Israel no passado, embora entenda e defenda também o direito à defesa de um Estado que já foi inúmeras vezes atacado violentamente por inimigos muito maiores, mais ricos e mais poderosos.
    Defendo a solução de “dois estados para dois povos”, apoiada não só pela centro-esquerda israelense quanto por boa parte dos países árabes. Aliás, essa proposta é o eixo central do projeto de paz da Liga Árabe para a região.

    Ao contrário da maioria aqui, não acredito que as pessoas devem ser “pró-Israel” ou “pró-palestinos”. Esta é uma questão falsa. Existem, sim, as pessoas pró-paz, que querem um entendimento entre os povos e uma solução para a questão territorial, e as que querem a destruição do outro, de parte a parte.

    Para quem pensa que a defesa incondicional do Hamas é parte da luta antiimperialista, lembro que se trata de um grupo religioso radical, que prega um estado teocrático nos moldes iranianos, sem direitos para as mulheres, com pena de morte para o homossexualismo e outras extravagâncias. Com este grupo não haverá paz jamais, pois não é o que buscam, mas a pura e simples extinção de seus oponentes. Se queremo o melhor para os palestinos, e eu sinceramente quero, temos que deixar de lado as paixões cegas e as alternativas “fáceis” e fortalecer aqueles de ambos os lados que buscam por uma solução justa e pacífica.

  34. Marilda Conceição de Oliveira em 29/janeiro/2009 as 20:26

    PHA, BIQUEI 15:27 A atitude da desembargadora Marisa Santos ,acusada de
    assédio moral pelo abuso do poder; Nem o juizado Especial no Acre merece
    receber lá uma pessoa como ela, deve ter complexo de superioridade, e no
    fundo sofrer e extrema insegurança.

  35. Marcos Simões em 29/janeiro/2009 as 20:19

    O pior de tudo é ver a tal da ONU de quatro. Uma instituição a serviço dos EUA e de seu sócio Nazi/Israel, ou mantenedor.

    A ONU provou que é um organismo que não merece respeito de nenhuma nação do mundo. Já havia perdido por ocasião do roubo americano ao petróleo no Iraque. Agora, foi para coroar a canalhice com a vida alheia. Um lixo.

  36. Rogério em 29/janeiro/2009 as 20:17

    Ningue´m tem o direito de fazer o que Israel está fazendo,

    nem aquela parcela de muçulmanos que pediram para Hitler abrir filiais de campos de extermínio em Jerusalém, ainda na década de 40.

    Por que será que as mulheres servem ao exército em Israel? Feminismo ou para evitar que exércitos muito mais numerosos, treinados por generais de Hitler e coordenados por colonizadores ingleses cumprissem a promessa dos latifundiários árabes de “jogar Israel ao mar”, latifundiários esses assustados com o regime agrícola comunista praticado pelos judeus, que não apenas aceitaram a Palestina, mas, na carta de independência, convidaram por escrito “nossos vizinhos a vencer juntos o latifúndio”.

    Quem defendeu Israel foi a Tchecoeslováquia, mas gradativamente os judeus foram se aproximando dos americanos, mafiosos, vendedores de segurança. Diga-se de passagem, os americanos se mostraram mais fiéis que os comunistas e europeus, que sempre se serviram dos judeus, mas depois resolveram vender armas aos árabes.

    Se são claros os interesses comuns entre Bin Laden e Bush, porque não enxergar a simbiose entre Hammas e a direita em Israel? Por que interromper a trégua às vésperas da eleição?

    Lembrai-vos que Moreira Franco ganhou a eleição no Rio contra Darci Ribeiro – com a ajuda da “esquerda” anti-semita – prometendo acabar com a violência em seis meses.

    Para mim, se é para continuar matando crianças, o Estado pode até deixar de existir. Mas às vezes é bom cometer erros para deixar que papas nazistas venhar tirar de bom moço, que padres racistas percam a vergonha de se expor, sob aplausos de quem pensa que é de esquerda.

    Arafat colocou muita bomba em ônibus de criança, mas quando resolveu aceitar os vizinhos imediatamente se tornou um interlocutor confiável para Israel. Agora a “mídia pró-Israel” chama o partido de Arafat de “moderado”, e o governo de Israel de “extrema-direita” e acha que Israel tem que levar bomba na cabeça e deixar entrar gente que entra no supermercado para explodir as pessoas. Por que não pedem para acabar com os detectores de metais nos bancos?

    Que tal recomeçar pelo ponto mais próximo da paz?

    No final do governo Clinton, Israel e Arafat só não fecharam um acordo porque foi feita a exigência absurda do direito de retorno de tantos refugiados que os judeus passariam a ser minoria em Israel (refugiados que, mediante promessa de voltar quando Israel estivesse dizimado, fugiram também do ataque dos latifundiarios que sempre os exploraram e eram parceiros dos colonizadores ingleses).

    Hoje a Liga Árabe já aceita uma “solução justa” para os refugiados, mas infelizmente os oito anos de Bush tornaram Israel mais intransigente. Vamos ver se Obama retoma Clinton e vamos deixar de hipocrisia.

    Comparar a realmente triste morte de mil pessoas, após 10 anos de bombas atiradas ao léo, com o extermínio em massa de 6 milhões de pessoas e ainda acusar estas de se fazerem de vítima é muita cara de pau.

  37. Sérgio em 29/janeiro/2009 as 20:00

    A provação Palestina já faz 40 anos. Porém o sionismo promove o terrorismo desde a década de 30 do século passado na Palestina. Atualmente o governo israelense promove o terrorismo de estado no Gueto de Gaza – não tem outro nome. O governo nazista praticou o terrorismo de estado no Gueto de Varsóvia, as imagens existentes são chocantes. No Gueto de Gaza também são. Os dirigentes israelenses atuais, fazem esse massacre para formar uma imagem interna, visando as eleições em fevereiro. Que frivolidade de motivos e que horror ver a destruição e o desespero de crianças, idosos e pais diante de corpos mutilados e inertes. Será que o Tribunal Internacional levará a julgamento Perez, Livni e Olmert por crimes contra a Humanidade? Eles são diferentes de Karadizic e Milocevic? Porque os israelenses não cumprem as decisões da ONU?

  38. Amaury em 29/janeiro/2009 as 17:11 em 29/janeiro/2009 as 19:57

    PHA, depois desses 22 dias de massacre ao povo palestino, deixei de comprar o filme Holocausto, nem que fosse pirata. Os judeus perderam a razão completamente. Agora preciso assistir algum filme palestino, pelo menos compartilhar com o sofrimento deste povo verdadeiro de jesus que é os palestino. Viva a Palestina!

  39. Azarias em 29/janeiro/2009 as 19:50

    Muitos judeus, viajando apòs a guerra, nos anos 45/48, tentavam entrar em Jerusalem, pela faixa de Gaza, escondidos do exercito britanico, porque estes proibiam tal imigraçao e reprimiam com ferocidade. Os ingleses tomavam conta do pedaço e nao queriam este tipo de gente. Milhares de Palestinos abrigavam familias de judeus, escondidos dos britanicos. Muitos pescadores Palestinos arriscaram a vida nisso. E AGORA ,JOSE!

  40. Zig Borg em 29/janeiro/2009 as 19:42

    Caro PHA,
    Independentemente de quem tem razão, a verdade é que as imagens são muito semelhantes. Então o título do teu artigo deveria ser “A Humanidade NÃO mudou! Ou é apenas a forma de editar imagens que se parecem?” E outra coisa, seria interessante se o site colocasse ambas as fotos em preto e branco.

  41. antonio ateu em 29/janeiro/2009 as 19:15

    qual a função do estado sionista de israel naqule pedaço do mundo?

    as elites sionistas e islamicas lutam juntas pra manter os povos de seus paises em guerras fundamentalistas?

    A História Oculta do Sionismo.
    A verdadeira história da formação do Estado de Israel
    Ralph Schoenman
    2008 – Editora Sundermann
    14 cm x 21cm

    A GUERRA CONTRA OS JUDEUS

    Porque se volta a opinião pública global contra Israel na crise económica

    Robert Kurz

    As reacções políticas à guerra em Gaza mostram que quanto mais crítica é a situação militar de Israel menor é o número dos seus amigos. Ocorre um deslocamento tectónico na relação de forças. Desde sempre o Médio Oriente foi palco não de conflitos limitados entre interesses regionais, mas de um conflito por procuração paradigmático e com forte carga ideológica. Na época da Guerra Fria, o conflito entre Israel e a Palestina era visto como paradigma da oposição entre um imperialismo ocidental liderado pelos EUA e um campo “anti-imperialista”, cuja liderança era disputada pela União Soviética e pela China. A propaganda de ambos os lados ignorava então o duplo carácter do Estado de Israel que, por um lado, é um país moderno vulgar no quadro do mercado mundial, por outro lado, porém, constitui a resposta dos judeus à ideologia de exclusão eliminatória do anti-semitismo europeu e sobretudo alemão. Subsumia-se Israel a uma constelação da política mundial com a qual ele nunca coincidiu.

    Depois do colapso do socialismo de Estado e dos “movimentos de libertação nacional”, que tinham formulado um programa de “desenvolvimento atrasado” com base no mercado mundial, a natureza do conflito por procuração modificou-se profundamente. No Médio Oriente e não só, o lugar dos regimes desenvolvimentistas laicos foi ocupado pelo chamado islamismo, que apenas na aparência se apresenta como movimento religioso tradicional. Na realidade, trata-se de uma ideologia de crise culturalista pós-moderna de parte das elites dos países islâmicos há muito ocidentalizadas, que representam o potencial autoritário da pós-modernidade e absorveram o anti-semitismo europeu totalmente não-islâmico. Nessa região, os segmentos do capital que fracassaram no mercado mundial declararam guerra aos judeus como combate paradigmático contra a dominação ocidental. Inversamente, o imperialismo de crise ocidental, encabeçado pelos EUA, transformou o islamismo no novo inimigo principal, depois de o ter amamentado e abastecido com armas durante a Guerra Fria.

    Essa nova constelação levou a confusões ideológicas duma dimensão nunca imaginada. O neoliberalismo parecia identificar-se com a guerra de ordenamento mundial capitalista contra os “Estados em desagregação” nas regiões de crise e com Israel no Médio Oriente. Desde então, correntes neofascistas do mundo inteiro andam de mãos dadas com a “luta de resistência” islâmica anti-semita, embora ao mesmo tempo aticem sentimentos racistas contra migrantes dos países islâmicos. Segmentos expressivos da esquerda global também passaram a conferir sem cerimónia a glorificação do velho “anti-imperialismo” aos movimentos e regimes islâmicos. Isso só pode ser caracterizado como abandalhamento ideológico, pois o islamismo é contra tudo o que a esquerda sempre defendeu; ele persegue qualquer pensamento marxista com repressão e tortura impiedosas, pune a homossexualidade com a pena de morte e trata as mulheres como seres humanos de segunda classe. A responsabilidade por isso também não deve ser atribuída a nenhuma religião tradicional, mas a uma militância de tons culturalistas do patriarcado capitalista na crise, que também no Ocidente se dá a conhecer de maneira diferente. A nada santa aliança entre o caudilhismo “socialista” de Hugo Chávez e o islamismo representa apenas a ratificação dessa decadência ideológica no plano da política mundial, sem qualquer perspectiva emancipadora.

    Desde o recente crash financeiro, sem precedentes na história, a constelação global está rodando novamente. Agora fica claro que o colapso do socialismo de Estado e dos regimes de desenvolvimento nacional foi apenas o prenúncio de uma grande crise do mercado mundial. O neoliberalismo está falido e a guerra de ordenamento mundial capitalista já não pode ser financiada. Nessa situação evidencia-se que Israel sempre foi apenas um peão no tabuleiro de xadrez do imperialismo de crise global. A própria administração Bush acabou por considerar inofensivo o programa iraniano de armamento nuclear. Os interesses dos EUA e de Israel separam-se; Obama já não dispõe de qualquer margem de manobra político-militar. A guerra islâmica contra os judeus é aceite como inevitável. Por isso os lançamentos de mísseis do Hamas sobre a população civil israelita se afiguram sem importância. A opinião pública global caracteriza o contra-ataque israelita majoritariamente como “desproporcionado”. Os palestinianos em Gaza são como vítimas identificados com o Hamas, como se este regime não se tivesse imposto numa sangrenta guerra civil contra a laica Fatah.

    Assim a propaganda islâmica do massacre da população civil cai em terreno fértil. Com efeito, o Hamas transforma a população em refém, exactamente como o Hezbollah libanês em 2006, ao transformar mesquitas em depósitos de armas e ao permitir que seus quadros armados atirem a partir de escolas ou hospitais. A opinião pública mundial não dá importância a isso, pois já reconheceu o Hamas como “força da ordem” no meio da crise social. Por isso o pragmatismo capitalista se volta cada vez mais contra a autodefesa israelita, como se pode observar até na imprensa burguesa liberal. Este é, afinal, o segredo da viragem neo-estatista perante a queda da economia global: as massas depauperadas devem ser pacificadas autoritariamente, e para isso agora até o islamismo serve, mais ainda se ele logra legitimar-se formalmente como democracia. Mesmo uma esquerda, que já não tem qualquer objectivo socialista e se vangloria da “perda de todas as certezas” pós-moderna, corre o risco de ser absorvida pela administração autoritária da crise e como flanqueamento ideológico aceitar a inevitabilidade da guerra islâmica contra os judeus. O conflito por procuração alcançou uma dimensão social no plano global. Contra o mainstream ideológico, faz-se mister constatar que o aniquilamento do Hamas e do Hezbollah é condição elementar não apenas de uma paz capitalista precária na Palestina, mas também de uma melhoria das condições sociais. Se as perspectivas para tanto são más, são boas para a desagregação da sociedade mundial na barbarização

  42. Evaristo em 29/janeiro/2009 as 19:07

    Pessoas há, que não sentem o menor remorso por tudo isso. Nós também somos culpados, às vezes até diretamente, pelo financiamento, literalmente, dessas atitudes bárbaras. Nem vou enumerá-los, pra não assanhar os brigadistas de plantão que povoam nossa mídia.

    abs

  43. Christian Lindberg em 29/janeiro/2009 as 18:47

    PHA

    pelo jeito os judeus aprenderam bem a lição com os nazistas…..

  44. EDSON HAUTSCH em 29/janeiro/2009 as 18:39

    De certa forma, um grande País da América do Sul, também teve o seu holocausto.
    Todos sabemos o que Hitler fez com os Judeus.
    A história conta até hoje, através de alguns “mortos-vivos” daquela época.
    Não muito distante no tempo, houve um Presidente de um país da América Latina, que resolveu liquidar com as empresas públicas, inventando o que chamamos de “privataria”, ou holocausto empresarial.
    Desprovido de um cérebro privilegiado para o bem, mas dotado de uma maldade sem fim, foi o responsável pela “morte econômica” de milhares de cidadãos, que perderam o emprego, suas casas, e em alguns casos, suas famílias, como consequência de seus atos insanos.
    Perderam o básico, que era a renda para comprar seu pão de cada dia.
    Até hoje, esse crime, mostra as sequelas por onde se passa.
    Ao contrário de Hitler, ele ainda anda por aí.
    Pregando sua filosofia aos otários que gostam de pagar caro, por ilusão.
    Evidentemente, no mundo dos mortais, não há justiça nem punição para esses casos.
    Mas existe uma Justiça ignorada por crápulas desse tipo, que não falha.
    Uma Justiça onde não há Habeas Corpus, muito menos dois em 48 horas.
    As decisões não são políticas.
    São santas!
    Certamente, esses dois criminosos hão de se encontrar com o Supremo Juiz, para prestar contas de seus atos.
    Qual será a sentença?
    É para refletir, pois vale para todos nós.

  45. luis a rodrigues em 29/janeiro/2009 as 18:34

    Mudei eu, ou mudou o fotógrafo ?

  46. André em 29/janeiro/2009 as 17:49

    PHA obrigado pelo seu site.

    Obrigado por proporcionar uma impressa parcial aos novos leitores e aquels que buscam fonte de informação alternativa.

    Fico com as palavras de Almir Sader “Após tudo este sofrimento histórico eu digo: Somos todos Palestinos”

    Assim como fomos todos Judeus no Holocausto.

    Assim como somos todos Haitianos…enfim.

    Por cada povo que sofre por conta da barbaria cometida por outro homem somos nós ser humanos.

    Devemos como tanto ensinou Sérgio Buarque de Holanda “entender e respeitar nossa passado” para a partir disso reconstruir um futuro sólido e perspicaz.

  47. Carlos HenriqueSmões d Costa em 29/janeiro/2009 as 17:37

    Infelizmente os judeus fazem com os palestinos o mesmo de que foram vítimas do nazismo. Só que agora têm toda uma estrutua midiática para protegê-los. O problema está na espécie humana

  48. Israel Leibnitz em 29/janeiro/2009 as 17:31

    O holocausto x Gaza! Não ha diferenças! Eles são pessoas! Seus direitos esta assegurado nos direitos universais do homem! Todos são iguais! E não mais iguais que os outros! O holocausto e verdade! foi uma barbaridade! mas não da o direito do estado de Israel, passar por cima dos direitos do palestinos!
    Bem! O odio e grande e esta tatuado na pelo e no coração pelos seus mortos! Dos dois lados! A guerra não vai trazer a paz! E sim o odio!
    Espero que Israel reflita em seu papel de vitima do holocausto! Com o papel de sanguinário estado de Israel…meus amigos judeus de Manaus e meus amigos muçulmanos! sabem que é viver em harmonia! Acho que a solução e uma nova diaspora!

  49. Jorge Brito em 29/janeiro/2009 as 17:18

    Amigo André,

    o que todos querem dizer é que aprendemos com as lições que a vida nos dá.

    se os judeus mereceram o holocauto? Não!

    se os palestinos merecem o que os judeus estão fazendo? Também não!

    o que significa que os judeus não aprenderam a sua lição.

    se os judeus, por tudo o que passaram não deveriam fazer os outros sofrerem? Exatamente isso!

    se os judeus devem ser culpados coletivamente por isso! Sim como os alemães o foram, pela sua inércia, comodismo e certa conviniência em fechar os olhos para o que acontecia.

    assim como fazem os cidadões americanos com relação as guerras injustas que praticam!

    assim como os judeus de Israel pelo mesmo motivo.

    se existe movimento pacifista, então que deva crescer, para se contrapor ao governo atual de Israel. É ele que pratica estes atos condenáveis sob qualquer ótica, porém elegeu-se democraticamente pela maioria. Maioria que ainda dá respaldo as ações atuais. Ou estou enganado?

    o comentário mostra apenas como nossa humanidade ainda é míope com relação ao problemas dos vizinhos. E que ainda nos preocupamos apenas com o que acontece o nosso lado da cerca.

  50. Moacir Moreira em 29/janeiro/2009 as 17:00

    É claro que mudou.

    As fotos agora são coloridas!

  51. Luís Carlos em 29/janeiro/2009 as 16:54

    Nazistas são assassinos declarados. Judeus e americanos são assassinos e terroristas enrustidos. Precisam de uma declaração autenticada para provar sua insanidade? A forma de Bin Laden praticar terrorismo(? ) ou vingança, não é diferente do que fazem judeus e americanos. Um míssel, um tanque fazem tanto estrago quanto um avião suicida. Ambos matam inocentes e destroem sonhos. Para esses atos de covardia só há um nome:TERRORISMO!!!

  52. André em 29/janeiro/2009 as 16:25

    PHA,
    Porque esta insistência em comparar Gaza ao Holocausto? O que isso quer dizer? Que os judeus mereceram o que aconteceu a eles na Alemanha? Ou que por terem sofrido tanto não podem fazer os outros sofrerem?
    Deve-se criminalizar os judeus coletivamente pelo sofrimento dos palestinos? Como não ver nisso o velho antissemitismo, travestido de ódio contra Israel e os EUA?
    Basta ver as manifestações de leitores que trazem à tona os velhos mitos antissemitas, dos judeus que dominam a mídia, as finanças etc, como se “os judeus” fossem um grupo único de pessoas, com um pensamento comum, conspirando contra a humanidade. Ignoram que existem inúmeras divisões entre os judeus, como com qualquer outro povo. Há judeus ricos, remediados e pobres, há judeus de direita e de esquerda, e tudo no meio disso, há judeus religiosos, tradicionalistas e ateus. Há judeus sionistas e anti-sionistas. Há judeus israelenses, mas há judeus brasileiros, americanos, iranianos, turcos, franceses…
    Este tipo de comparação (com o Holocausto) não acrescenta nada à discussão, e só fomenta aqueles que pregam o ódio no lugar do entendimento.
    Israel é uma democracia, a única da região, onde há inclusive um forte movimento pacifista. A radicalização, em geral, beneficia os grupos de direita, que não querem uma solução pacífica para o conflito, da mesma forma que o 11 de setembro elegeu e reelegeu o infame George Bush nos EUA.
    Mas nas democracias a situação muda, e um dia um governo israelense mais alinhado à paz pode conseguir avançar na solução de dois estados.
    Vamos analisar as coisas como devem ser, com a razão, e não com ódio cego. Israel não faz um “holocausto” nos palestinos. Os que pregam isso, curiosamente, não abrem a boca sobre Darfur, onde já morreram mais de 400 mil pessoas, essas sim totalmente massacradas pelas milícias bancadas pelo governo. São milícias muçulmanas, mas ninguém fala (com razão) que “os muçulmanos” estão massacrando em Darfur.
    O Holocausto (que não atingiu apenas judeus) foi o episódio mais terrível da história humana. Compará-lo a um conflito territorial, por mais injusto e sangrento que seja, é reduzi-lo.

  53. Edinho em 29/janeiro/2009 as 16:25

    Pouquíssimas são as pessoas que se deram conta de um movimento nada casual desta globalização infame. Até hoje os tais “liberais” comemoram a queda do muro de Berlim, como um símbolo da vitória do capitalismo, da LIBERDADE e DEMOCRACIA. Mas, esquecem de dizer que essa tal “Freedon and Democracy” foi a mesma que ergueu e solidificou dois muros: O primeiro, separa os ricos dos pobres, entre o fantástico mundo do tio Sam e a NOSSA América Latina; o segundo separa os cristãos ocidentais dos impuros não-cristãos orientais, construído por aqueles que se deram (com o apoio dos homens da liberdade…) o direito de negar todos os direitos aos seus vizinhos.
    E tem quem comemore este avanço da humanidade…

  54. Luis Fernando em 29/janeiro/2009 as 16:22

    As fotos são fantásticas. Não no sentido de sofrimento, obviamente, mas para mostrar que Israel aprendeu direitinho como ser nazistas. Tem austríaco que em breve reencarnará em Telaviv.

  55. braz rossi neto em 29/janeiro/2009 as 16:18

    são animais sem DEUS no coração ,
    o que leva homens a jogar bombas em cima de cidades , matando indiscriminadamente seres humanos?
    a morte vem para todos e toda riqueza acumulada ficara aqui mesmo ,
    junto com a gente somente ira os nossos pecados e com certeza responderemos por eles.
    mas antes eles deveriam ser julgados e punidos aqui mesmo são criminosos ,

  56. Idelma Nonato em 29/janeiro/2009 as 15:59

    Infelismente! A humanidade está se perdendo cada vez mais e não consegue conviver com as diferenças a não ser que seja do seu interesse. Mesmo com o passar dos tempos o ser humano não conseguiu procurar um outro caminho que não fosse o da força ou do poder belíco.A humanidade ainda terá salvação?Pensemos…

  57. Luiz Paulo - Vitória em 29/janeiro/2009 as 15:55

    Eu creio, modestamente, que precisamos separar as coisas, sob o risco de fomentarmos ainda mais ódio (que não é característica de apenas um dos lados). Não podemos confundir o povo judeu com o governo israelense. Vamos pensar: quando FHC era presidente ele tinha apoio de uma considerável parte da população (ou não?). Foi eleito duas vezes (não entro no mérito das manipulações midiáticas) pelo povo. Ora, em Israel o que chega até a população (em grande medida) é o que o governo deseja. E aí entra um aspecto importante de se separar, ainda mais, o sionismo do judaísmo. Um desejo de expansão territorial de um grupo (grande) que está no poder do estado de Israel há muito tempo, ajuda a fomentar o ódio. As decisões tomadas são de governo. Não podemos analisar a dimensão de um povo tão rapidamente e sem observar todas as circunstâncias. Ora, os americanos de Busch e de Obama são os mesmos (ou não?). Antes não prestavam e agora prestam? É essa a lógica? Do mesmo modo que o holocausto não foi obra do povo alemão (mas de seus líderes) o que se vê agora em Gaza é obra do governo israelense e não do povo judeu. Muito cuidado porque essa mesma lógica faz com que os demais povos nos vejam como corruptos, preguiçosos e incapazes, o que não é verdade, embora mesmo alguns brasileiros adorem diminuir seus irmãos.

  58. Diogo Siqueira em 29/janeiro/2009 as 15:35

    Lí ontem no site http://www.alide.com.br, que em palestra realizada no Rio de Janeiro, um comandante da força aérea israelense se gabava da compaixão do militares no momento de bombardear lares palestinos. O método consiste em ligar para a casa de um palestino e alertar via telefone que sua casa será bombardeada. Caso não atendesse o telefone ou não respeitasse o aviso de retirada, haveria o lançamento de uma bombinha. Se ainda assim não sair, jogam a bombona e dizimam a sua família. Pare eles quem não deve não teme. Todos são culpados até que se prove o contrário.

    http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/270-palestra-israelense-sobre-gaza-no-rio-de-janeiro

  59. BIQUEI em 29/janeiro/2009 as 15:27

    Gilmar Mendes propõe controle interno para tribunais estaduais.

    O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, destacou a importância da realização de inspeções nos tribunais estaduais, como ocorreu no Maranhão, cujo relatório conclusivo foi aprovado na sessão plenária desta terça-feira (27/01). “Devemos estudar a criação de um controle interno nos tribunais estaduais, que encaminhem dados à Corregedoria Estadual”, propôs o ministro. Segundo ele, os Tribunais se ressentem da falta de orientação sobre como devem proceder quando detectam irregularidades no funcionamento de suas unidades.

    Sintrajud denuncia desembargadora ao CNJ por assédio moral

    Em reunião, a coordenadora dos juizados especiais gritou, ofendeu e humilhou servidores.

    A autenticidade da gravação foi confirmada pelo perito Ricardo Molina

    FONTE: http://WWW.SINTRAJUD.ORG.BR

    • Acesse trechos da gravação e a íntegra da transcrição do perito Ricardo Molina

    O Sintrajud (Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo) recebeu denúncia apresentada pela gravação de uma reunião realizada pela coordenadora do JEF (Juizado Especial Federal),
    desembargadora Marisa Santos, e os servidores deste juizado.
    Na reunião, a desembargadora HUMILHA,
    OFENDE
    e GRITA com os trabalhadores.

    A gravação foi analisada pelo perito Ricardo Molina, que comprovou a autenticidade da mesma.

    Inconformada porque nem todos os servidores do JEF participaram de um treinamento realizado em setembro, Marisa Santos, convocou uma reunião onde não mediu esforços para tentar desqualificar os servidores.

    Com base no conteúdo da gravação, o Sintrajud protocolou nesta terça-feira, dia 4, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma Reclamação Disciplinar contra a desembargadora Marisa Santos. Cópia da Reclamação será enviada também à Presidência e Corregedoria do TRF (Tribunal Regional Federal) e demais órgãos da magistratura, objetivando que seja instaurado um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta da desembargadora e as penalidades cabíveis.

    30% da categoria sofre ou já sofreu assédio moral
    Há quatro anos o Sindicato identificou que casos de assédio moral nos locais de trabalho eram freqüentes no Judiciário.

    A suspeita se deu por causa do alto número de denúncias recebidas e por um levantamento feito junto aos departamentos feito junto aos departamentos médicos dos tribunais, os quais revelavam uma crescente incidência de servidores afastados por estresse e outros transtornos de ordem emocional e psicológico. Esses são os primeiros sintomas apresentados pelas vítimas de assédio moral.

    Desde então, o Sintrajud está em campanha para inibir a prática

  60. EFE em 29/janeiro/2009 as 15:17

    Esse também é o resultado da importância que os EUA dão a ONU.
    Obama já começou sua atuação, vai ordenar que pare uma guerra aqui, inicie outra ali, sempre do mesmo jeito: tratorando a ONU.
    Os EUA tratam a ONU com a mesma importância que tem A TERCEIRA PESSOA DEPOIS DE ZÉ NINGUÉM.
    Por isso, o mundo vira uma terra sem lei e nada se resolve.

  61. Jorge de Souza em 29/janeiro/2009 as 15:09

    PHA, hoje é fácil fazer edição de fotos e tentar atribuir valores ao bel prazer dos editores. Claro que não é a mesma coisa. Os agressores, hoje, são os fanáticos do HAMAS que causam danos aos judeus e aos próprios palestinos. Eles perseguiram e mataram palestinos por serem seguidores da Autoridade Palestina, que está sendo exercida por membros da Al Fatah. Porém, o velho ódio aos judeus faz com que parte da imprensa influencie a opinião pública e omita os fatos. Se os membros do HAMAS são tão “santinhos”, por que o Egito e as demais nações árabes reconhecemque são eles os agressores e o direito de Israel à defesa de seu território? Se esses terroristas do HAMAS, cujo objetivo principal não é a construção (legítima e defensável) de um estado palestino mas e sempre a destruição de Israel, abandonassem o terrorismo e se unissem à Autorida Palestina em busca da paz, nada disso aconteceria. O resto é a distorção costumeira da PIG.

  62. roberto em 29/janeiro/2009 as 15:08

    PHA
    so queria dizer ao Osvaldo Luiz que infelizmente os judeus são os mesmos, pq herdaram a forma de ver o mundo dos judeus( os radicais da epoca), enquanto eles não mudarem e perceberem q todos ali estão no mesmo barco nada ira mudar. ( a não ser q os estados unidos parem de acobertar seus crimes de guerra e os obriguem a serem mais responsaveis)

  63. Adriano em 29/janeiro/2009 as 14:43

    O holocausto foi e continua sendo uma das maiores vergonhas da humanidade, mas vergonhoso tb é o uso que o estado de Israel faz do mesmo , transformando tala vergonha em marketing ao seu favor

  64. Laet em 29/janeiro/2009 as 14:27

    A cada criança morta no mundo, morre também a chance de uma humanidade mais dígna e a esperança de salvação da razão e do pouco que ainda resta.

  65. Osvaldo Luiz Ribeiro em 29/janeiro/2009 as 14:18

    PHA, nem de longe, mas nem pela milésima fração, trata-se da mesma coisa. Chega a ser leviana a comparação. Além do mais, comete-se um grave equívoco quando se comparam “grupos”, como se os judeus do Holocausto e os judeus de hoje fossem as mesmas pessoas, ou que umas se traduzissem pelas outras, ou que os palestinos de hoje, de Gaza, sejam os palestinos de 1948… Com esse tipo de abstração podem-se cometer severas injustiças e enormes equívocos retóricos.

    Osvaldo Luiz Ribeiro

  66. Alien em 29/janeiro/2009 as 14:06

    Ódio é ódio em qualquer ser humano, a mesma coisa é a intolerância. Todas as duas requerem o equilibrio do ser como individuo para se obter a paz e harmonia entre pessoas, grupo e nações deste lindo universo de humanos divinos.

  67. Nelson Quintanilha em 29/janeiro/2009 as 13:56

    PHA, a humanidade nunca mudou e nunca mudará!
    Temos relatos que antecedem Cristo, de ladrões, assassinos, corruptos e corrompidos e toda as espécies de maldade.
    Somente mudou a forma de editar, a tecnologia ajuda, observe, antes as fotos eram em branco e preto e hoje são coloridas.
    Deve ser isso que eles, os “grandes pensadores” chamam de evolução do homem.

  68. Tato de Macedo em 29/janeiro/2009 as 13:45

    PHA,

    Boicote a Israel é a solução.

    Boicote total de nós consumidores de seus produtos, seus serviços, seus filmes, seus livros, suas perfídias.

    abraços

  69. ricsouza em 29/janeiro/2009 as 13:35

    Triste, chocante, indignante, e inda vai ficar me faltando muitas palavras.
    Tomara que algum filho de deus tenha enviado este clip pro Obama ver.
    Afinal de contas, Israel só comete estas atrocidades por conta do encobrimento dos Estados Unidos.
    Israel, a grande vergonha do mundo.
    Abraço

  70. Jorge em 29/janeiro/2009 as 13:32

    Chocante. Deplorável. O homem, sem pátria, é um ser abominável, preparado com esmero para o horror, que discursa mentiras enquanto planeja a morte. Não vejo diferença entre judeus e muçulmanos, como não a vejo entre brasileiros e argentinos. O homem, sem pátria, é apenas um ser deplorável.

Deixe seu comentário...

O Conversa Afiada não publica comentários ofensivos, que utilizem expressões de baixo calão ou preconceituosas, nem textos escritos exclusivamente em letras maiúsculas ou que excedam 15 linhas.







Enquete

Sugestão do amigo navegante Henrique: qual foi a maior gafe educacional do Serra em 2009 ?

Ver Resultados

Loading ... Loading ...

Publicidade

Videos

No QG dos tucanos No QG dos tucanos

9/fevereiro/2010 | Veja mais »

A luta da periferia A luta da periferia

9/fevereiro/2010 | Veja mais »

PM de Serra ri de alagados PM de Serra ri de alagados

8/fevereiro/2010 | Veja mais »