Íntegra do discurso: Obama quer “um olhar que vigie o mercado”

20/janeiro/2009 17:47

Os neoliberais perderam o principal aliado

Os neoliberais perderam o principal aliado

. Não se trata de saber se o mercado é bom ou mau.

. Porém, é importante haver um olhar que vigie (watchful eye) o mercado, quando o mercado só beneficia os prósperos.

. Esses são trechos do discurso de posse de Barack Obama.

. Os neoliberais perderam o melhor púlpito de que pregavam: a presidência dos Estados Unidos.

Paulo Henrique Amorim

Assista à integra do discurso histórico de Barack Obama:

 

Leia abaixo a tradução do discurso:
“Meus companheiros cidadãos:

Estou aqui hoje sujeito à tarefa diante de nós, grato pela confiança que me foi concedida, consciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço o presidente Bush por seu serviço à nação, bem como pela generosidade e cooperação que ele mostrou ao longo dessa transição.

Quarenta e quatro americanos agora já prestaram o juramento presidencial.
Essas palavras foram ditas durante ondas crescentes de prosperidade e águas calmas de paz. E, de tempos em tempos, o juramento é feito em meio a nuvens carregadas e tormentas violentas.

Nesses momentos, os Estados Unidos prosseguiram não apenas por causa de nossa habilidade ou pela visão daqueles no alto escalão, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos ancestrais, e fiéis aos nossos documentos de fundação.

Tem sido assim. E precisa ser assim com esta geração de americanos. Que estamos em meio a uma crise é bem conhecido agora. Nosso país está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio.

Nossa economia está gravemente enfraquecida, consequência da ganância e da irresponsabilidade da parte de alguns, mas também um fracasso coletivo nosso em fazer escolhas difíceis e em preparar o país para uma nova era.

Lares foram perdidos; empregos eliminados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é muito caro; nossas escolas reprovam muitos; e cada dia traz novas provas de que as formas como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável mas não menos profunda é a perda de vitalidade da confiança em nossa terra –um medo persistente de que o declínio dos Estados Unidos é inevitável, e de que a próxima geração precisa reduzir suas metas.

Hoje digo a vocês que os desafios que encaramos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão enfrentados com facilidade ou em um período curto de tempo. Mas saibam disso, Estados Unidos: eles serão enfrentados.

Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, unidade de propósito sobre o conflito e a discórdia.

Neste dia, vimos proclamar o fim das discordâncias mesquinhas e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas gastos, que por muito tempo estrangularam nossa política.

Continuamos a ser uma nação jovem, mas nas palavras da Bíblia, é chegada a hora de deixar de lado as coisas infantis. É chegada a hora de reafirmar nosso espírito de persistência; de escolher a nossa melhor história; de levar adiante esse presente precioso, essa nobre idéia, passada de geração em geração: a promessa de Deus de que todos são iguais, todos são livres e todos merecem uma chance de buscar sua medida plena de felicidade.

Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, entendemos que a grandeza nunca é dada. Ela precisa ser merecida. Nossa jornada nunca foi feita de atalhos ou de deixar por menos. Não foi uma trilha para os fracos de coração — para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou apenas a busca de prazeres e riquezas e fama.

Ao invés disso, tem sido uma jornada para os que assumem riscos, os realizadores, os que fazer as coisas — alguns celebrados, mas mais frequentemente homens e mulheres obscuros em suas obras — que nos conduziram pelo longo e acidentado caminho em direção à prosperidade e liberdade.

Por nós, eles empacotaram suas poucas posses terrenas e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.

Por nós, eles deram duro em fábricas precárias e cruéis e colonizaram o Oeste; suportaram o estalar do chicote e lavraram a terra dura.

Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.

Repetidas vezes esses homens e mulheres deram duro e se sacrificaram e trabalharam até suas mãos ficarem calejadas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram os Estados Unidos como maiores que a soma de nossas ambições individuais; maiores que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou políticas.

Essa é a jornada que continuamos hoje. Continuamos a ser a nação mais próspera e poderosa da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando a crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos bens e serviços não são menos necessários do que foram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado.

Nossa capacidade não diminuiu. Mas nossa hora de permanecermos imóveis, de proteger nossos estreitos interesses e adiar decisões desagradáveis — essa hora certamente passou. A partir de hoje temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho de refazer os Estados Unidos.

Para todos os lados que olhamos, há trabalho a ser feito. A condição da economia pede ação, ousada e rápida, e vamos agir — não apenas criando novos empregos, mas um novo fundamento para o crescimento.

Vamos construir estradas e pontes, redes elétricas e linhas digitais que alimentem nosso comércio e nos una. Vamos restaurar a ciência a seu lugar de direito, e utilizar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade dos serviços de saúde e reduzir seu custo. Vamos manipular a energia solar e dos ventos e da terra para abastecer nossos carros e dirigirmos nossas fábricas.

E vamos transformar nossas escolas e faculdades e universidades para atender as demandas de uma nova era. Tudo isso podemos fazer. E tudo isso vamos fazer.

Agora, há alguns que questionam a escala de nossas ambições — que sugerem que nosso sistema não pode tolerar tantos grandes planos. As memórias desses são curtas. Pois eles esqueceram o que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem alcançar quando a imaginação se une ao propósito comum, e a necessidade à coragem.

O que os cínicos não conseguem entender é que o terreno sob eles mudou — que os argumentos políticos envelhecidos que nos consumiram por tanto tempo não mais se aplicam. A pergunta que nos fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona — se ele ajuda famílias a encontrar empregos com um salário decente, uma previdência que eles consigam pagar, uma aposentadoria que seja digna.

Onde a resposta for sim, pretendemos seguir adiante. Onde for não, os programas serão encerrados. E aqueles de nós que lidam com o dinheiro público serão responsabilizados — para gastar sabiamente, reformar maus hábitos e conduzir nossos negócios à luz do dia — só então poderemos restaurar a confiança vital entre um povo e seu governo.

Nem é, a pergunta diante de nós, se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade não tem iguail, mas a crise nos lembrou de que, sem um olhar vigilante, o mercado pode sair de controle — e que um país não pode prosperar quando favorece apenas os prósperos.

O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; de nossa habilidade de estender a oportunidade a todos aquele que a queiram –não por caridade, mas porque essa é a rota mais certa para nosso bem comum.

Para nossa defesa comum, rejeitamos a falsa escolha entre nossa segurança ou nossos ideais. Nossos pais fundadores, diante de perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um texto para garantir a regra da lei e os direitos do homem, um texto expandido com o sangue de gerações. Aqueles ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos desistir deles em nome da conveniência. E para todos os povos e governos que nos assistem hoje, das grandiosas capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que os Estados Unidos são amigos de todas as nações e de cada homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

Lembrem-se de que gerações anteriores derrotaram o fascismo e o comunismo não apenas com tanques e mísseis, mas com alianças vigorosas e convicções duradouras. Elas entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá direito a fazer o que quisermos.

Ao contrário, elas sabiam que nosso poder cresce com seu uso prudente; nossa segurança emana da justeza de nossa causa, da força de nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e da contenção. Somos os guardiões desse legado.

Guiados por esses princípios, mais uma vez, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem esforços ainda maiores — uma cooperação e compreensão ainda maiores entre as nações. Vamos começar a entregar de forma responsável o Iraque ao seu povo, e forjar uma paz muito duramente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para reduzir a ameaça nuclear, fazer retroceder o espectro de um planeta em aquecimento.

Não vamos nos desculpar por nosso modo de vida, nem vamos esmorecer em sua defesa, e para aqueles que buscam fazer avançar suas metas pela indução ao terror e massacrando inocentes, dizemos a vocês agora que nossa determinação é mais forte e não pode ser quebrada; vocês não podem nos esgotar e vamos derrotar vocês.

Pois sabemos que a colcha de retalhos de nossa herança é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristão e muçulmanos, judeus e hindus — e não-religiosos. Somos moldados por cada idioma e cultura, vindo de cada canto desta Terra; e porque experimentamos o gosto amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos daquele capítulo obscuro mais fortes e mais unidos, não podemos deixar de acreditar que os velhos ódios um dia vão passar; que as linhas tribais em breve se dissolverão; que enquanto o mundo se torna menor, nossa humanidade comum se revelará; e que os Estados Unidos têm de desempenhar seu papel em conduzir uma nova era de paz.

Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho para seguir adiante, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo. Para aqueles líderes ao redor do mundo que buscam colher conflitos, ou culpar o Ocidente pelos males de sua sociedade: saibam que seus povos os julgarão pelo que podem construir, não pelo que destroem.

Para aqueles que se agarram ao poder através da corrupção e da mentira e silenciando dissidentes, saibam que vocês estão do lado errado da história; mas que estenderemos a mão a vocês se estiverem dispostos a abrirem os punhos.

Para as pessoas das nações pobres, nos propomos a trabalhar com você para fazer suas fazendas florescerem e deixar águas limpas correrem; para nutrir corpos famintos e alimentar mentes famintas. E para aquelas nações como a nossa que usufruem de relativa fartura, dizemos que não podemos mais manter a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem considerar os efeitos. pois o mundo mudou, e precisamos mudar com ele.

Ao considerarmos as estradas que se abrem diante de nós, lembramos com humildade aqueles bravos americanos que, nesta exata hora, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, bem como aqueles heróis que jazem em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque eles são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles incorporam o espírito de servir; uma vontade de realizar algo maior que eles mesmos. E, neste momento — um momento que definirá uma geração –, esse é precisamente o espírito que tem de habitar em todos nós.

Pois, por mais que o governo possa fazer e tenha de fazer, no fim é sobre a fé e a determinação do povo americano que esta nação se apoia. É a gentileza de abrigar um estranho quando as barragens se rompem, é o desprendimento dos trabalhadores que preferem um corte em suas horas trabalhadas a ver um amigo perder o emprego que nos observa em nossas horas mais difíceis. É a coragem do bombeiro de subir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição dos pais em nutrir um filho que no fim decide nosso destino.

Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que nos deparamos podem ser novos. Mas aqueles valores sobre os quais nosso sucesso depende — trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras.

Elas têm sido a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que se exige, então, é um retorno a essas verdades. O que se pede a nós agora é uma nova era de responsabilidade — um reconhecimento, por parte de cada americano, de que temos deveres para conosco, nosso país e o mundo; deveres que não aceitamos com rancor, mas que recebemos com gratidão, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para nosso espírito, nada tão definidor de nosso caráter que entregarmos tudo de nós mesmos a uma tarefa difícil.

Esse é o preço e a promessa da cidadania.

Essa é a fonte de nossa confiança — a certeza de que Deus nos chama para dar forma um destino incerto.

Esse é o sentido de nossa liberdade e de nossa crença — o por que cada homem e mulher e criança de cada raça e cada crença pode se juntar em celebração nesta magnífica avenida, e o por que um homem, cujo pai há menos de 60 anos podia não ser servido em um restaurante local, pode agora estar diante de vocês para fazer o juramento mais sagrado.

Vamos marcar esse dia com a lembrança de quem somos e quão longe chegamos. No ano do nascimento dos Estados Unidos, no mais frio dos meses, um pequeno bando de patriotas se juntou ao redor de fracas fogueiras à beira de um rio gelado. A capital foi abandonada. O inimigo estava avançando. A neve estava manchada de sangue. Em um momento em que o resultado da revolução estava em dúvida, o pai de nossa nação ordenou que essas palavras fossem lidas ao povo:
“Que isso seja dito ao mundo futuro (…) que nas profundezas do inverno, quando nada além da esperança e da virtude poderiam sobreviver (…) que a cidade e o país, alarmados por um perigo comum, avancem para enfrentar.”

Estados Unidos. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de dificuldades, vamos lembrar essas palavras imemoriais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes geladas, e as tempestades que podem vir. Que os filhos de nossos filhos digam que quando fomos testados, nos recusamos a deixar essa jornada acabar, que não recuamos, nem que hesitamos; e com olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos adiante nossa liberdade e a entregamos em segurança para as gerações futuras.”

47 Comentários para “Íntegra do discurso: Obama quer “um olhar que vigie o mercado””

  1. MARCO ANTÔNIO ABREU FLORENTINO em 22/janeiro/2009 as 7:14

    LAMENTOS DO PASSADO – ECOS NO FUTURO
    A eleição de Barak Hussein Obama Jr., primeiro presidente negro do maior e mais influente império do mundo pós romano, tem ecos e repercussões para além do alcance dos nossos olhos… e ouvidos.
    Projeta-se, como num filme Hollywoodiano, o drama colonialista de George Washington e a busca da liberdade, alcançada em 4 de julho de 1776, após luta heróica contra o establishment inglês, lastreada por princípios constitucionais solidamente escritos por Thomas Jefferson, terceiro mandatário de uma nação predestinada.
    Resgata-se, como num romance épico, aquele dia gelado de novembro de 1863, em Gettysburg / Pensilvânia, quando 15.000 pessoas, reunidas num vasto campo, lotado por fileiras de caixões que pareciam não ter fim, ouviam o pronunciamento do outrora camponês, depois advogado e finalmente 16° presidente norte americano Abraham Lincoln, sobre a mais famosa batalha da guerra civil, um dois mais terríveis enfrentamentos travados em solo americano, com mais de 50.000 mortos e feridos nesse choque titânico entre compatriotas pela causa negra, motivadora do posterior assassinato deste mesmo presidente.
    Ecoam-se, como num suplício, os prantos e lamentos de dor dos negros arrancados de suas casas, na frente de suas mulheres e filhos, para serem torturados, mortos e queimados por organizações secretas espúrias como a Ku Klux Klan.
    Recuperam-se, como num pesadelo, imagens chocantes dos assassinatos dos irmãos Kennedy e de Martin Luther King, ocasionadas pela defesa aberta à igualdade e liberdade humana.
    Somos testemunhas históricas desse processo evolucionário de mudança, na qual a esperança é a principal timoneira desse barco que abriga, cada vez mais, passageiros confiantes no futuro.

    Marco Antônio Abreu Florentino

  2. Moacir Moreira em 21/janeiro/2009 as 16:58

    A Ellen foi até generosa.

    Na minha opinião, Obama vai mandar enforcar o Bush!

  3. Ellen em 21/janeiro/2009 as 14:20

    O Obama é o profeta que veio para salvar o mundo. Por ser justo, honesto, honrado, benevolente, Obama já traçou suas metas:

    1)Vai condenar Bush por crimes contra a humanidade
    2)Não vai mais apoiar o Estado Terrorista de Israel
    3)Vai devolver o Texas (rico em petróleo) para os mexicanos, afinal, eles eram os donos.
    4)Vai abrir as fronteiras para os mexicanos, afinal, se as empresas norte-americanas podem entrar, os mexicanos também podem.
    5)Vai acabar com o Conselho de Segurança da ONU, que é anti-democrático.
    6) Vai tirar todas as bases militares ao redor do mundo
    7) Vai criar um sistema justo de saúde para os norte-americanos, ou seja, vai abolir o uso do cartão de crédito como única forma de salvar uma vida.
    8)Vai punir severamente a monarquia despótica da Arábia Saudita, seu principal aliado, e vai retirar as 3 bases militares, os 5 mil soldados e os caças F-15 e F-16, aviões “invisíveis” F-117 e aviões de espionagem U-2 e Awacs daquele país.
    9)Fará uma campanha mundial para democratização da mídia já que esta se encontra sob o domínio de apenas 5 grandes empresas.
    10) Vai parar com essa enganação de “ajuda à África”, já que o único interesse dos EUA é o petróleo. E, da mesma forma, vai tirar todas as indústrias farmacêuticas norte-americanas da África que usam seres humanos como cobaias para depois venderem remédios a mais de $100 dólares na Europa e EUA.
    Viva Obama!!O Príncipe da Esperança!

  4. Ellen em 21/janeiro/2009 as 13:29

    Pessoal, EUA é um Império e todo Império almeja apenas 4 coisas:
    1)Expandir
    2)Dominar
    3)Destruir
    4)Lucrar
    Diferente do Império Romano (que era militar), do Império Católico (que era Religioso), dos Impérios Monárquicos da Europa, e do Império Estado Nação da Inglaterra, o Império Estadunidense domina por meio das EMPRESAS. Em vez de exércitos, as empresas são as que possuem o papel de escravizar, dominar, destruir culturas locais, lucrar e impor o modo de vida do Império, quer dizer, das empresas.
    As empresas querem que todos falem inglês, que todos usem as mesmas roupas e os mesmos produtos, que todos pensem da forma que o mercado determina, que todos estejam a serviço das grandes empresas. Isso é dominação, é ditadura, é imperialismo.
    Ingenuidade pensar que o fortalecimento do Império fortalece o mundo como um todo. Na história sempre houve aqueles que se submeteram facilmente, aqueles que se venderam integralmente e aqueles que resistiram fortemente. Ainda bem que sempre houve resistência, caso contrário, hoje ainda estaríamos sob a dominação de algum Império. Mas uma coisa é certa: todo Império cai, pois quanto mais forte ele fica, mais resistência há.

  5. Marcelo Siq em 21/janeiro/2009 as 12:22

    Um discurso muito bonito e emocionado.
    Mas com essa turma de conservadores que ele escolheu para formar o governo, fica muito difícil de levar esse discurso a sério, basta verificar a biografia do Paul Volcker, homem forte do governo Obama.
    Em se tratando de EUA, infelizmente, sou completamente cético. Nunca fizeram nada, em toda a história, que não fosse para benefício próprio, mesmo que gerasse grande prejuízo a outros países.
    Mais uma vez, um presidente estadunidense fala da importância da liderança dos EUA; quem quer ser liderado por eles? qual povo, ou país, já se beneficiou sob a liderança dos EUA? não vale responder Israel.
    Desejo, sinceramente, que Obama fosse diferente, que acabasse com o bloqueio a Cuba, que ajudasse na construção de um estado palestino, que respeitasse a América Latina, principalmente sua soberania, que propusesse uma ALCA onde todo o continente se beneficiasse e que defendesse ações econômicas em nível mundial no sentido de desenvolver a África.
    Enfim, como ele mesmo disse, há muito o que se fazer e espero que seja feito mesmo e que daqui a alguns anos o meu ceticismo em relação aos EUA seja apenas uma lembrança, mas por enquanto continuo tão cético como sempre.

  6. Tato de Macedo em 21/janeiro/2009 as 11:53

    Shabalala, interessante sua observação; coaduna com minhas desconfianças as quais só comento e pergunto à minha braguilha.

    A chacina cometida pelos cães-de-guarda americanos no Oriente Médio pareceu mais uma “saideira” do bonequinho de fazer guerra em terreno alheio, o Bush.

    Eu tinha quase certeza que os cães-de-guarda iriam decidir trégua unilateral antes da posse de Obama. Um gesto político para acenar ao novo presidente que não se agrada com o governo ultra-direitista de Israel, em que pese ser ele de centro-direita americana.

    abraços

  7. Moacir Moreira em 21/janeiro/2009 as 11:39

    Este trecho do discurso é bastante curioso:

    “Lembrem-se de que gerações anteriores derrotaram o fascismo e o comunismo não apenas com tanques e mísseis, mas com alianças vigorosas e convicções duradouras. ”

    Que fascismo e comunismo os estadunidenses venceram?

    Alguma vez na História houve comunismo a vencer?

    Há mais de 50 anos Cuba se diz comunista.

    O comportamente de Israel é próprio de uma teocracia fascista há mais de 60 anos.

    Quanto blá blá blá….

    Espero que o Obama esteja apenas jogando para a torcida.

    Os EUA não lideram mais nada.

  8. Victor em 21/janeiro/2009 as 11:14

    A Lúcia Hipólito disse que a mão regulatória do governo está com artrite. O PiG morre de medo de controle estatal. Mercado livre, já!

  9. Rodrigo em 21/janeiro/2009 as 10:52

    Enquanto isso o PiG se precoupa com o vestido da Michelle Obama e da Jenifer Lopez: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL965200-16108,00-MICHELLE+OBAMA+E+JENNIFER+LOPEZ+USAM+VESTIDOS+PARECIDOS+EM+BAILE+DA+POSSE.html

    É o cúmulo da mediocridade!

  10. Rubens Santana em 21/janeiro/2009 as 10:16

    O “Império Americano” pode estar em decadência,mas em matéria de marketing ninguém ganha deles.Deus Salve a América !(do Sul,Central…)

  11. Moacir Moreira em 21/janeiro/2009 as 10:07

    O Obama deve ter contratado o Duda Mendonça, pois foi ele o responsável pela tal esperança que vence o medo e depois torna-se decepção.

    Espero que Obama cuide da felicidade de seu próprio povo e nos deixe livres e em PAZ para que cada um a seu modo exerça o direito inalienável de ser feliz.

  12. JB em 21/janeiro/2009 as 10:01

    Sobre o texto de PHA referente ao juiz da Corte Suprema americana, eu disse que seria digno de enviá-lo a todos os membros do STF, STJ e TSE. Já o discurso de Obama deve ser enviado à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Esse discurso deve ser lido por todo deputado federal e senador todos os dias pela manhã, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Quem sabe por força da insistência da leitura do discurso de Obama a nossa classe politica possa ser menos corrupta e fiéis aos ideais desta República prescritos na Constituição?

  13. Alex em 21/janeiro/2009 as 9:50

    Já disse e repito:
    O “Brush de Blair” não é senhor das guerras, mas sim das invasões COVARDES. Pressupõe-se guerra aquela em que as nações beligerantes tem poderio bélico. Só invade país que não tem bomba atômica (desistiu de invadir a Coréia do Norte porque descobriu que eles já a possuem). Por isso mesmo precisamos da nossa URGENTEMENTE.

  14. Selma em 21/janeiro/2009 as 9:50

    Caro PHA, a Lúcia Hipólito disse ontem na Globo News: ” Os americanos já arriscaram(ou assumiram o risco) em eleger um negro……” Ninguém vai comentar isso? Era claro que ela estava comentando a contragosto a memorável posse e se deixou trair pelos seus verdadeiros ideais neoliberais. Que ridículo!!!!

  15. Biquei em 21/janeiro/2009 as 9:50

    Os que pensavam que o mercado poderia disciplinar-se,sem interferência do estado, estavam ERRADOS e não é necessário esperar as explicações do vovó,ALAN GREESPAN,até porque, ESTAS não chegaram ao conhecimento público.
    Como sabemos todos,derrotas ensinam mais do que vitórias,parece que São Barack, já aprendeu isto,apenas observando ‘MADOF’.
    Assim sendo vamos esperar que compradores de bancos fálidos,entendam que não é possível beneficiar os NFRATORES,usando os escaSSos recursos de fundo criado, para minimizar á situação dos trabalhadores,atingidos justamente pelos INFRATORES.

  16. Shabalala em 21/janeiro/2009 as 9:39

    Mario Oliveira
    (Primeiro comentário lááá em baixo)

    Deixa que os Iluminatti e Reptilianos vigiem um ao outro, qto ao mercado, CIA, FBI e NASA estão completamente perdidos e ninguém acha ninguém…

    O Cachorro neo-liberal caiu do caminhão de mudança do Obama em dia de chuva de aplausos… A enchente o levou sabe-se lá pra onde… “Pergunte ao Bush, a Crise é dele…”

    Está tudo oculto nos HDs do Gilmar Dantas, segundo o Noblat, ou no outro pen-drive secreto do Protógenes De Sanctis Grandis

    Israel que não é nada Trouxa destrói a Palestina em busca do Hamas, no crepúsculo da inércia “buxiana”, que fez o mesmo no Iraque em busca “das armas de destruição em massa”, e Israel esperto como é faz um cessar fogo unilateral às vésperas da posse do novo governo americano… Parece coisa de filme… Será ?!

  17. Mário Macaíba em 21/janeiro/2009 as 8:34

    Sem espectativas exageradas, vamos aguardar. Pior do que John Maccain e a louquinha do Alaska, a dupla que ora assume não poderia ser.

    Mudando de assunto: a turma do PIG ou do quanto pior melhor continua trabalhando a todo vapor, aqui dentro, pela candidatura Serrágio. Vale qualquer manipulação pelo pó de serra. É isso aí.

  18. Marcelo Tixeira em 21/janeiro/2009 as 8:15

    Será que a Globo faria essa cobertura-exaltação se o Brasil elegesse um presidente Negro?? A transmissão e os comentários (Renato Machado, William Wakk, Miriam leitão) beiraram os limites da subserviência.

  19. Dante Araujo em 21/janeiro/2009 as 8:02

    Como disse Obama aos americandos: ” O mundo mudou e nós também precisamos mudar”. Ouviu isso, PIG maldito ? Ouviu isso, Brasil ?????

  20. Chico Spada em 21/janeiro/2009 as 7:58

    Caro PHA, como diz o velho ditado popular: ” cachorro mordido por cobra até de linguiça tem medo”. Como já disseram aqui: ” Obama será um presidente parecido como o nosso Lula, que serviu e serve para acenar com mudanças, mas que não serve para mudar um sistema já estabelecido”. Nesse sentido, se for isso mesmo, o mundo saboreará uma nova pizza, desta vez de beringela.

  21. Ellen em 21/janeiro/2009 as 7:10

    Parabéns à mídia norte-americana. Conseguiu manobrar a população mundial com um monte de baboseira, aliás, a farsa do século!Pra que existiria ditadura nos EUA se a mídia manipula e doutrina como nenhum governo totalitário já fez.
    A mídia não mostrou e não fez festa alguma quando Evo Morales, 1 índio eleito numa terra de índios tomou posse!
    Nos EUA todos podem aclamar um líder que não é populismo, é “democracia”.Nos EUA todos podem cantar o hino e levantar a bandeira, na AMérica Latina isso é nacionalismo barato. Nos EUA todos podem rezar e idolatrar um líder, no Oriente Médio isso seria fundamentalismo….
    Povo dos EUA, aprenda com os brasileiros!!Nós já vimos esse filme há 6 anos atrás!Não importa se o presidente é branco, negro, ilustrado, analfabeto, advogado ou metalúrgico. O poder está nos bastidores, Obama é apenas um ator, uma marionete.
    Colocar um presidente mestiço como se ele fosse mudar o mundo é coisa de filme para as massas norte-americanas (onde o presidente sobe em avião e luta contra os alienígenas).
    Aliás, num país onde existem apenas dois partidos que defendem as mesmas coisas e onde todos são grandes amigos de festas parece mais o partidão da união soviética!….
    Nunca vi um discurso tão totalitário e tão fascista que prega a superioridade de um povo
    Duvido que o Obama dará um sistema universal digno de saúde para a população que morre sem atendimento já que as corporações que lucram com a morte são as mesmas que financiaram a sua campanha, assim como os bancos, judeus, corporações, ditadores, etc. etc

  22. mario oliveira em 20/janeiro/2009 as 23:49

    PHA

    QUE TAL SUGERIR PARA O OBAMA CONTRATAR O DANIEL DANTAS PARA “VIGIAR” O MERCADO ?

    A UNICA EXIGENCIA QUE O DANIEL DANTAS FARIA EM TROCA ERA DE LEVAR COM ELE O GILMAR PARA PRESIDIR A SUPREMA CORTE DE LÁ

    mario oaliveira

  23. Salomon em 20/janeiro/2009 as 23:23

    A doutrina neoliberal acabou. Saiu de cena e deixou seus resultados devastadores. Mas concentrou muitas riquezas nas mãos de quem nada produziu, só especulou.
    Ora, como o círculo é cíclico, dia virá em que a gigantesca jogada de marketing do mercado financeiro ressurgirá, com seus sequazes, seus representantes e seus apaixonados espíritos novidadeiros.
    No Brasil o atavismo cultural do colonizado já sente saudades em dizer: “hoje o mercado amanheceu nervoso”, “o governo precisa reduzir os gastos públicos”, “o governo tem que privatizar”, “o setor privado tem mais competência para gerir o interesse público”, absurdos que se tornaram axiomas nas palavras de FHC, Miriam Leitão, PIG, PFL-DEM, PSDB, Sardemberg, etc, e agora estão temporariamente sepultados pelos efeitos “hecatombéticos” na economia mundial.
    Imaginem em que miséria lastimosa estaríamos nós se até hoje o presidente fosse FHC?
    Falar em Sardemberg, ele, elezinho mesmo acaba de dizer que “o Governo precisa gastar mais e investir mais”. Ora, ora, ora, e como ficam os gastos públicos, Carlos Alberto ? Mudou o discurso?
    Não dá para levar esses picaretas do Pig à sério. São projetos de jornalistas. Arremedos de comentaristas. Simulacros de profissionais.
    Se Ruy Barbosa ouvisse ou lesse um desses representantes do PIG, diria: isso é a hipérbole do absurdo!

  24. Jota Maués em 20/janeiro/2009 as 23:11

    “Nem é, a pergunta diante de nós, se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade não tem iguail, mas a crise nos lembrou de que, sem um olhar vigilante, o mercado pode sair de controle — e que um país não pode prosperar quando favorece apenas os prósperos”.
    Toma-te FHC & Serra e toda a sua trupe de tucanos e demos! Ah, e os ex-comunistas do PPS, agora demos!

  25. ivan em 20/janeiro/2009 as 22:37

    O terra destacou bem o discurso de Obama atacando totalmente a ideologia neoliberal de Bush. Eles estão fazendo um super palco para um Obama que está falando mal deles.

  26. Punk em 20/janeiro/2009 as 22:22

    Vixi.
    Só para situar a galera, por favor me digam se essas 6 coisas estao erradas:
    1. Foi Tarso Genro quem demitiu Protogenes e Lacerda.
    2. Nos atos das prisoes e do flagrante da grana, a globo tinha exclusiva , como sempre teve, de Protogens, e o video tbm nao tem audio, e muito pior, o inquerito nao prestava, tanto que teve que ser refeito.
    3. Greenhalg estava contratado por dentro, ou nao contabilizado? Kd o contrato e o recolhimento de impostos pelo serviço, policia federal ?
    4.Prq que COM O GOVERNO LULLA DANTAS GANHOU O PORTO DE SANTOS E A GRANA DA BROI?
    5. Com FHC o fundo de Dantas levantou bilhoes, a Embratel foi vendida a recorde mundial de preço, e quando desta ultima eleição agorinha mesmo, Dirceu a revendeu na calada da noite para Carlos Slim se tornar um dos homens mais ricos do mundo.
    6. Mas que coisa hein, de novo, outra vez, só dá eles, vai que é sua, a PF pega petista em flagrante. É inclusive a gravação mais clara e obcena, mas o secretario – “the cleanner”, tá limpo.
    Abaixo as mentiras e a malandragem, vai sifu Lulla !!

  27. Hélio Silva em 20/janeiro/2009 as 22:04

    Então não deixe os tucanos tomando conta do mercado!

  28. Marcos em 20/janeiro/2009 as 22:03

    Outro presidente também falou que sobre a esperança que venceu o medo.
    Este outro presidente é o que tem medo.

    “A esperança venceu o medo.”
    Lula

    “Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo…”
    Obama

  29. João Curi em 20/janeiro/2009 as 21:59

    ADEUS BUSCH
    Bush mentiu, torturou e deixou um rombo nas contas públicas, fez duas guerras, a do Iraque baseada em mentiras que Sadan tinha armas químicas, sabotou cientistas e acordos contra o aquecimento global, não deu a mínima para as vítimas do furacão Katrina,.
    Foi eleito através da FRAUDE ELEITORAL; no primeiro mandato contra Al Gore..
    Enguliu bem a isca do Bin Laden como um Tucunaré raivoso, após o 11 de Setembro atirando-se numa cruzada insana contra o terrorismo.(querras do Alfaganistão e Iraque)
    Além disso para sustentar todas estas guerras, gastou trilhões de dolares que agora reflete na economia americana e por tabela nós do mundo todo estamos pagando a conta da “CRISE FINANCEIRA”
    Busch vai deixar um grande legado para o mundo. O pior dos piores presidentes de uma nação arrogante e opressora.
    Já vai tarde, MEDIOCRE, ARROGANTE, OBTUSO, INTOLERANTE, INCOMPETENTE, MENTIROSO e senhor do SANGUE e das GUERRAS, BUSCH.
    E COM DUAS SAPATADAS QUE DEVERIAM TER ACERTADO EM CHEIO.

  30. Marcos Doniseti em 20/janeiro/2009 as 21:57

    A vitória, a posse e o discurso de Obama mostram que:

    1) ainda devem existir racistas nos EUA, mas eles nunca foram tão poucos;

    2) o Neoliberalismo morreu; a Era do ‘livre-mercado’ e do ‘levar vantagem em tudo’, de querer enriquecer sem trabalhar duro e só na base da especulação acabou;

    3) o Estado voltou para ‘tomar conta do pedaço; teremos muito mais intervenção estatal na economia e na sociedade (em Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia, Previdência Social, etc) do que tivemos nas últimas décadas;

    4) a política das ‘guerras preventivas e infinitas’ acabou, até porque os EUA não tem mais grana para financiar tantas guerras e tantos gastos militares, assim, e as guerras travadas, contra o Iraque e o Afeganistão, fracassaram;

    5) Obama irá defender os interesses dos EUA, é claro, mas está disposto a dialogar com o Mundo, algo que Bush nunca fez, para encontrar soluções conjuntas para os grandes problemas da Humanidade;

    6) seu governo irá combater as causas do aquecimento global e os EUA irão investir muito em fontes de energias renováveis, algo que poderá beneficiar e muito ao Brasil;

    7) Obama apelou para os valores tradicionais do americano comum e para a união do país e do povo a fim de superar as imensas dificuldades atuais, fazendo sacrifícios, pois com isso conseguirão superar o atual momento de grave crise.

    Que suas palavras se tornem realidade, Barack Obama!

  31. Marcos Antonio em 20/janeiro/2009 as 21:55

    Como poesia está supimpa!
    Agora vamos ver o arranca rabo!
    Palestinos X judeus, Irã, Iraque,afegnistão, Bin Laden – gente que entende tudo muito fácil e adoram poesia!

  32. Vilson em 20/janeiro/2009 as 20:35

    Não falou nada para que os amigos invasores devolvam imediatamente as terras ocupadas.

  33. F.Alves em 20/janeiro/2009 as 20:25

    falou o q o mundo esperava ser dito. mto bonito. realmente o cara eh mto bom com as palavras. agora quero ver na pratica. quero ver se ajuda a criar o Estado Palestino, encerra o bloqueio a Cuba, para de botar lenha na fogueira de vaidades ridiculas q eh a America Latina, se realmente controla o mercado financeiro norte-americano, se vai realmente trabalhar para construir a paz mundial e diminuir a intolerancia entre os povos e a xenofobia. e ainda, se nao for pedir demais, tornar o povo americano um pouco menos idiota. os caras realmente ainda acreditam em Adao e Eva. fala serio!!!! eh uma missao qse impossivel Obama, mas td bem, depois deste discurso boa parte de mundo vai lhe apoiar. resta saber se tera apoio dos congressistas. mas ta com a faca cega e o queijo curado nas maos. vejamos se nao se embanana td [como gente por aqui] para garantir governabilidade,,, go on Obama. vai q o filho eh teu.

  34. O Brasileiro em 20/janeiro/2009 as 19:49

    Este homem lembrou seu POVO de que a TERRA em que vivem vale suas vidas, mas mais ainda, de que seus VALORES valem mais do que sua terra.
    Lembrou-lhes que o que vem primeiro é “O QUE EU FAÇO”, e que “O QUANTO EU GANHO” vem depois…
    Eles lutam pelo seu povo, como o juiz FAUSTO DE SANCTIS, o agora adido PAULO LACERDA e o delegado PROTÓGENES QUEIROZ… e é o que queremos que o LULA volte a fazer!!!

  35. Erika em 20/janeiro/2009 as 19:30

    Viva Obama!

  36. Homero em 20/janeiro/2009 as 18:59

    O cara é um craque no uso das palavras, hein? Tomara mesmo que consiga levar adiante o teor de seu discurso…

  37. RodrigoR em 20/janeiro/2009 as 18:35

    Só faltou GOD SAVE THE AMERICA……
    Eles ainda caçam comunistas…olha só…”Lembrem-se de que gerações anteriores derrotaram o fascismo e o “”comunismo”" não apenas com tanques e mísseis, mas com alianças vigorosas e convicções duradouras. Elas entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá direito a fazer o que quisermos.”

    Neutro com o Oriente Médio, vai caçar o OSAMA, não falou de Israel..(nada mesmo)….
    Sinto muito PH…é um negro AMERICANO que vai fazer polica para os AMERICANOS..(lógico).

    Serviu como o simbolismo do resgate de uma raça que carregou a america (norte, sul) nas costas.

    Nada mais…Mario Oliveira…é melhor sentar em um banquinho e esperar muito até 2012 (vc sabe do que falo).

    Qto ao Brasil, …so nos resta impedir que os DEMOTUCANOS assumam em 2010.

    DILMA PRESIDENTE.

  38. Abreu em 20/janeiro/2009 as 18:10

    E o Serra? O que pensa esse rapaz?

  39. Filipe Rodrigues em 20/janeiro/2009 as 17:15

    O neoliberalismo sifu…

  40. Bernardo em 20/janeiro/2009 as 16:54

    Comentários? que comentários? O pig está varrendo isso para debaixo do tapete e ignorando completamente. É até deprimente.

  41. Eduardo Oliveira em 20/janeiro/2009 as 16:53

    O mundo dos especuladores (picaretas) da bolsa de valores está terminando… como vai ficar a vida do Daniel Dantas, Naji Nahas…

  42. Punk em 20/janeiro/2009 as 16:49

    Aff. Mega conservadora a posse, total tradição americana. A neoesquerda sonha, mas esqueçam. os EUA e Obama sequer vao flertar com o Socialismo, Esquerdismo então lá dá urticaria…he he
    Ele evocou e chamou pelos valores da nação, liberdade, oportunidade e disse bem claro que nao vai pedir desculpas pelo amarican way off life.A A merica est´a 1 milhão de anos luz do Bolivarianismo, é digna de ser exemplo sim.
    Piadinha>
    FHC estava com Bush e disse: um dia quero meu povo como o seu povo.
    Depois Lulla disse pra Bush: quero seu povo como o meu povo.
    Aqui o maior ego da historia desse pais pensa que descobriu e criou tudo que existe , lá os caras valorizam a historia.

  43. Israel Leibnitz em 20/janeiro/2009 as 16:43

    Oba! Finalmente um keynesiano! vamos sair do Buraco! Agora vamos ver ação!
    Isso que o Presidente LULA deveria dizer a Nação! Os empresarios e investidores que o mundo não e deles e sim das pessoas e elas querem e ser felizes! Não um capitalismo selvagem e sem qualidade social e ambiental. Por esse pensamento que estamos no buraco!

  44. Israel Leibnitz em 20/janeiro/2009 as 16:34

    “Nosso momento de defender interesses estreitos e pequenos acabou.” Obama.
    E isso que o PSDB, DEM, GILMAR MENDES, SERRA, DANIEL DANTAS, etc. Não querem para o Brasil! Eles querem que os interesses estreitos e pequenos acabem! Acabar para que! dizem eles nas entre linhas! O “nosso” Brasil e um pais aristocratico e que os pequenos problemas que os afligem “POVO”! como diaria Chico Anisio “Que exploda”. Isso longe da DASLU, pois pode manchar terno Hugo Boss.

  45. Victor em 20/janeiro/2009 as 16:24

    PHA,

    melhor do que a posse do presidente Obama, são os comentários do PiG. Imperdíveis.

  46. Tato de Macedo em 20/janeiro/2009 as 16:19

    PHA,

    Espero que não sejam apenas palavras, nada além de palavras.

    Que se faça valer a presença de um NEGRO NA CASA BRANCA.

    Que pinte o mundo com cores outras que não as de sangue de inocentes, como visto nas últimas décadas.

    Boa sorte e que Deus nos livre da “América”

  47. mario oliveira em 20/janeiro/2009 as 16:19

    PHA

    QUEM VIGIARÁ OS ILLUMINATTI,, A ECONOMIA/MERCADO, A CIA ,O FBI,, A NASA E OS REPTILIANOS ?

    mario oliveira

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