FHC rompe contrato de Neschling. E diz que é por justa causa
22/janeiro/2009 10:00
. A colonista (*) da Folha (**) Mônica Bergamo fez uma reportagem irretocável – do ponto de vista do José Pedágio e de FHHC (o que esperar de um colonista (*) da Folha (**)?
. Leia o press release de José Pedágio, governador de (e tudo para) São Paulo
. Pedágio demitiu Neschling por causa de um mictório.
. O resto é uma sequência de arbitrariedades de um Putin que não pode conviver com o talento (diga aí, caro leitor, que talento habita, por exemplo, o secretariado do Pedágio?) e a critica.
. John Neschling é irascível.
. E, na raça, construiu uma obra que ficará gravada na história cultural do Brasil.
. Ele e Mário Covas.
. Pedágio e Fernando Henrique Cardoso não deixarão impressões digitais na história cultural do Brasil.
. FHC, o Farol de Alexandria, rompeu o contrato de Neschling que ia até 2010.
. E disse que foi por justa causa.
. O típico argumento daqueles empresários do Conselho da Osesp, empresários tucanos que estão em busca de emprego (diante das atribulações terminais de suas empresas).
. O argumento do Farol é que Neschling é um desbocado.
. Quando era presidente da República, seu Ministro das Comunicações, Sérgio Motta, disse que o trabalho da antropóloga Ruth Cardoso não passava de masturbação.
. O que o Farol fez?
. Nada.
. Disse que o Serjão, sabe como é, é o temperamento dele.
. Foi o que eu pessoalmente ouvi, numa entrevista coletiva no Hotel Hay Adams, a um quarteirão da Casa Branca, quando FHC visitou Bill Clinton.
. O Farol faz o que Pedágio manda.
. Antes de tomar posse do primeiro Governo, em Miami, no Hotel Fontainebleau, eu, correspondente da Globo, perguntei a ele se Serra seria ministro de seu Governo.
. Nem pensar, ele disse.
. Se o Serra sentar numa cadeira do Ministério ele vai querer mandar no Governo todo.
. E ali na minha frente conversou por telefone com o futuro Ministro, inimigo de Pedágio até hoje, ele, sim, confirmadíssimo, Pedro Malan.
. Serra foi ministro duas vezes: do Planejamento e da Saúde.
. Quem mandou o farol nomear Serra?
. Serjão.
. Serjão une Serra e FHC até a morte – e até Luxemburgo.
. Putin e o Farol não conseguiriam ter Toscanini como diretor da orquestra.
. Toscanini era insuportável.
. Um gênio furibundo.
. O Farol e o Pedágio preferem Furtwangler.
. Aquele que serviu a Hitler com devoção.
Paulo Henrique Amorim
(*) Se refere à “colônia”, dá a idéia de pessoa “colonizada”, submetida ao pensamento hegemônico que se originou na Metrópole e se fortaleceu nos epígonos coloniais. Epígonos esses que, na maioria dos casos, não têm a menor idéia de como a Metrópole funciona, mas a “copiam” como se a ela pertencessem.
(**) Já estava na hora de a Folha tirar os cães de guarda do armário e confessar que foi “Cão de Guarda” do regime militar. Instigado pelo Azenha – clique aqui para ir ao Viomundo – acabei de ler o excelente livro “Cães de Guarda – jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1989”, de Beatriz Kushnir, Boitempo Editorial, que trata das relações especiais da Folha (e a Folha da Tarde) com a repressão dos anos militares. Octavio Frias Filho, publisher da Folha (da Tarde), não quis dar entrevista a Kushnir.
José Pedágio demite Neschling por causa de um mictório
O governador José Pedágio, governador de (e tudo para) São Paulo, demitiu o maestro John Neschling, segundo informação de Mônica Bérgamo, na Folha Online.
O motivo da demissão é um mictório.
Leia também:
Serra é “maestro”: vai para o lugar de Neschling !
Assista às manifestações pela permanência de Neschling:
E veja documentário sobre a excelência da Osesp:
56 Comentários para “FHC rompe contrato de Neschling. E diz que é por justa causa”
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Infelizmente , em breve saberemos com está a razão . Construir algo é muito dificil , mas destruir basta uma hipocrisia bem disfarçada .
se fosse o Lula, o IG diria ser uma atitude de um “sem cultura” . Esse ex-presidente, convenhamos, é de doer!
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Está aí o link do Instituto FHC…..de onde ele comanda as maracutaias depois que saiu do planalto!
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http://www.ifhc.org.br
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E abaixo estão todos os emails do Instituto – podem enviar mensagens esculachando o tartufo!!!
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ifhc@ifhc.org.br; acervoprfhc@ifhc.org.br; comunicacao@ifhc.org.br; magno@cdn.com.br; cmontelo@cdn.com.br
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[...] FHC rompe contrato de Neschling. E diz que é por justa causa Blog de Paulo Henrique Amorim 22/janeiro/2009 10:00 [...]
PH,
Os pseudo-mecenas da OSESP (banqueiros e empresários) não sabem vivier sem as tetas e favores dos governos estaduais e federal.
Se estes fossem realmente mecenas teriam criado uma osquestra filarmônica (privada) e não uma fundação para manter uma orquestra sinfônica (estatal) e massagear o ego de pseudo-mecenas.
Está na hora de São Paulo e/ou o Brasil criarem suas Osquestras Filarmônicas Estadual e Nacional.
Por enquanto somente existe a Osquestra Filarmônica Infanto-juvenil de São Paulo, que sobrevive dignamente sem as tetas e influências dos governos.
http://www.ofij.art.br
A OFIJ – Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil de São Paulo está prestes a completar 15 anos de existência. Em todo este tempo têm sido responsável pela formação de inúmeros musicistas de orquestra, alguns dos quais já integram as grandes orquestras do país.
A OFIJ é uma entidade sem fins lucrativos mantida através de uma Associação de pais e pelos cachês das apresentações feitas pela Orquestra em salas de concerto, teatros e escolas (concertos didáticos). É constituída por jovens e adolescentes, de 8 a 20 anos, com no mínimo um ano de estudo no instrumento.
Como em nosso país a grande maioria dos grupos sinfônicos ainda são mantidos pelo governo, a sobrevivência de uma orquestra privada exige muita perseverança, idealismo e a participação de uma sociedade que ainda está aprendendo a valorizar este tipo de iniciativa.
Acreditamos que o nosso trabalho contribui para dar aos jovens não apenas uma oportunidade de tocar o seu instrumento, mas também faze-los perceber a importância da arte como um meio transformador, onde se ultrapassam as barreiras sociais abissais da nossa sociedade, integrando crianças, jovens e adultos em torno de um espetáculo artístico que valoriza a nossa cultura e perpetua a música como um bem necessário à humanidade
John Neschling – Currículum
Nascido no Rio de Janeiro, John Neschling recebeu desde cedo orientação musical com professores como Guerra Peixe e Claudio Santoro. Formou-se regente em Viena com Hans Swarovsky e Reinhold Schmid, e aperfeiçoou-se em Tanglewood com Leonard Bernstein e Seiji Ozawa, entre outros.
Venceu importantes concursos internacionais de regência como o de Florença (1969), o da Sinfônica de Londres (1973) e o do Teatro alla Scala, de Milão (1976). O talento e a vocação para a música destacam-se no histórico da família de Neschling, que é sobrinho-neto do maestro Arthur Bodanzky e do compositor Arnold Schoenberg.
Na década de 80, assumiu a direção dos teatros municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Na Europa, dirigiu o Teatro São Carlos, de Lisboa; o Teatro St. Gallen, na Suíça; o Teatro Massimo, de Palermo; a Ópera de Bordeaux, e atuou como regente residente na Ópera de Viena.
Foi regente convidado de importantes orquestras como a Sinfônica de Londres; a Suisse Romande; a Academia Nacional de Santa Cecília (Roma); a Tonhalle de Zurique e a BBC de Londres. Regeu também as orquestras do Teatro alla Scala, da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), da Ópera de Zurique, e do Festival de Tanglewood. Em 1996, conduziu Il Guarany, de Carlos Gomes, na Ópera de Washington, com Plácido Domingo no papel de Peri.
Gravou mais de 20 CDs por selos como BIS, Sony e BMG/Ricordi e o vídeo da ópera Der Rosenkavalier de Richard Strauss. Neschling compõe para teatro, cinema e televisão, contabilizando mais de 60 títulos, entre eles as trilhas sonoras dos filmes Os Condenados; Lúcio Flávio – o Passageiro da Agonia; Gaijin; Pixote; O Beijo da Mulher Aranha e Desmundo, da minissérie Os Maias e a música incidental da novela Esperança.
Regente titular e diretor artístico da Osesp desde 1997, promoveu uma significativa reestruturação da Orquestra e do Coro, que receberam o prêmio Carlos Gomes por três anos consecutivos (2000, 2001, 2002) e hoje são internacionalmente reconhecidos. Como personalidade musical, o Maestro recebeu o Prêmio Bravo! Música, além do Melhor Personalidade Empresarial Artística, em 2002, pelo jornal Gazeta Mercantil de São Paulo.
Em 2007 ganhou o Grammy-Latino na categoria Melhor Álbum de Música Clássica por sua gravação com a Osesp da 6ª Sinfonia e Abertura A Consagração da Casa de Beethoven, além de ter sido indicado ao Gramophone Award, com o CD dos primeiros concertos para piano de Medtner e Tchaikovsky.
John Neschling é membro da Academia Brasileira de Música desde 2003, casado com a escritora Patrícia Melo e vive em São Paulo.
PHA,
Da folha:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u493483.shtml
Francês é substituto temporário de Neschling na Osesp
JOÃO BATISTA NATALI
Colaboração para a Folha de S. Paulo
John Neschling será substituído na Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado) pelo maestro francês Yan Pascal Tortelier, 61. A contratação será anunciada o mais tardar em dez dias.
Ele regerá a orquestra até o segundo semestre de 2010, quando um novo regente, a ser escolhido por uma comissão, se tornará o titular definitivo.
ESSE CONSELHO DA OESP E FORMAÇÃO DE QUADRILHA JUNINA, É MUITA COISA RUIM JUNTO, COITADO DO SERRAGIO, VAI LANBER SABÃO JUNTO COM O FHC, LIXO DA HISTORIA PROS DOIS.A VAI FALTAR GRANA NA CAMPANHA DO SERRAGIO A GRANA TA TODA BLOQUEADA PELO PROTÓGENES E O JUIZ DE SANTIS, É TEM UM SENADOR QUE TA TIRIRICA, HOJE NÃO VAI PODER ATACAR O PROTÓGENES, O CONGRESSO TA DE RESSESO,KKKKKKKKKKKKKKKKK.CADEIA NESSE BANDO.
Que que é isso?
O cara (John Neschling) fez da OSESP o que ela é (muita coisa) e é assim que ele é tratado? Qual é a qualificação deste Conselho tucanado para despedir o Maestro? Antes o Conselho inteiro sair, afinal o que eles fazem de bom? Despedem um profissional elogiadíssimo no mundo inteiro. Ele merece muito respeito pelo trabalho desenvolvido na orquestra do Estado (ao longo do que? dez anos?). E o José Pedágio? Merece o nosso respeito por que? Por ser um homem de palavra? Não, isso, definitivamente, ele não é.
Tive o prazer de passar a minha noite de reveillón curtindo a apresentação da OSESP (pela TV), é uma orquestra incrível..
Boa entrevista de FHC (essa o PIG não mostra, nem tem coragem de perguntar):
http://br.youtube.com/watch?v=o0t2i5mv1cs
http://br.youtube.com/watch?v=30O47FolIbI
Vejam só (abaixo) a composição do Conselho de Administração da Fundação OSESP. Mais parece de um ninho de tucanos e banqueiros, com alguns jornalistas de lambuja. Não custa então perguntar:
(a) Quando um governo tucano nomeia tantos tucanos para um conselho, isso pode ser chamado de “aparelhamento”, ou este termo é apenas reservado aos petistas?
(b) Quando a demissão de um maestro não é devida a improbidade, nem a incompetência profissional, mas apenas à opinião manifestada por em entrevista a um jornal, isso pode ser considerado demissão por motivos políticos? Ou este termo deve ser reservado somente para demissão de técnicos do IPEA em cargos comissionados, atribuida a petistas?
(c) Estes conselheiros recebem $ do Estado pela boquinha? Ou estão lá apenas para atender aos caprichos de quem já julgam eleito presidente do Brasil em 2010? Ou aliam o útil ao agradável?
FUNDAÇÃO OSESP
Organização Social da Cultura
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
presidente
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
vice-presidente
PEDRO MOREIRA SALLES
conselheiros
ALBERTO DINES
CELSO LAFER
DARRIN COLEMAN MILLING
HORACIO LAFER PIVA
JOSÉ ERMÍRIO DE MORAES NETO
LUIZ SCHWARCZ
PEDRO MALAN
PERSIO ARIDA
RUBENS ANTONIO BARBOSA
CONSELHO FISCAL
JÂNIO GOMES
MÁRIO ANTONIO THOMAZI
MIGUEL SAMPOL POU
CONSELHO CONSULTIVO
BOLÍVAR LAMOUNIER
CARLOS VOGT
DANIEL FEFFER
ELIANA CARDOSO
GUILHERME PEIRÃO LEAL
JOSÉ ANTONIO R. DE ALMEIDA PRADO
LUIZ ROBERTO ORTIZ NASCIMENTO
MARCOS MENDONÇA
MARIA BONOMI
OLAVO EGYDIO SETÚBAL
RICARDO TACUCHIAN
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Assisti, não, VIVENCIEI uma apresentação da OSESP em Ribeirão Preto, regida pelo Neschiling. Antes de cada peça ele discorria sobre o autor, época, movimentos, enfim, “preparava” os ouvintes e seus espíritos para melhor apre- ciar o espetáculo, …o que se tornava, realmente um ESPETÁCULO. Sua simpatia, simplicidade e “didática” para com o público, tornava-o um de nós, ouvintes, porém ante aquele grande conjunto de virtuoses. Àquela época a OSESP se preparava para tournée pelos EUA. Valeu, Neschiling!!!!
FHC NUMCA ESCREVEU NADA, QUEM ESCREVIA ERA A RUTH. DEPOIS DA MORTE DELA A UNICA COISA QUE ELE ESCREVE É DEMIÇÃO DE COISA QUE ELE NÃO ENTEDE. POBRE PAÍS. O SERRAGIO APRENDEU O QUE FAZ HOJE NO ESTADIO DE SANTIAGO DO CHILE.SEBE TUDO COMO FUNCIONA UMA DITADURA.
PHA e saber que o Alberto Dines faz parte do Conselho de Administração da Fundação Osesp. Ele deve ter participado dessa patranha e aplaudido. E depois posa de bom velhinho.
Lamentável, nunca achei que esse governador fosse um bom político, apenas vem confirmar aquilo que estava evidente.
Parabéns ao Maestro John Neschling, e obrigado por esses 12 anos de música de qualidade.
Oremos para que não estraguem a orquestra, algo que eu vejo como muito dificil de não acontecer!!
Paulo Henrique,
Os fatos são trágicos e preocupantes.
Mas não consigo parar de rir com a nova alcunha que você deu ao truculento governador de São Paulo!!!
José Pedágio é muito melhor do que José Serrágio!!!
Nada como ter um farol alumiando os caminhos. Senão, como Pedágio digerirá a nomeação do ex governador para a secretaria do desenvolvimento?
PH,
A justificativa de demitir o maestro por falta de mictório explica-se pelo fato dos tucanos terem transformado São Paulo na maior latrina do mundo e numa das cidades mais poluídas do mundo.
Se a cidade já é uma latrina metropolitana, para que exigir mictório para a OSESP?
Veja a matéria abaixo e entenda porque a Mirian PIG disse há algumas semanas que somente o $errágio sabe fazer investimentos atrelados a controle ambiental, e que ele foi aprender isto na China..
O Serrágio transformou Sampa em uma poluída Pequim, em termos de poluição ambiental.
Ele vai controlar a poluição com muitos pedágios veiculares. Assim, pobre não vai poder andar de carro em SP.
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3463987-EI8139,00.html
Pesquisa IBGE:
O controle da poluição do ar é considerado o pior problema ambiental de urbanização e meio ambiente pelo paulistano.
O controle da poluição do ar é considerado o pior problema ambiental de urbanização e meio ambiente pelo paulistano. Segundo pesquisa, 67% dos entrevistados se consideram insatisfeitos com a fiscalização das impurezas lançadas na atmosfera.
Ainda de acordo com o painel urbanização e meio ambiente, a segunda maior insatisfação do paulistano é com a acessibilidade para deficientes (64%) e, em seguida, o controle da poluição sonora (63%).
A iluminação pública tem a melhor avaliação, com 19% de entrevistados satisfeitos, seguido por parques verdes e conservação de ruas e avenidas, ambos com 12%.
O estudo Ibope Indicadores da Cidade de São Paulo foi encomendada pela ONG Movimento Nossa São Paulo como parte das comemorações dos 455 anos da cidade, e ouviu 1.512 pessoas entre os dias 18 e 29 de novembro de 2008.
Redação Terra
AONDE ESTÁ A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NESTE PAÍS! VIVEMOS UM NOVO AI-5. NEM A NESCHING COM TODO O SEU CABEDAL INTELECTUAL É PERMITIDO DIZER SUAS LIVRES CONVICÇÕES. AONDE ESTÁ O TRT-SP, O TST-SP.
VIVEMOS UMA DITADURA EM SÃO PAULO. NEM OS MAIORES EXPOENTES TEM O DIREITO FUNDAMENTAL DE SE EXPRESSAR.
O PRÍNCIPE, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, COMETEU UM ABSURDO AO PENALIZAR A OSESP. A PRÓPRIA OSESP QUE É HOJE, RESPEITADA NO MUNDO INTEIRO GRAÇAS À NESCHING.
TEMOS UMA CENSURA PÚBLICA INSTAURADA PELO FHC E O SERRA. TEMOS UM STF NA MÃO DE LADRÃO SAFADO (GILMAR MENDES).
AONDE NÓS VAMOS PARAR. AS ELEIÇÕES DE 2010 ESTÃO LOGO A FRENTE PARA RESOLVERMOS DE VEZ ESTAS PENDÊNCIAS COM OS BANDIDOS, MENINOS MALCRIADOS, PRÍNCIPES DE PLANTÃO!
Muita gente chama FHC de culto, intelectual, etc. Chamam-no até de sociólogo. Ah! Dizem que ele tem um diploma de sociologia. Se não me dissessem eu nem perceberia. Acho que o FHC é uma pessoa vaidosa. Assim como o “menino mimado” Serra. São dois pavões que procuram se exibir – cada um mais do que o outro. Eles querem calar a boca de quem os critica (como fizeram com o Maestro Neschling) e acabam metendo os pés pelas mãos…
Quando saiu um pesquisador do IPEA até senador do PSDB deu entrevista. De outra vez pediu demissão um dos diretores da TV Brasil, alegando cerceamento do seu trabalho, resultando disso um estardalhaço na imprensa por semanas.
Agora o Serra bota na rua uma pessoa de alta gabarito e a imprensa se cala. Depois dizem que são “imparciais”.
Caro PHA,
apenas uma correção: o maestro Furtwängler nunca foi partidário do nazismo. Ao contrário, sempre foi um crítico duro do regime e que sempre se recusou a fazer a saudação nazista . Furtwängler chegou a se demitir do seu cargo na ópera de Berlim, como forma de protesto ao partido do “Führer”. Ele era uma das figuras mais proeminentes do universo cultural alemão e, sem dúvida, um dos maiores regentes da época (por sinal, Toscanini o admirava). Pode ser que vc tenha confundido na sua reportagem o maestro Wilhelm Furtwängler com um outro, este sim membro do partido nazisma: Herbert von Karajan…
Abraço,
Murilo
. Não sou Serrista, FHCista, Covista.
. Não sou nada Tucano.
. Mas já estava na hora de Neschling sair.
. Ele é tucano. Roxo! Príncipe de Gales do projeto de “cultura” de seguidos governos PSDBistas.
. Ele é autoritário, castrador e dono da verdade, assim como “O” governador, seu (ex) chefe.
. Nem mesmo Minczuk aguentava ele.
. Certa vez um regente convidado, ao reger a OSESP, declarou que nunca tinha visto musicos com tanto medo de errar.
. Competente ele é. Essa é a marca dos Tucanos. “Competência”.
. A manchete deveria ser: “Cai a dama-de-ferro da OSESP”.
. Existem no mínimo outros 10 “gênios” capacitados para substituí-lo.
. É só darem ao novo Príncipe o dinheiro que deram a Neschling e a OSESP.
Só um pequeno reparo: Furtwangler, um dos maiores maestros de todos os tempos, podia ser devotado a Hitler mas não era nazista. Tanto que músicos considerados “racialmente impuros”, diga-se, judeus, foram mantidos por Furtwangler na Filarmônica de Berlim a contragosto dos chefes nazistas. É que como muitos artistas, o maestro era pouco afeito à política. Ele não só protegia os músicos judeus da Filarmônica como até os auxiliou a fugir da Alemanha nazista quando as pressões tornaram-se insuportáveis. O preço pago foi seu pedido de demissão e seu exílio na Suíça. Mas sobre Neschling, lamentável a atuação do “culto”(!?) FHC no episódio. A música erudita de São Paulo e do Brasil sofrem um prejuízo irreparável.
Que queira demitir, tudo bem, afinal de contas todos nós sabemos como se comporta Serra. É uma pessoa que não tolera a divergência, a crítica pública. Quem a faz, ele manda cortar a cabeça. Lamentável é o FHC participar desse episódio e ainda tentar justificar a demissão por causa das críticas (justas) do maestro. Oras! Um governo dar justa causa em um maestro por exercer sua liberdade de expressão e opinião??? Isso é autoritarismo! Vergonhoso.
PH que tal fazer um levantamento dos casos em que o governo lula justifica algum ato do seu governo e o noticiario nao aceita e as explicaçoes de outros sao aceitas como por exemplo o sabesp nao vi em jornal algum contestaçoes ao “serras”(de seras ou nao presidente)
Existe um pequeno detalhe mas talvez que faça diferença e que não pode passar desapercebido.
Os políticos são insignificantes. São lembrados pela história apenas os grandes chefes de Estado e apenas os que fizeram diferença em algum sentido. Lembramos de Napoleão, Churchill, Roosevelt, alguns Reis e Imperadores. Se alguém for lá pras terras européias e perguntar quem foi D. Pedro II poucos saberão.
Essa é a diferença. Os políticos são insignificantes e eles, no fim das contas, não fazem difierença alguma para a humanidade, por isso não são lembrados. Alguém sabe qual foi a importância de Franco Montoro, por exemplo? O que ele fez de tão relevante pra virar nome de aeroporto? Provavelmente os brasileiros de outros estados nem saibam de quem se trata. O que eles fazem quando governam não tem importância alguma para a humanidade.
Político depois que morre vira nome de alguma coisa: rua, aeroporto, estrada. E os outros políticos fazem essa grande (?) homenagem apenas pensando em auto-promoção, nunca em razão de qualquer relevância que o homenageado tenha, porque não tem.
Machado de Assis não precisa de nome de rua ou de qualquer outra coisa. Ele já deixou sua obra.
O Serra, quando “passar desta pra melhor”, será apenas nome de rua, no máximo merecerá uma avenida: Av. governador José Pedágio, digo, Serra. E apenas em SP. Ou alguém acha que ele merecerá alguma avenida no Rio, ou em Curitiba?
Alguém sabe o nemo do prefeito de Viena quando Beethoven lá vivia (entre 1790 e 1827, mais ou menos)? Alguém sabe o nome do prefeito de Paris quando Debussy era vivo? Alguém sabe o nome de qualquer político da época de Van Gogh? E até mais perto de nós, alguém sabe – de cabeça – qual era o nome do governador do Rio (Estado da Guanabara ?) quando Villa-Lobos era vivo?
Esse é o destino do Serra, do Lula, do FHC, e de todos aqueles sujeitos toscos que se dizem deputados, senadores, governadores, prefeitos: A INSIGNIFICÂNCIA.
Talvez por isso que eles tentem o tempo todo dinamitar a cultura (popular ou erudita).
Mas isso é um problema deles.
Foram eles que se lançaram à insignificância !
O inferno está precisando de um diabo que infernize o inferno. Vai serrágio, vai ! Deixe-nos em paz !
Vi e ouvi há poucos dias, em Fortaleza, Neschling e Orquestra.
Pareceram-me tão formidáveis amantes da música e da sinceridade no ofício, que os imaginei respeitados, amados, protegidos por todos os de bom senso.
Quse sejam assim afrontados agora, desonra é, e obscurantismo.
O eis prefeito de São Sebastião, Juan Garcia é do tipo tucanalhas,se batia boca com ele ,desapropriava sua casa,seu comércio e agredia funcionários.um Espanhol ditador.assim são os tucanalhas o maestro pegou sua batuta apontou ao contrario do serrágio SATÂNICO. foi para o olho da rua.esse e o jeito tucanalha de governar.
Pouco a pouco a elegância natural de SP deixa-se cobrir de um cinzento fosco, úmido, por culpa de governantes meios mortos, e talvez por isto tão ameaçadores! Realmente inacreditável, sendo um Estado tão importante para o Brasil !!!
Fui ver a biografia do maestro na net (Wikipedia) e, com “mais rapidez que a Folha”, JÁ informa que ele FOI (!!!) regente e diretor da OSESP. Isto é que é eficiência! Fiquei me perguntando se foi pelo tal desbocamento, mictório ou por ser carioca… ou por todos e mais alguns a conhecer…
Há que se respeitar o gosto artístico e musical das pessoas, pô! Isso de mictório é desculpa pô! Cada um tem seu gosto, de acordo com o nível intelectual. Por acaso esse Nescling ia tocar funk ou créu?
Foi inesquecivel a apresentação da OSESP aqui em Salvador, no final do ano passado. Fomos, eu, um casal de franceses. Foram também minha mãe com 86 anos e outros amigos, que nunca tinham assistido a um concerto.
A apresentação foi na Concha Acústica do TCA e GRATUITA.
A presença maior era de pessoas de classes média e média baixa que não tinham condições de pagar um ingresso caro.
O respeito, o silêncio, o aplauso, a emoção daquele público nos impressionaram e emocionaram também, em especial os franceses.
Contribuiu, e muito, para isso, a simpatia, a segurança do MAESTRO NESCHLING. A cada obra ele interagia com o público, explicava, abria a palavra para as pessoas.
Para o maestro pouco importava se o público era composto por pessoas humildes. A sua vibração era intensa e a orquestra afinadíssima.
Será que essa proximidade do MAESTRO com o povão é que incomoda a elite paulista que veste DASLU?
Algumas vezes o MAESTRO fazia elogios ao governo de S.P. Fica, portanto, inverossímel essa desculpa da FSP de desavenças maiores por parte do MAESTRO.
É assustador o rolo compressor do Serra para os não simpatizantes dele. Tremo de medo em pensá-lo como presidente. A mídia dará apoio irrestrito a todos os atos ditatoriais que venha a praticar.
QUANTO AO MAESTRO, UM MUITO OBRIGADO POR UMA TARDE DE DOMINGO INESQUECIVEL. MINHA MÃE DE 86 ANOS TAMBÉM AGRADECE.
BOA SORTE NOS NOVOS CAMINHOS QUE TRILHAR. AXÉ.
Só posso dizer que assisti a um dos mais belos espetáculos da minha vida quando a OSESP esteve se apresentando no belíssimo Parque do Cocó, aqui em Fortaleza, se não me engano em novembro /2008.
O Maestro Neschling, juntamente com sua OSESP, brindou aquele mar de gente com peças maravilhosas acompanhadas de breves, ricos e bem humorados comentários sobre cada uma.
Esse homem fez o que fez pela OSESP e esse homem é demitido.
Assim fica muito difícil a missão de tornar acessível a música erudita nesse País.
Assim a OSESP vai ficar sem áudio, igual àquela outra história, mas isso é outra história. Tudo faz sentido.
Atuei na Escola Municipal de Música no período em que estavam se realizando os exames para efetivação ou contratação dos músicos para a OSESP, logo após a morte de Eleazar de Carvalho. Pude sentir que dali viriam muitas mudanças com Neschiling. Confirmadas depois. Em nosso país há excelentes regentes, o problema não é de qualidade, mas de politicagem mesmo. Quem não abaixa a cabeça a tudo que recebe por escrito (às vezes nem por escrito) a ser feito, tem seu contrato rescindido. Ora, ora, direis é possível continuar ouvindo estrelas, assim, senhores FHC, Serra, Saad et toda a tucanada? Queren música erudita de boa qualidade para quem? Para o quê? Contra quem, a favor de quem?
Paulo Henrique,
Voce percebeu que os blogueiros do psdb (principalmente o Noblat) nao fizeram ou vao fazer qualquer comentários sobre a demissao do neschling?
Mas que alvoroço fizeram quando o governo federal substituiu os membros do ipea! disseram que era perseguicao ideológica e outras tantas asneiras. kkkk.
Noblat, mainard e azevedo nao sao mais qua escroques das viúvas do fhc, vassalos do Serra.
Que bom seria se o Serra morresse.
PH esta rolando ja em alguns sites mas eu vi no terra..que 3 chineses
foram condenados com a pena capital ou seja a morte…motivo..ter colocado a
segurança publica em perigo por ter adulterado o leite que matou 6 crianças.
Pergunta PH e Colegas desse espaço…ja pensou se a cratera do metrô fosse
na china onde morreram se não me engano 7 pessoas…o pedagio não estaria
LASCADO Como diz nosos caros nordestinos..? aborde isso PH..de-nos esse
presente. Um aBRAÇO A TODOS.
Serra por Neschiling:
“é um menino mimado e autoritário”:
Governo Serra por Neschiling:
“Durante anos, me deixaram fazer meu trabalho e eu honrei a confiança. Agora assume um governo que acha que pode fazer melhor, apesar de não ter idéia do que seja uma sinfônica.”
Sucesso no Brasil por Neschiling:
“Fazer sucesso no Brasil é um perigo, é uma cultura autofágica que odeia a recusa da mediocridade.”( Essa foi pro Lampréia).
http://www.anustel.com.br/improbidade.html
Ele vai é pra cadeia…..
Serra é o símbolo do autoritarismo, da intolerância, da repressão.
Ele já planeja estender o mandato presidencial de 4 anos para 6 anos!Essa certamente será sua primeira mudança quando chegar ao trono.
FHC comprou políticos do Acre para conseguir a reeleição. E agora Serra já planeja um mandato de 6 anos. Isso é PSDB!
Repressão, abuso de poder e ditadura sempre estiveram associados à direita neste país, impressionante….
Este senhor que quer ser presidente do brasil ai sim estaremos ferrados sai de retro satanas DEUS nos livre deste senhor
dia 19 de março. dia te dar uma sapatada no governo serra sinistra
preparem os sapatos .
olha e escuta ai a voz que não quer calar
http://br.youtube.com/watch?eurl=http%3A%2F%2Fblogdomello.blogspot.com%2F2007%2F11%2Fserra-um-menino-mimadoum-autoritrio.html&v=JKy2OEq-bC8
a hora do pesadelo 2010.
Operação-Serra e a demissão de Nassif
A demissão do jornalista Luis Nassif da TV Cultura de São Paulo é um fato grave. Mostra a total falta de independência de uma emissora que deveria ser pública e que hoje serve abertamente ao projeto presidencial de Serra. O governador tucano conta hoje com o apoio ostensivo da maioria das emissoras privadas e dos jornalões e revistas do país.
Altamiro Borges
É bom ficar esperto. Está em curso uma ardilosa orquestração na mídia de blindagem do tucano José Serra, governador de São Paulo e candidato do bloco neoliberal-conservador à sucessão do presidente Lula em 2010. A mais nova vítima da “operação-Serra” é o jornalista Luis Nassif, que teve seu contrato de trabalho suspenso na semana passada pela TV Cultura, emissora controlada pelo governo de São Paulo. Numa entrevista exclusiva à jornalista Priscila Lobregatte, do Portal Vermelho, Nassif não vacilou em fazer o alerta: “2010 já começou, este é o ponto”.
O abrupto rompimento do seu contrato não teve qualquer explicação. E nem podia. Afinal, por suas posições críticas e independentes, ele é um dos mais respeitados colunista da mídia, já tendo recebido vários prêmios. No último prêmio Comunique-se, ele foi um dos três jornalistas da TV Cultura indicados para a categoria televisão. O motivo, então, não foi profissional. Nassif insinua que sua demissão se deve à proximidade da sucessão presidencial. “A maluquice das eleições de 2006 voltou antecipadamente”, afirma, referindo-se à brutal manipulação no pleito passado.
Silenciando as opiniões críticas
Ele lembra que recentemente criticou a publicidade da Sabesp, empresa paulista de água. “Como pode uma empresa com atuação estadual patrocinar eventos de televisão no Brasil inteiro?”. Este e outros comentários críticos, atestando que a campanha presidencial de Serra é ostensiva e usa recursos públicos, devem ter irritado o truculento governador. Para Nassif, há indícios de que a ordem para sua demissão veio de cima. “O Paulo Markun [presidente da Fundação Anchieta, a mantenedora da TV Cultura] não tomaria sozinho essa decisão… Se em dezembro ele acertava ampliar minha participação, é evidente que a mudança de orientação se deve a outros fatos”.
A suspensão do contrato de Nassif é um fato grave. Mostra a total falta de independência de uma emissora que deveria ser pública e que hoje serve abertamente ao projeto presidencial de Serra. Mas não é um fato isolado. Além de manietar a TV Cultura, o governador tucano conta hoje com o apoio ostensivo da maioria das emissoras privadas e dos jornalões e revistas do país, fechando o cerco midiático para sua campanha. Está em curso uma operação de limpeza nas redações para aplainar a sua decolagem eleitoral, evitando críticas a sua administração e bajulando o tucano.
Demissão na CBN e clima de medo
Em outubro passado, a Rede Globo demitiu o jornalista Sidney Rezende da rádio CBN. Segundo Rodrigo Viana, que deixou a emissora por discordar das suas manipulações na sucessão de 2006, “Sidney era tido por colegas e ouvintes como jornalista que exercia a sua independência… Na sua demissão se percebem os preparativos para a cobertura das eleições de 2010. O ‘moto-serra’ dos tucanos vai passar sobre várias cabeças do jornalismo global. Na CBN, conheço um outro âncora (não darei nome porque ele me pediu sigilo) que teve a sua cabeça pedida pelo governador”.
Após estranhar outro facão recente, de Luiz Carlos Braga da sucursal de Brasília, Rodrigo afirma que o clima na Rede Globo “lembra muito a operação-2006. Há dois anos, às vésperas da eleição presidencial, ela se livrou do comentarista Franklin Martins porque este não fechava com a linha oficial de ‘sentar a pancada’ em Lula e dar uma ‘mãozinha’ aos tucanos. Depois, foram limados outros jornalistas que se indispuseram com a emissora na cobertura das eleições (entre eles, eu, Luiz Carlos Azenha, Carlos Dornelles e o editor de política Marco Aurélio Mello)”.
A generosidade da mídia privada
Rodrigo Viana, que há muito tempo trabalha em veículos privados, garante que presidenciável tucano conta com o total apoio dos barões da mídia. Ali Kamel, diretor-executivo de jornalismo da TV Globo – também apelidado por quem o conhece bem de Ratzinger ou “senhor das trevas” –, não permite que saia uma linha sobre o atual governador paulista sem o seu aval prévio. A mesma rigorosa orientação é imposta pela famíglia Frias, que mantém sólidas e sinistras relações com o tucano-mor desde os tempos em que este foi editorialista da Folha de S.Paulo.
Este conluio explica a generosidade da mídia hegemônica até nos casos mais chocantes – como na “guerra das polícias” no ano passado, quando ela simplesmente isentou o governador paulista de qualquer culpa, ou na desastrosa operação policial do seqüestro e morte de Eloá Pimentel, em Santo André. Ainda segundo Rodrigo Viana, que conhece os bastidores da mídia, “a ordem era proteger o governador. Conversei com três colegas que trabalham na TV Globo de São Paulo e que pedem anonimato. A orientação aos editores era botar no ar trechos imensos da entrevista chapa-branca com o Serra”, na qual ele culpou as centrais sindicais pela greve na Polícia Civil.
Coberturas parciais e manipuladas
A “operação-Serra” também fica patente na forma como a mídia trata as obras do governo Lula, sempre tão vigilante, e na total omissão diante dos descalabros da administração paulista. Na semana passada, Folha e Estadão fizeram rasgados elogios às obras do Rodoanel, sem publicar uma crítica ao seu monumental atraso e altos custos. Já as TVs nada falaram sobre a interrupção da concessão das rodovias Ayrton Senna e Marechal Rondon devido às falcatruas nas licitações, ou da suspensão, pelo TCE, das obras na Marginal do Tietê porque o edital estava irregular.
Também é impressionante a bondade da mídia venal diante das graves denúncias do Ministério Público, que investiga quatro contratos no valor de R$ 1 bilhão da Siemens com o governo paulista para construção de três linhas do Metrô. Há suspeitas de superfaturamento e de que a multinacional alemã teria subornado políticos do PSDB. As apurações começaram no rastro de outro inquérito, o que investiga a multinacional francesa Alstom, que teria dado propina para obter contratos com estatais paulistas nos últimos 14 anos de reinado tucano em São Paulo.
Censura chega ao ciberespaço
Sem trabalho na TV Cultura, Luiz Nassif afirma que agora se dedicará ao seu blog, apostando na internet como arma de democratização da informação. Mas também neste campo a fúria de Serra já se faz sentir. Recentemente, a Justiça mandou tirar do ar o blog “Flit paralisante”, postado pelo delegado da polícia civil Roberto Conde Guerra. O delegado é famoso por suas críticas à política de segurança do tucanato, sendo fonte alternativa de jornalistas. Durante a greve da categoria, ele usou seu blog para convocar protestos e teve 130 mil acessos. Agora, foi censurado pelo “moto-serra”. A mídia, que sempre ataca o “autoritarismo” do governo Lula, não alardeou esta censura.
A demissão de Nassif até agora não indignou os jornalistas – alguns que tiveram papel de relevo na luta contra a ditadura e que hoje parecem dóceis serviçais das empresas, preocupados apenas com suas carreiras. Também não houve reação das entidades da categoria – o que é lamentável. Paulo Henrique Amorin, outra vítima de perseguição dos “amigos de Serra” quando foi retirado do ar, sem aviso prévio, do Portal IG, protestou solitariamente. “A TV Cultura de Serrágio (vem do pedágio mais alto do Brasil) não agüentava a independência de Nassif”, escreveu no seu blog.
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e organizador do livro “Para entender e combater a Alca” (Editora Anita Garibaldi, 2002).
Até agora, na grande imprensa, só li, vi e ouvi comentários frouxos à referida demissão que, de tão elegante, foi comunicada primeiro à imprensa e depois ao maestro. Se fosse no governo Lula, os ditos, intelectuais brasileiros, a imprensa, os empresários, a FIESP, a Hebe, a OAB, o Presidente do Supremo, a Opus Dei, todo mundo tava metendo o pau no governo, classificando-o como policialesco e ideológico, pois não levou em conta o talento do artista e sim suas posições políticas. Mas, como foi o Serra… silêncio, silêncio, apenas o imortal e frouxo silêncio.
Prepare-se Brasil, se o Serra ganhar, adeus oposição, adeus opinião contrária, adeus discussão e confronto de idéias. Serão quatro anos, no mínimo, de mordaça.
PHA, torça pela Dilma ou vá cuidando de montar uma filial da PHA Comunicação em Miami, Caracas ou Assunção. Só para piorar um pouco o cenário, imagine um certo DD como Ministro das Comunicações, imagine o ACMzinho, o Aleluia, o Heráclito, o Artur…
Rezemos, irmãos.
LAMENTÁVEL!
lá se vai a melhor Sinfônica do hemisfério sul…!
pena que o Serroncelo não foi junto. A propósito, o que sabe FdeAlexandriaHC sobre música ou músicos ?
Alugém pode me tirar uma dúvida? FHC é professor aposentado, certo? Ainda por cima recebe uma pensão como ex-Presidente da República, certo? Também profere palestras a US$ 50,000.00 conforme aqui noticiado, certo? Além disso, FHC é Presidente do Conselho de Administração da Fundação Osesp. Pergunta: Ele recebe dinheiro na condição de Presidente do Conselho de Administração da Fundação Osesp? Se recebe, quanto é que o contribuinte paulista paga a FHC para ser Presidente desse Conselho?
Deste jeito, o Srrágio até a eleição vai colecionar uma legião de inimigos que ele desempregou, por sinal ilustres. Não é inteligente.
Paulo Henrique,
Todo cara pequeno que depois de velho fica careca e feio se transforma em tirano.
Seria melhor que o Serráglio se associasse ao Zé do Caixão, pelo menos poderia fazer um papel coerente com a sua personalidade vampiresca.
Pô, governador, vá ser feio assim lá longe.
O Farol de Alexandria que assina a demissão! Olha aqui:
http://www.osesp.art.br/noticias/detalheNoticias.aspx?codConteudo=313
Sabe que gente como Serra, o Luxemburgo, o Gilmar Dantas e adjacências não acreditam que são Deus, mas que estão acima ! É mole ! E o pior é que não se trata de jogo de cena não, eles acreditam mesmo. Entendem de tudo, desde engenharia até música erudita, sabem como acender a espoleta sismográfica ou destravar o pino da grampola, isso é o Serra, que confesso, me enganou até o início da campanha presidencial quando perdeu para o Lula.
Serra está com o PIG; o PIG está com Serra, logo, o brasileiro está f… ferrado.